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Revista do ano "The Year in Journalism" - uma listagem das principias peças centrais publicadas pelo Poynter Online ao longo de 2004. "It was a year that saw circulation scandals, changes at USA Today, network anchors resign, bloggers become more prominent, and "The Daily Show with Jon Stewart" become a source of news for many".

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Os jornais contam os seus feitos ... e os dos outros Sobre os resultados apurados para a circulação paga de jornais e revistas nos primeiros nove meses de 2004, eis os títulos dos vários jornais (edições de ontem, com excepção do DN que só trata o assunto hoje): CM: Correio da Manhã é líder incontestável DE: Diário de Notícias regista maior quebra entre os generalistas DN: 'Correio' e 'JN' lideram diários JN: JN é o diário que regista a maior subida de vendas Público: Correio da Manhã Recupera Liderança dos Diários.

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Golpes baixos "O boato é uma arma milenar de agressão social. (...) Os últimos anos deixaram ainda claro que a orientação sexual (mais ou menos assumida) de figuras públicas não funciona como factor de desqualificação profissional ou de penalização eleitoral. Convém, de qualquer forma, esbater algumas ilusões. Apesar da prudência dominante nos media, as coisas já não são o que eram e há alguns indícios preocupantes de que se aproximam tempos de «vale tudo». Em plena pré-campanha eleitoral, não é difícil identificar as movimentações dos profissionais do boato, que avançam, sem escrúpulo, na tentativa de compensação de défices de capacidade política. Duvida-se de que colham dividendos, mas é bom estarmos prevenidos contra golpes baixos.(...)". Mário Bettencourt Resendes, DN, 31.12.2004

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Metro distribuído em Lisboa De acordo com o Público, começou hoje a ser distribuído em Lisboa o jornal gratuito Metro, através de uma parceria estabelecida entre o grupo Media Capital e a editora sueca Metro International. Já alguém teve oportunidade de espreitar o primeiro número? (A edição portuguesa ainda não está online.)

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Tsunami: a cobertura Na lista de mail da ONO (Organization of News Ombudsmen) corre um pequeno inquérito em torno de eventuais queixas sobre o uso de fotos da devastação nos países do Índico atingidos pelo maremoto. Daquilo que me tenho apercebido - houve muita coisa que não consegui acompanhar - as duas questões mais saleintes relacionadas com a cobertura do caso são estas: 1) a repetição até à náusea das mesmas imagens que não acrescentam nada de novo e apenas servem para alimentar o "jornalismo duracel"; 2) a ideia, transmitida mais numas reportagens do que noutras, de que os afectados foram sobretudo os turistas europeus. Vale a pena continuar a acompanhar e a debater esta questão.

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O acontecimento do ano Há dias chamei aqui a atenção para o facto, longe de imaginar que os acontecimentos me pudessem vir a dar razão e da forma mais trágica possível. Com a pressa de bater a concorrência, ou simplesmente de "aviar" o ano quase a findar, já muitos media elegeram e declararam o aconteciemnto do ano. Quando as coisas forem vistas com mais distância, quem sabe se não se terão enganado redondamente?

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Devastação: a resposta de blogues Um trabalho notável de informação: The South-East Asia Earthquake and Tsunami "The SEA-EAT blog for short. News and information about resources, aid, donations and volunteer efforts". Ver igualmente o blogue de um repórter da BBC no terreno: Reporters' log: Asia disaster - "As aid efforts get under way in response to the Asian quake disaster, the BBC's correspondents report from affected areas around the region". Actualização (30/12): Outros blogues a consultar: -Extra Extra (a partir de Jafna, Sri Lanka) - Worldchanging.com (a partir de San Francisco/Seattle) - TVNewser - Blogging about television news - Le blogue de Stephane tour du monde E estes textos: - Blogs or Wikis ... What's the best platform for building a collaborative disaster-relief resource on the web? - Blogs provide raw details from disaster scene (de John Schwartz, The New York Times) - Spreading The Word of Tsunami Relief ( de Erin Joyce, Internetnews.com) - 'Blogs' give first-person accounts of disaster (de Lisa Priest, Globe and Mail) - Bloggers and Tsunami: But Is It Journalism? - La blogosphère en première ligne (de Ludovic Blecher, Libération)

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DN 140 anos "Logo no primeiro número, o Diário de Notí­cias apresentou-se como jornal exclusivamente informativo, para transmitir «com a possí­vel verdade todos os acontecimentos, deixando ao leitor, quaisquer que sejam os seus princí­pios e opiniões, o comentá-los ao seu sabor». Constituiu inovação numa época de Imprensa partidária. Eduardo Coelho, ao caracterizar, nestes termos, o perfil do Diário de Notícias, esclareceu «Será uma compilação cuidadosa de todas as notí­cias do dia, de todos os Países, de todas as especialidades, um noticiário universal». Além disto, lançou entre nós a reportagem na sua acepção actual e incluí­a, nas suas colunas, os telegramas das agências internacionais." António Valdemar, DN, 29.12.2004 (a capa reproduzida é de 28.12)

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Balanço de 2004 na TSF Enquanto a contabilização das vítimas do maremoto asiático chega já aos 68 mil mortos, a TSF emite uma resenha dos acontecimentos que marcaram 2004. A dois dias do final do ano, Fernando Alves dá voz à memória de um ano intenso para Portugal e para o mundo (29 de Dezembro, 10h30-11h30). Um excelente trabalho jornalístico, apanágio da qualidade a que a TSF nos habituou. Mais uma vez, «no fim da rua... no fim do mundo». Esperemos que o registo de som fique disponível on-line, porque vale mesmo a pena ouvir uma outra vez.

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Uma crítica à crítica Miguel Poiares Maduro faz, no DN de hoje, uma análise ao tipo de crítica que se produz em Portugal. Para além de constatar uma excessiva proximidade ao objecto da crítica, reclama especialistas em generalidades. E sobre os media, acrescenta: «Os opinion ma-kers - tal como os media em geral - têm uma função que um politólogo de Princeton (Michel Petit) descreveu como de editores da democracia. São eles que seleccionam a informação e gerem o espaço público necessário a uma democracia efectiva. Daí a importância da credibilidade e competência da opinião política. Isto não significa independência ideológica. Essa é difícil, provavelmente falsa e, por isso mesmo, ainda mais perigosa. O que é necessário é independência partidária ou, em alternativa, efectiva transparência.»

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Os números... ou como os media tratam a dor Ao início da tarde, as últimas informações sobre a tragédia na Ásia apontavam para, pelo menos, 55 mil mortos. Os números são assustadoramente dramáticos. As fotografias divulgadas pela maior parte dos órgãos de comunicação são, direi sem exagero de sensibilidade, arrepiantes. O choque instalou-se neste final de ano, quase como se, de repente, a natureza tivesse anunciado o apocalipse. A catástrofe é agoniante. Mais uma para acrescentar ao resumo de 2004 feito pelo El País. Mais uma para questionarmos a forma como os media tratam a dor. Em periodistas 21, escreve-se hoje que «el propósito del periodismo no debe ser evitar el dolor. No es lícito esconder el dolor. El compromiso del periodismo debe estar con la verdad y la información.». Mas há ou não limites de bom senso relativamente às imagens que se divulgam? Deve ou não fechar-se o ângulo de reportagem à crueldade dos números de mortos? Para lá das explicações científicas dos sismólogos, que lugar tem a dor humana na informação? Corre-se, de facto, muitos riscos quando a emoção atravessa (inevitavelmente, parece-me) a informação.

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Sénior Fórum Magazine: uma revista para a terceira idade 3 de Janeiro é, de acordo com o DN de hoje, a data marcada para o lançamento da Sénior Fórum Magazine, uma nova publicação especialmente dirigida a leitores idosos. Dirigida por Ana Glória Lucas, esta revista, de carácter generalista, abordará mensalmente temas que vão da política à cultura, procurando interessar a quemt em idade superior a 50 anos.

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Pensando jornalisticamente o tsunami asiático O acontecimento tem ainda muito pouco tempo, mas já há quem vá adiantando as questões que se colocam ao jornalismo a propósito de mais uma gigantesca cobertura mediática. Para Jill Geisler, da organização Poynter, a tragédia do sismo no sudeste asiático motiva um conjunto de interrogações que os chefes de redacção não podem ignorar. Num texto intitulado "The Asian Tsunami: Think Globally, Locally and Journalistically", Geisler questiona: "Will newsroom leaders see in this story the opportunities to bring readers and viewers closer to people, places, and issues they may never have known?" "Will media organizations ?- especially those that have cut back foreign bureaus -- redeploy staff to cover and stay with this story for more than its first days?".

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Casa Pia: a (in)oportunidade televisiva em debate Apesar de já muito se ter dito e escrito sobre a cobertura jornalística do processo de pedofilia na Casa Pia, algumas lições continuam por aprender. O início do julgamento é o pretexto aproveitado pelo Clube de Jornalistas para discutir o trabalho realizado pela televisão. A pertinência das imagens transmitidas, a insistência em obter declarações junto de quem não pode, não deve ou, simplesmente, não quer prestá-las e o tratamento informativo da dor são alguns dos temas abordados na edição que a 2: transmite esta quinta-feira, pelas 23h50. José Alberto Carvalho (RTP), Isabel Horta (SIC), Ana Leal (TVI) e Felisbela Lopes (Universidade do Minho) debatem as críticas apontadas à TV e os critérios que pautam a actividade dos repórteres em campo. Assim se retoma a análise feita por vários colunistas, há sensivelmente dois anos, quando o escândalo ganhou as proporções que hoje lhe conhecemos. Nessa altura, Eduardo Cintra Torres, por exemplo, considerava que «a TV se aproximou de um julgamento popular» (Público, 3 de Dezembro de 2002). E, um pouco mais tarde, Artur Costa admitia ter havido uma «usurpação televisiva», considerando que «as televisões devassam, de uma forma escandalosa, para não dizer violenta, o que de mais íntimo e que, por isso, mais refractário deveria ser a uma intromissão das câmaras» (Jornal de Notícias, 3 de Setembro de 2003).

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Abrandamento Nos próximos dias: olhar para outras paisagens e descortinar outros horizontes.

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Situação do jornalismo em Espanha Juan Varela, consultor de meios de comunicação em Espanha e animador do blogue Periodistas 21 (recentemente galardoado com o prémio de melhor blogue jotnalístico em espanhol) dá uma entrevista ao Periodista Digital acerca da actual situação do jornalismo e dos media no país vizinho. Sobre o jornalismo digital, comenta: "Es básicamente igual que el otro. Bastante flojo. Los medios digitales dependientes de medios tradicionales, salvo algunas excepciones, no hacen periodismo, sino un volcado de contenidos. Son muy pocos los que hacen contenidos pensados expresamente para la web".

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Os media, o Menino Jesus e o Pai Natal A figura do Menino Jesus foi saneada da vida pública. O golpe de estado do comércio impôs o Pai Natal. É mais neutro ideologicamente, tem mais poder aquisitivo e, apesar de idoso, pode carregar fardos de prendas e - ele sim - faz o milagre de caber na chaminé. Nos Estados Unidos da América, país em que a religião está mais presente na vida pública do que entre nós, há mesmo movimentos para eliminar qualquer vestígio que possa conotar esta quadra com uma festa religiosa. O simples presépio parece que incomoda muita gente do politicamnete correcto. O Menino Jesus, acredite-se ou nele como filho de Deus, é muito menos funcional ao sistema. Segundo a tradição nasceu de uma família humilde, no meio de palhas de gado e aconchegado por animais. Os media, esses, é que também são funcionais ao sistema, ou seja, ao negócio natalício para suporte do qual foi instituído o décimo terceiro mês. Num tempo em que o que é fixe não é ser idoso mas ser jovem ou mesmo infantil, convoca-se uma tradição estranha, expulsa-se a nossa tradição que, curiosamente, tinha por centro uma criança pobre e desconcertante. Desconcertante logo enquanto bebé: segundo a lenda, uns reis magos partiram do Oriente e seguiram uma estrela para lhe poder vir trazer presentes.

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Protecção das fontes jornalísticas A ler, na revista ZER, "La protección de las fuentes periodísticas en el sistema europeo de derechos humanos", de Iñigo Lazcano Brotóns, professor de Direito da Informação da Universidade do País Vasco. Fica o resumo:"La confidencialidad de las fuentes de información de un periodista es una de las piedras angulares de una prensa libre. Aunque el artículo 10 del Convenio Europeo de Derechos Humanos no menciona explícitamente el derecho de los periodistas a no desvelar sus fuentes de información como una parte de la libertad de expresión, el Tribunal Europeo de Derechos Humanos ha desarrollado en estos últimos años una interesante jurisprudencia que proporciona un cuerpo de principios y reglas garantizando tal derecho. En este artículo se analizarán las más importantes decisiones adoptadas en esta materia (Goodwin, Fressoz y Roire, Özgür Gündem, Roemen y Schmit, Craxi II) y la subsiguiente labor del Comité de Ministros del Consejo de Europa, plasmada en la Recomendación nº R (2000) 7".

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Uso de SMS: tenho dúvidas "Nove em cada dez portugueses enviam mensagens SMS" diz a generalidade dos media, citando dados do "Primeiro Estudo sobre o Utilizador de SMS em Portugal", da Multidados e Mobile Soft Systems. De acordo com o estudo, 91 por cento dos 750 inquiridos admitiram recorrer com regularidade aos SMS (Short Messaging Service) como forma de comunicar. Permitam-me que levante dúvidas às conclusões do estudo e ao modo fácil como os media lhe dão eco. Segundo dados do Censos 2001 (acesso mediante pré-inscrição), o número de crianças com menos de dez anos é ligeiramente superior a um milhão. É certo que um cada vez maior número de crianças usa telemóvel e é capaz de escrever e enviar mensagens. Mas estará o uso generalizado nesta faixa etária? Por outro lado, a população maior de 75 anos anda à volta de 700 mil indivíduos, muitos deles com dificuldades de uso de telemóvel, quanto mais de escrever. Finalmente, há ainda uma fatia da população que não possui telemóvel e será ainda menos capaz de utilizar o sms. Tudo somado, sou levado a pensar que os dados divulgados têm grande probabilidade de não corresponderem à verdade.

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Central de comunicação e informação Os dados, divulgados pela Marktest, são claros: "de 1 de Janeiro a 19 de Dezembro de 2004, foram 6094 as peças jornalísticas tendo como tema central o Governo, que passaram nos serviços informativos regulares da RTP1, 2:, SIC e TVI", num total de "cerca de 222 horas de informação, uma média diária de 37 minutos e 37 segundos nos jornais televisivos regulares". Algumas observações: - Em primeiro lugar, estes dados dizem muito sobre aquilo em que se tornaram os nossos telediários, sobretudo os da hora do jantar; - Em segundo lugar, merecem destaque os canais ditos de serviço público (que, convenhamos, não pode confundir-se propriamente com informação oficial): a RTP1 lidera quer no número de notícias quer na respectiva duração; - Em terceiro lugar: os dois canais públicos em conjunto representam metade ou mais do número de notícias e da sua duração, quando a verdade é que não chegam a 30 por cento do share medio do conjunto dos canais hertzianos; - Em quarto lugar, destaca-se de forma estrondosa o canal A Dois que, sendo parco em serviços informativos, mormente na primeira metade de 2004, e tendo um jornal excepcionalmente contido em termos de duração, se aproxima dos canais privados em número e tempo das notícias sobre o Governo. Quem diria? - Em quinto lugar: salvaguardando que falar do Governo não implica dizer bem (ou mal), é caso para perguntar: quem falou em "central de comunicação e informação"?

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Imagens dos jornalistas A propósito de "Mistura Fina", a nova novela da TVI, cujo "guião tem coisas extraordinárias", escreve o DN (na versão digital, não vem a atribuição de autoria): "Há lá uma jornalista que está zangada com a mãe e faz reportagens contra a senhora. A ficção não tem de retratar uma profissão como ela é (uma crítica que se ouvia muito a Jornalistas, da SIC), mas não pode ignorar regras básicas do métier que retrata. Na ficção da TVI, os jornalistas aparecerem sempre como aliados à polícia e à Justiça (em Inspector Max a jornalista colabora com a PJ). Uma celebração da aliança media/polícias, essa sim mais real do que devia...". Ora aqui está uma excelente pista para um estudo sobre as representações da profissão de jornalista na ficção televisiva.

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O melhor é mesmo ler What Journalists Can Learn From Bloggers What Bloggers Can Learn From Journalists Dois artigos de Steve Outing no Poynter, cujos títulos definem todo um programa.

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Impresa adquire SIC O grupo Impresa anunciou hoje a aquisição de mais 49 por cento do capital da SIC, passando, deste modo, a deter o controlo a 100 por cento da estação. Segundo informação do Expresso, pertencente ao mesmo grupo, o negócio envolveu um montante de 128.741.210,56 euros, relativo à posição do Banco BPI e da sociedade SOLO, bem como de accionistas minoritários (Francisco Pinto Balsemão, Porto Editora e Mogope) . Quando há cerca de 12 anos a SIC nasceu, o capital da Impresa não ia além dos 25 por cento. A Autoridade da Concorrência terá ainda de pronunciar-se sobre este negócio.

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Portal da Comunicação O Portal de la Comunicación, iniciativa da Universidade Autónoma de Barcelona, completa nesta altura três anos de vida. É sítio que vale uma visita regular, para acompanhar, que mais não fosse, a actualidade das revistas de ciências da comunicação da área hispano-latinoamericana, as novidades editoriais e os textos que regularmente vão sendo disponibilizados. Um panorama das incorporações feitas ao longo do ano de 2004 pode ser consultado aqui.

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"Primeira Página" Não está mal para nome de blogue. Serão as "histórias de um jornalista e de um país onde o jornalismo existe... mas só porque sim".

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Encartes Enquanto entre nós o Governo, insatisfeito com a informação jornalística sobre o orçamento, produz a sua própria "informação", em Espanha, o Governo decide fazer publicar na imprensa um encarte com a Constituição europeia. Por cá os cidadãos ainda não conhecem a dita Constituição, mas já conhecem a incompetência dos deputados para fazer uma pergunta sobre a dita.

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Os novos media são, afinal, velhos! No site do Poynter Institute (poynteronline), está disponível há alguns dias uma cronologia sobre a história dos novos media (jornalismo online e Internet), originalmente estabelecida por David Shedden, em 1998. Agora alargada até 2004, esta cronologia recua a 1969, ano em que a Intel, fundada um ano antes, produz um chip de memória com 1,024 bit de RAM!

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Abatido com três tiros na cabeça No dia em que a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) anunciou as escolhas para os seus prémios anuais de liberdade de imprensa, foi divulgada a notícia de que Deida Hydara, de 58 anos, representante da RSF na Gâmbia e decano dos jornalistas deste país foi abatido com três tiros por desconhecidos que se faziam transportar num Mercedes. Vários jornais privados do país entraram numa greve de uma semana e os que se publicam fazem-no reproduzindo a foto de Deida Hydara ocupando toda a mancha da página e tendo como legenda o artigo da Constituição relativo à liberdade de imprensa. Escreve Le Monde a propósito deste jornalista: "Correspondant de l'Agence France-Presse (AFP) depuis trente ans, représentant de Reporters sans frontières (RSF) depuis une décennie, il avait été de tous les combats. Le dernier d'entre eux aura été celui mené contre deux lois sur la presse, adoptées dans les jours précédant son assassinat : l'une qui prévoit des peines de prison - jusqu'à trois ans - pour la publication de propos "séditieux" ou simplement "malveillants"; l'autre exigeant le versement de l'équivalent de 16 600 dollars pour l'obtention d'une licence de publication, quitte à hypothéquer sa maison."

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Libertados os jornalistas franceses reféns no Iraque DERNIERE MINUTE - URGENT : 17h44 - Les otages français en Irak ont été libérés ACTUALIZAÇÃO (22/12): "A acolher os dois ex-reféns, estavam Jacques Chirac e Jean-Pierre Raffarin, acompanhados por vários ministros, nomeadamente a ministra da Defesa, Michèle Alliot Marie. Além dos responsáveis políticos, vários familiares dos ex-sequestrados e uma multidão de jornalistas encontravam-se presentes no terreno do aeroporto, onde às 18.30 (17.30 em Lisboa) aterrou um Falcon especial. " Nem o papa ou o presidente dos EUA...

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Cinco critérios de bom jornalismo São formulados pelo júri do "Premio Nuevo Periodismo" da Fundación Nuevo Periodismo Iberoamericano (FNPI) está a promover:

  • Calidad narrativa del texto o de la imagen
  • Investigación original de los hechos
  • Tratamiento de la información en profundidad
  • Cobertura de temas socialmente relevantes
  • Valores éticos profesionales reflejados en el trabajo.

A FNPI foi criada em 1994 por iniciativa do jornalista e escritor colombiano Gabriel García Márquez.

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"Power Line" - blogue do caso Dan Rather Depois de ter eleito o presidente Bush como a figura do ano, a revista Time escolheu o blog Power Line como o weblogue do ano. O Power Line foi aquele que apontou a falsidade dos documentos utilizados por Dan Rather e o seu "Sixty Minutes" em que se questionava o serviço militar de Bush. Entretanto, na Newsweek, um outro blogue é destacado: Wonkette. A sua autora, entrevistada sobre o fenómeno dos blogues, tem, a dada altura, este diálogo: "Q. What did you think of the bloggers' role in the Dan Rather affair? A. I think they did a disservice to the debate because they made the debate about the documents and not about the president of the United States. There was another half to that story that had to do with verifiable events of what Bush may have been up to." (via I Want Media e Power Line)

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Televisões na luta política Depois de o Conselho Superior do Audiovisual francês ter decidido suspender as emissões da cadeia libanesa Al-Manar próxima das posições do Hezbollah, é agora a vez de operadores de televisão por cabo do Líbano decidirem suspender a distribuição da TV5, vista regularmente naquele país por mais de meio milhão de pessoas, segundo a France Presse. A presidente da TV5 apressou-se já a contestar a atitude, argumentando que este canal não é propriamente francês, mas, antes, um projecto da francofonia.

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Não tem sido um bom ano Em "Media Crisis 2004: Summing Up and Moving Forward", Danny Schechter, do Mediachannel.org, traça um panorama pouco anmador do jornalismo nos EUA. "The central question is: how did an institution with a brave history of safeguarding democracy become a threat to its survival?".

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Ensino e Pesquisa em Comunicação O próximo congresso da INTERCOM já está marcado. Entre 5 e 9 de Setembro de 2005, o ensino e a investigação em comunicação vão estar em debate num dos mais participados congressos lusófonos de comunicação. Assinalando os 70 anos do ensino da comunicação no Brasil, o XXVIII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que decorrerá na Universidade do Estado do Rio de Janeiro, coloca na agenda académica o imperativo de ultrapassar o «reboquismo brasileiro em relação ao conhecimento comunicacional vigente nos países hegemónicos».

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"Jornalismo & Jornalistas" completa cinco anos de edições O número 20 da revista "Jornalismo & Jornalistas", correspondente ao quarto trimestre deste ano, está já disponível. Esta edição, que abre com um texto inédito de José Saramago sobre a objectividade da informação ("Informação - a quadratura do círculo") , é também atravessada por uma entrevista a Maria Augusta Seixas e por um trabalho de análise sobre os jornais televisivos do "prime-time" em 2003.

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Silenciar ou morrer Este é o título de uma entrevista publicada hoje no jornal alemão Die Welt com Leonid Parjonow, chefe de redacção da revista Russki Newsweek do grupo Axel Springer Russia. O homem que trocou a fama dos ecrãs pela imprensa escrita por preferir a correria da actualidade jornalística à produção televisiva fala da liberdade de imprensa na Rússia e das pressões do gabinete de Vladimir Putin sobre os media russos. «Para mim, é muito triste que o primeiro e o segundo canais [ORT e RTR, directamente conduzidos pelo governo] mostrem absolutamente o mesmo, embora tenham redacções diferentes. É como com o Prawda e o Iswestija no tempo soviético, não difere em nada.» Embora admita que a influência exercida sobre os media impressos seja menor, dependendo sobretudo das direcções editoriais, Parjonow reconhece, porém, um outro mecanismo de controlo: a censura interna. «Todos conhecem as fronteiras do permitido e aderem a elas.»

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Tempo televisivo das crianças portuguesas em 2004: algumas perguntas

De um recente estudo da Marktest Audimetria/MediaMonitor, a imprensa salientou sobretudo as três horas de televisão por dia em média consumidas pelas crianças dos quatro aos 14 anos (dados relativos aos primeiros onze meses de 2004). No entanto, convém salientar que este grupo etário os valores do consumo de TV situam-se sempre abaixo da média do universo, excepto no período da manhã. Para análise ficam algumas perguntas: - como explicar uma tão significativa audiência infantil durante a manhã? Não era suposto a esmagadora maioria das crianças deste grupo de idade estar na escola? - que consequências decorrem da hora tardia de deitar para inúmeras crianças, bem visível na gravura junta, mesmo tendo em conta que as idades de 12 a 14 anos se não podem comparar aos quatro, cinco ou seis anos? - que grau de articulação existe entre os programas para a infância e os horários e interesses das crianças? - onde está o serviço público de televisão, em particular as responsabilidades contratualizadas relativamente aos mais pequenos, tendo em conta o seu lugar na audiência? (segundo a Marktest, "por canais, as crianças vêem mais a TVI, que no período regista 3.3% de audiência média, seguida da SIC, com 2.5% e do Panda, com 1.8%".

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Argumentação De repente a co-icineração voltou à agenda. Et pour cause! O DN viu a sua manchete de ontem contundentemente desmentida pelo porta-voz do PS. Mas, supondo que as palavras citadas hoje no mesmo jornal são de facto transcrição textual daquele porta-voz, elas encerram um vício de lógica. Depois de, nos dois primeiros pontos, rebater a afirmação que lhe é atribuída pelo diário de que a co-incineração está «politicamente ultrapassada», passa a uma nova fase do discurso em que o "pelo contrário" daria a entender que ele iria dizer qual a posição por ele defendida. Mas não. O "pelo contrário" é para dizer que "ao fim de quase três anos, o actual Governo não foi capaz de implementar qualquer solução alternativa para o tratamento dos resíduos industriais perigosos". Argumento seria se face à inoperância do Governo o PS dissesse com clareza o que vai fazer.

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Fazer "share" "Hoje em dia, a programação televisiva tem um único objectivo, que é fazer ?share?. E dá-me ideia também que as pessoas que estão a mandar nas televisões acham que este tipo de programas que estão no ar é que dão audiências. Eu, por acaso, discordo. Acho que haveria outras coisas que teriam cabimento. Sempre que faço este tipo de propostas, a resposta que ouço é que não há dinheiro". Ana Bola, in Correio da Manhã, 19.12.2004

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O que junta Umberto Eco e Zita Seabra? A edição. A ler, no DN: de Umberto Eco Como ter sucesso editorial . E o comentário da directora editorial Zita Seabra Como se faz um best seller.

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Pressas Já vi, desde a última semana, uma série de balanços do ano do tipo: a palavra mais pesquisada, o número de jornalistas mortos, a figura do ano e outros balanços, quando faltavam ainda muitos dias para o ano encerrar, durante os quais muito pode acontecer. Tal antecipação deve ser para bater a concorrência ou por falta de assunto para noticiar. A mesma velocidade destas notícias que surgem antes do tempo pode funcionar para mudar os dados que servem de base a tais notícias. Ao menos que se guardassem para os últimos dias. Pressas.

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Duas novas revistas de comunicação "The International Journal of Media and Cultural Politics" e "International Journal of Performance Arts and Digital Media" - assim se intitulam duas novas revistas científicas que começam a publicar-se em 2005, através da Intellect Books. "The International Journal of Media and Cultural Politics" "is committed to analyzing the politics of communications and cultural processes. It addresses cultural politics in their local, international and global dimensions, recognizing equallythe importance of issues defined by their specific cultural geography and those which run across cultures and nations. The content focus will be critical, in-depth analysis and engaged research of the intersections of sociology, politics, cultural studies and media studies with the aim of keeping academic analysis in dialogue with the practical world of communications, culture and politics". "International Journal of Performance Arts and Digital Media" "is a new interdisciplinary, peer-reviewed journal which will draw contributions from a wide range of researchers and practitioners who are placed at the rapidly developing interface of new technologies with performance arts. The Journal will as a forum to energise innovative and creative thinking and practice surrounding the combination of digital technologies with the performance arts (theatre, dance, music, live art). Disciplines may be domain-specific or in convergence. The journal actively encourages debate and cross-disciplinary exchange of a broad range of approaches surrounding the use of new media and information technologies in the creation and implementation of performances. Such debate may extend into associated implications teaching and research at undergraduate and postgraduate level".

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Le Monde: 60 anos Le Monde : 60 ans

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"Ohmynews" entrevista Dan Gillmor Depois do impacte da decisão do colunista e blogger Dan Gillmor de deixar no próximo mês o San Jose Mercury News para iniciar um projecto novo ligado ao "jornalismo participativo", surgem as explicações e comentários do próprio Gillmor, numa entrevista dada - não havia melhor local para o fazer - ao OhmyNews. [Já agora, é interessante a leitura da comunicação do fundador do OhmyNews na conferência no Harvard University's Berkman Center Internet & Society, há oito dias, intitulada OhmyNews a 'Marriage of Democracy and Technology.] Das muitas perguntas e respostas interessantes da entrevista, retiro esta: "Q.- Your comparison of journalism-as-a-lecture model vs. journalism-as-conversation is fascinating. How would you like to implement this in your new media startup? A. - What I've been doing personally on the blog for some time now has been all about that. The only way you can have a conversation is if you listen. That's the first rule of conversation. And I've had a wonderful time listening, even when they attack me (laughter). I typically learn more from those who think I'm wrong than from people who think I'm right. Especially when they tell me why I'm wrong.And then once you learn how to listen -- which is something journalists need to do better -- then we can then say that with the tools being created -- things like what OhmyNews is doing -- then we can say "Don't just respond to us but let's all talk together" and "Let's develop ways of taking that publication of a story and broadcast and make that the beginning of something."

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Tendências de uma profissão de sonho Que competências se deve hoje desenvolver no mundo dos media? Como ser flexível numa profissão com novos formatos? Como ajustar hoje o trabalho do jornalista a um contexto de dissolução das fronteiras entre jornalismo, publicidade e relações públicas? Estas são algumas questões colocadas a 24 estudantes do Instituts für Journalistik und Kommunikationswissenschaft da Universidade de Hamburg a propósito daquilo que para muitos é ainda uma profissão de sonho. Que perspectivas são ainda possíveis para aqueles que querem ser jornalistas? Este é, no fundo, o tema central do livro Trendbuch Journalismus, organizado por Berhard Pörksen e acabado de lançar pela Edition Medienpraxis.

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Os media em 2014 O Museum of Media History construiu um "flash-film" de oito minutos em que antecipa a história dos media até 2014. O futuro de meios como o Google atravessa todos os anos deste relato, que faz também algumas previsões para o jornalismo.

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Ponto Média A Carolina, do Coisas de Miúda, publica uma entrevista sobre os blogues com o jornalista, docente e blogger António Granado.

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Uma lição de indignidade Pilar Manjón, foi a porta-voz da Asociación de Víctimas del 11M, que compareceu anteontem perante a Comissão de Investigação que tem estado a ouvir e a interrogar diferentes actores para apurar responsabilidades sobre o que se passou antes, durante e depois dos atentados terroristas de madrid. Na intervenção que fez foi dura com os meios de comunicação, acusando-os de se interessarem pelas vítimas e seus familiares fundamentalmente por razões mercantilistas e de audiências, sem cuidarem do sofrimento que a repetição das imagens provocou e continua a provocar. Pois o que a maioria dos grandes jornais fez, ontem, foi referir apenas as críticas que (também) dirigiu aos políticos. Apenas o El País entendeu acolher a crítica: "En la medida en que estos comportamientos hayan sido generalizados, todos los medios y periodistas deberíamos extremar el cuidado y expresar nuestra consideración por las víctimas". O e-Periodistas transcreve boa parte do discurso de Pilar Manjón, intitulando-a "uma lição de dignidade". E contrapõe-no, logo a seguir, às notícias de diferentes media, que preferiram manter um silêncio ensurdecedor sobre o que fora dito acerca do papel dos media. Esta poderia ser "uma lição de indignidade" (cf. mais elementos no Periodistas 21). Fica um breve extracto da declaração de Pilar Manjón: "Condenaremos siempre a aquellos que expongan imágenes que aviven constantemente la causa de nuestro dolor. Cada vez que las imágenes se exponen sufrimos un paso atrás en ese trabajo de convivir con el dolor. Cada vez que aparecen las imágenes nos sumergimos en una, dos, tres semanas de reavivar el dolor, es volver a imaginar cómo pudieron haber muerto, especular sobre si sufrieron o no, si permanecieron con vida el tiempo suficiente para preguntarse dónde estábamos nosotros para socorrerles, dos o tres semanas de emparejar esas imágenes con los rostros de ellos. Regresan las vivencias del desconcierto, el miedo, la impotencia, el desasosiego, la vulnerabilidad, el camino a los hospitales... del caos."

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Alain Juppé tem um blog Veio no Le Monde : « Incroyable ! Alain Juppé écrit un blog. Dans ce journal intime, bien caché sur le site al1jup.com, celui qui n'est plus qu'un ancien premier-ministre, maire de Bordeaux, président de l'UMP - livre tous les jours ou presque, depuis le 1er septembre, des textes, étiquetés "coup de c?ur, coup de gueule, propositions, réflexions ».

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Weblogues e bibliotecas II Mónica André, que foi responsável pelo workshop sobre Weblogs: conhecer e usar a ferramenta no contexto das Bibliotecas, promovido pela Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD), colocou online quer a aplicação que utilizou naquela iniciativa quer uma reflexão sobre o trabalho desenvolvido.

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Uma revista online de leitores para leitores Acaba de ser lançada uma revista online em língua alemã que se define por ser feita por leitores para leitores. A Opinio pretende ser uma publicação interactiva por excelência. «Hier schreiben Sie» (aqui escreve você) é o lema deste espaço onde cada leitor pode ser um "quase" repórter ou um verdadeiro crítico. Viagens, desporto, tempos livres, família, crianças, livros, filmes, arte, cultura, comida, casa... as secções são muito variadas, quase ao gosto de todos os leitores...

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865 jornalistas elegem corpos gerentes do SJ São os seguintes os resultados esta noite divulgados no site do Sindicato dos Jornalistas relativos às eleições para os corpos sociais: Universo de eleitores: 2837 Votantes a nível nacional: 865 Votos para a Assembleia Geral e Direcção Nacional: Total - 865. Válidos - 711; Brancos - 138; Nulos - 16. Votos para o Conselho Geral: Total 864. Válidos - 727; Brancos - 119; Nulos - 18. Votos para o Conselho Deontológico: Total - 863. Válidos - 719; Brancos - 130; Nulos - 14. A tomada de posse dos novos corpos gerentes nacionais do SJ realiza-se a 21 de Dezembro. Como não disponho de elementos comparativos com anteriores eleições, era interessante analisar: - o número de eleitores relativamente ao número de jornalistas com carteira profissional - o número de votantes relativamente ao de eleitores. - o número de votos brancos relativamente ao de eleitores.

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A tecnologia arruinará o desporto? "Will technology ruin sports?", pergunta o jornalista Gregory M. Lamb, num artigo hoje publicado no Christian Science Monitor. "Highlights on cellphones and online fantasy teams alter how fans view games".

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Dez razões para acompanhar os blogues Via eCuaderno, acesso às Diez razones para escuchar lo que se dice en los blogs por parte das empresas, apresentadas por Fernando Polo. O mesmo que escreveu, há pouco mais de um ano o texto "Escucha usted lo que esta diciendo la red?"

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O melhor e o pior da TV portuguesa em 2004 A edição número 19 do "Falar Televisão" incide sobre "O Melhor e o Pior de 2004". Tem lugar hoje, às 21.30, no Jardim de Inverno do Teatro S. Luís, ao Chiado, em Lisboa. Participam Eduardo Cintra Torres, Francisco Teixeira da Mota, Maria Emília Brederode Santos e Miguel Gaspar, com organização e moderação de José Carlos Abrantes.

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Quinta das celebridades "(...) Pedro Santana Lopes é o paradigma de uma nova classe de dirigentes políticos cuja afirmação pública resulta menos da competência específica para o desempenho de cargos de relevo do que da sua notoriedade. Nos tempos que correm - e esse não é infelizmente um exclusivo português, sendo porventura um problema central das democracias contemporâneas - mais importante do que ser reconhecido é ser-se conhecido, não importa como nem através de que meios. Sejam eles, como no caso em apreço, as revistas populares de grande difusão, os "reality show" televisivos, as ligações ao universo do futebol profissional, ou os momentos circenses da actividade partidária". Luís Costa, in Público, 16.12.2004

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Rejeitado Conselho Federal de Jornalismo no Brasil A Câmara dos Deputados do Brasil rejeitou hoje o projeto de lei que visava a criação do Conselho Federal de Jornalismo (CFJ), noticia o portal Comunique-se (acesso mediante assinatura). A proposta que havia sido apresentada pelo Governo a pedido da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), propunha-se "orientar, disciplinar e fiscalizar o exercício da profissão de jornalismo e a actividade de jornalismo". No mesmo processo, os deputados rejeitaram igualmente um projeto de lei que se propunha instituir a Ordem dos Jornalistas do Brasil (OJB). Parece, assim, encerrar-se um processo marcado pela polémica, que se arrastava há quatro meses e que dividiu não apenas os parlamentares como também os própios jornalistas e diversos outros sectores da sociedade civil brasileira.

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"Os homens do professor" Diz o DN que vai ser hoje lançado em Lisboa o livro que reúne uma parte dos comentários dominicais de Marcelo Rebelo de Sousa, organizado pelos jornalistas Júlio Magalhães e José Carlos Castro. Com 325 páginas, o volume conta com um prefácio de José Eduardo Moniz e uma entrevista a Marcelo, que "sofreu bastantes cortes". O director da estação diz, no prefácio, que Marcelo "passou a ser encarado pela equipa como uma peça importantíssima do dispositivo noticioso". Provavelmente nem o livro nem o acto do seu lançamento serão os contextos mais adequados a um esforço de análise e compreensão distanciadas quer do "fenómeno Marcelo" quer do "caso" do seu silenciamento na TVI. Mas, uma vez que o "fenómeno" é, aparentemente o tema do livro, vale a pena recordar perguntas que, em momentos diversos, já "passaram" por este blogue: - Como caracterizar a prestação dominical de Marcelo? Em que medida é que aquilo que nessa prestação ia para lá do comentário transformou a natureza da própria prestação? - De que modo a prestação de Marcelo constituiu, a um tempo, expressão e agente daquilo em que, nos últimos anos, se transformaram os telejornais da TVI e, mais amplamente, de todos os telejornais, com excepção de A Dois? - Qual é papel dos jornalistas, no meio destas tendências? Como avaliar a prestação destes "homens do professor", do ponto de vista do jornalismo? Não quero cometer a injustiça de dizer que estas questões não têm lugar no livro a lançar hoje, pela simples razão de que ainda não o conheço. Mas quero crer que o "caso Marcelo" vai precisar da publicação de mais debate e de mais trabalhos para ser minimamente compreendido. Alguém quer comentar?

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Caso Manso Preto: "Perdemos nós todos" " (...) Tratar o sigilo profissional dos jornalistas como um privilégio que lhes permite, com impunidade, pôr na boca de "fontes não identificadas" tudo o que lhes apeteça, é ver muito pouco. Pode haver abusos, claro. Mas, na sua essência, o sigilo profissional não é um privilégio; é um dever, um pesado dever, que pode mesmo levar um jornalista a ser condenado em tribunal e a ir parar à prisão. É, afinal, o preço a pagar para que as pessoas saibam que podem continuar a denunciar um abuso, a expor uma malfeitoria, a indicar um caso de corrupção, com a certeza de que o jornalista junto de quem o façam preservará a sua confidencialidade. Custe o que custar. Uma lei dá ao jornalista o direito ao sigilo, outra lei retira-lhe esse direito. A ética não dá nem tira: apenas lhe aponta a responsabilidade indeclinável de não defraudar a confiança das pessoas que precisam do trabalho dos "media" para o exercício quotidiano da liberdade de expressão e para o escrutínio dos poderes públicos. Por isso, quando um jornalista é condenado em tribunal por se ter mantido fiel aos princípios éticos e ao código deontológico da profissão, não é só ele que perde; perdemos nós todos." Joaquim Fidalgo, in Público, 15.12.2004

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Weblogues e bibliotecas A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas (BAD), organizou ontem e hoje, em Lisboa, uma acção de formação sobre Weblogs: conhecer e usar a ferramenta no contexto das Bibliotecas. A formadora foi Mónica André, técnica superior do CITI/INETI e blogger do B2OB. O blogger desta iniciativa aqui.

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Universidade do Minho transmite Rigolletto em directo via Internet Hoje, a partir das 19.30, terá lugar a transmissão da ópera Rigoletto , de Giuseppe Verdi, no Auditório B1 do Campus de Gualtar da Universidade do Minho, em Braga. A transmissão é feita em directo, via internet, a partir do Teatro Gran Liceu de Barcelona no âmbito do "Opera Oberta" (Ópera Aberta), um projecto de introdução à ópera no qual participam trinta e sete instituições de ensino superior de todo o mundo e cujo principal objectivo é aproximar os universitários da ópera utilizando as novas tecnologias da informação e da comunicação.

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Emídio Rangel no Clube de Jornalistas "Temos hoje uma oferta televisiva claramente pior e mais pobre do que tínhamos há 5 ou 7 anos atrás". A constatação é de Emídio Rangel, o convidado da edição desta semana do Clube de Jornalistas, a transmitir na quinta-feira, 16, às 23h50, na 2:. Co-responsável por dois grandes projectos de sucesso em Portugal (TSF e SIC), Emídio Rangel fala da sua saída da RTP, admitindo, por exemplo, que «os governos de coligação PSD/PP tinham e têm um projecto para a comunicação social que passa por todos os meios mas, sobretudo, pelo controle das estações de televisão».

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Anedotas Em tempo de tanta anedota, de tanta comédia e tragicomédia, aqui fica a sugestão da leitura deste artigo de Carlos Nogueira, docente da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, intitulado A anedota popular portuguesa, forma breve multimediática.

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"O maior parque de media do país" A RTP assina hoje um protocolo com a Câmara de Gaia com vista à criação, no Monte da Virgem, do "maior parque de media do país". Uma empresa específica, que integrará o grupo do operador público, supervisionará a reformulação radical das instações já existentes. "A ideia - refere hoje o Jornal de Notícias - é concentrar no mesmo local empresas ligadas à indústria dos media, criando o maior parque tecnológico do país com a presença de operadores de televisão, produtoras, agências de publicidade ou universidades", quer do sector público quer privado.

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Os jornalistas portugueses e a Internet João Canavilhas, da Universidade da Beira Interior e um dos investigadores portugueses do webjornalismo, acaba de publicar alguns resultados do estudo sobre o uso da Internet pelos jornalistas portugueses (dica de Ponto Media). Seis anos depois do estudo de Helder Bastos, é interessante verificar como a Internet se rotinizou nas práticas jornalísticas. Canavilhas mostra-se esperançado em que esta integração venha a facilitar a construção e estabilização de "uma nova linguagem" (cf o remate do texto referido). Sem dúvida que essa rotinização é uma condição necessária. Resta, porém, saber se ela vai além da mera utilização de um novo tipo de recursos. Ou seja, se tal incorporação é de molde a abrir terreno a novos modos de fazer jornalismo. Não será por se usar uma nova ferramenta que o jornalismo muda. Não será por recorrer à web que se obtem webjornalismo. Por outras palavras: parece-me pobre o panorama do webjornalismo em Portugal. Que algo está a ser explorado em laboratórios, em alguns países e em nichos de alguns media digitais, parece certo. Que isso esteja a marcar o jornalismo de forma visível, já tenho dúvidas. Será apenas porque estamos no começo e em tempo de experimentação? Vê-se pouca "movida" sobre o assunto, nomeadamente entre os próprios jornalistas. Ou será impressão?

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Educomunicação: blogue internacional Acaba de arrancar a experiência de internacionalização de um blogue português. Trata-se do Educomunicação, blogue criado no âmbito do mestrado de Comunicação, Cidadania e Educação, da Universidade do Minho. Este espaço de registo de notas e comentários sobre as interacções entre o campo educacional e comunicativo passa, doravante, a contar com a participação de responsáveis do grupo pedagógico andaluz Comunicar, um colectivo dirigido por Jose Ignacio Aguaded, com um trabalho de edição de materiais, de investigação e de formação internacionalmente reconhecido. Com esta mudança, o blogue passará a ser escrito em português e castelhano.

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Repressão e silêncio Depois de vários jornalistas "reformadores" iranianos terem publicado, há dias, cartas em que declaravam que as posições até agora defendidas resultaram de "lavagens ao cérebro por parte de contra-revolucionários", é o próprio Governo do Irão que vem adensar as suspeitas sobre o que se está a passar na sombra. De acordo com a agência France Presse, em serviço difundido a partir de Teerão, o Governo interroga-se sobre os métodos utilizados pela justiça (ultraconservadora) do país, para obter cartas de arrependimento de três jornalistas recentemente libertados e de um quarto que se encontra ainda detido. Recorde-se que o regime iraniano desencadeou em Novembro último um vigoroso ataque contra bloggers independentes, tendo preso cinco de entre eles.

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Media franceses criam fundações A notícia vem no Le Monde: os media franceses, seguindo um movimento comum a muitas outras emprpesas e tirando partido de legislação recente de inventivo, estão a criar fundações com fins sociais e/ou culturais. O caso mais recente é o da revista Elle, apresentado publicamente na sexta-feira. Actualização (13Dez.): O ex-director do jornal Le Monde, Edwy Plenel, vai trabalhar na concepção, criação e implementação da Fundação Le Monde, da qual será o primeiro director, anuncia hoje a France Presse.

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A ler Globalidad comunicativa de la solidaridad y defensa del ciudadano frente a los poderes mediáticos, de Mariano Cebrián Herreros.

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Previsões para o Web Design em 2005 A Forty Media - Interactive Agency lançou estes dias uma previsão acerca das novidades para 2005 no que concerne ao Web Design. Em síntese, o castanho vai ser a cor do ano (a par de uma abundância do dourado); a maior parte dos web-desingners vai deixar de usar o tipo de letra Verdana para recorrer sobretudo ao Arial no corpo dos textos; a estrutura com cinco componentes (o cabeçalho, o menu, a barra lateral, o conteúdo e o rodapé) é uma fórmula desgasta. Os designers estarão mais dispostos para variar a este nível. 2005 será, diz a agência, um bom ano para os designers, esperando-se frescura, profissionalismo (porque os utilizadores de websites já não têm paciência para amadorismo!) e uma atenção muito particular aos detalhes.

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Ipsis Verbis "Seria imperdoável descurarmos a barreira com que é imperioso conter o avanço do populismo. Ele existe mesmo, e tem expressão social, cultural e política. Não se trata, apenas, de uma peculiaridade do par Santana Lopes-Paulo Portas. Estabeleceu já, entre nós, raízes profundas, bem visíveis no panorama audiovisual, com a transformação da informação numa variante do entretenimento, o primado dos "reality shows" e a ilusória colocação das pessoas vulgares na frente da cena televisiva; no panorama desportivo, com a protecção de todo o tipo de falcatruas pela lógica multitudinária dos adeptos; no panorama autárquico, pela consagração desmedida do localismo e do pseudofontismo da "obra feita"; na banalização da tábua de valores, com a ideia de que tudo, mesmo a dignidade, é transaccionável e tudo é efémero, mesmo o compromisso." Augusto Santos Silva, Público, 11.12.2004 "A avaliar pelo que já por aí vai, a campanha eleitoral adivinha-se desaustinada e mesmo bravia.Quando digo bravia, não me refiro à contundência das afirmações, que em certa medida até será positiva. Em política, não há nada pior que as meias-tintas e, normalmente, aquilo que se considera escandaloso ou excessivo não é senão o que é dito pelos adversários e com que não se concorda. A frontalidade não constitui, por isso, um obstáculo nem irá beliscar, sequer ao de leve, a integridade e a reputação das instituições, contrariamente ao que parecem acreditar alguns dos seus vigilantes de última hora. Uma campanha, no entanto, não pode ficar-se pela maior ou menor braveza das proclamações e dos ataques. E a próxima, por maioria de razão, conviria que a par da força das convicções trouxesse também alguma clareza nas explicações". Diogo Pires Aurélio, in Diário de Notícias 11.12.2004 "Santana Lopes vivia com uma notória obsessão sobre o que os media diziam sobre ele. A julgar pelas explicações apresentadas por Jorge Sampaio, o primeiro-ministro tinha razões em temer a pior das consequências sobre as notícias dos jornais." Armando Esteves Pereira, Correio da Manhã, 11.12.2004

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Acordo de auto-regulação sobre conteúdos televisivos e infância O acordo, que vinha sendo discutido há semanas, foi assinado ontem, em Madrid, com mediação do Governo espanhol. Envolve a TVE, a Telecinco, a Antena 3 e a Sogecable. O acordo terá uma comissão de acompanhamento, constituída quatro representantes das estações televisivas subscritoras e outros tantos em representação de pais e educadores, juventude e infância e consumidores e telespectadores. O acordo refere-se a um código de conduta cujo texto integral se pode ler aqui.

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"Weblogs: bom ou mau jornalismo?" Segundo Holger Ruscheweyh, autor do weblog MediaSchau, esta questão tem adquirido uma importante dimensão entre os "bloggers" que discutem se, nos weblogs, é possível um jornalismo de qualidade. Ruschewey, que escreve habitualmente sobre os media suíços, considera (num post de hoje) que «os blogs não podem ser jornalismo. Os blogs são um meio». Por isso, para ele a questão deveria ser colocada noutros termos: «O que é que se faz com o meio?»

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"Como se faz jornalismo na Madeira" "A análise das condições concretas em que o jornalismo é exercido no arquipélago da Madeira é o tema da edição do programa "Clube de Jornalistas" que será emitido hoje, à meia noite no canal "A Dois", da RTP. O debate, moderado por Ribeiro Cardoso, tem em estúdio Tolentino da Nóbrega, correspondente no Funchal do jornal "Público"; José António Gonçalves, jornalista free-lance e presidente da Associação de Escritores da Madeira; e José Adelino Maltez, professor de Ciência Política. (...) Ao longo do programa são exibidas ainda imagens de intervenções da Alberto João Jardim que mostram o que pensa sobre o jornalismo e o modo como se relaciona com os profissionais da comunicação". (Ler mais no site do Clube de Jornalistas).

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Como estamos de programação televisiva para as crianças? Hoje, às 15 horas, é apresentada e discutida na Universidade do Minho, uma tese de doutoramento de Sara Pereira, intitulada "Televisão para Crianças em Portugal - um Estudo das Ofertas e dos Critérios de Programação dos Canais Generalistas (1992-2002)". Nem de propósito: o texto "Lugar dos Novos", que Pedro Strecht escreve no Público, dá plenamente o enquadramento, oportunidade e alcance desta tese. Dois excertos do artigo:

"(...) Se tivermos em conta os verdadeiros interesses e necessidades emocionais dos mais novos, o telelixo é rei na programação. Salvando-se pequenas ilhas, alguns oásis que mais não são que pontos de frescura e adequação (os seus produtores e emissores deveriam ser honestamente distinguidos), tudo o mais é um desastre tão grande que nem merece gastar espaço a comentar. (...) De mais seria pedir um compromisso aos operadores televisivos, frequentemente tão ocupados em rentabilizar economicamente os seus canais, para garantir a própria subsistência e lucro, e tão tristemente dispostos a exacerbar o pior e o mais negativo da própria natureza humana, exibindo-a aos mais novos a troco de mais nada que não seja o seu próprio condicionamento e dependência. Não saberemos nunca se quem programa determinadas grelhas tem filhos ou se se interessa genuinamente pelos filhos dos outros. Mas, a julgar pelo que tem estado à mostra, ninguém terá muitas dúvidas em responder".

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Blogues e jornalismo: ecos de um debate Sobre o debate de anteontem à noite no Cybercentro de Guimarães, sobre as relações entre "weblogues e jornalismo", podem ler-se ecos no Atrium e estes textos na Imprensa de hoje: -Blogues Permitem Mais Participação Cívica e São Espaço de Opinião de Jornalistas (Público); - Blogosfera é um poder que vigia o quarto poder (DN, que dá também notícia do lançamento do livro do blogue Barnabé).

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Uma aposta no jornalismo A tomada de posição do Conselho de Redacção da Lusa, transcrito na íntegra nos posts de ontem, aqui em baixo, merece ser assinalado pela afirmação que constitui do que é o jornalismo e das permanentes pressões a que está sujeito. Sobre a questão central - afinal, o que é notícia - já o Blogouve-se, comentou com toda a clareza, há vários dias. Não é preciso dizer mais nada sobre esse ponto. João Paulo Meneses acrescentava um aspecto que partilho: pode ser compreensível, embora não aceitável, que um primeiro-ministro ou um político qualquer, desconhecendo os critérios jornalísticos, pretenda influir no trabalho jornalístico. O que já não é tolerável, por aquilo que indicia - e o CR da Lusa foi claríssimo na denúncia desses pontos - é que uma agência que é juridicamente "uma sociedade anónima com nove accionistas e maioria de capitais públicos" seja tomada por uma "agência oficial do Estado". E não é menos grave que o primeiro-ministro, mesmo actuando como líder partidário, recorra a ameaças do género "nós temos os nomes das pessoas, sabemos quem foram" para castigar um comportamento jornalístico neste caso absolutamente irrepreensível. Não podemos, por conseguinte, senão solidarizar-nos com a tomada de posição do Conselho de Redacção da agência e congratular-nos por haver quem continue a apostar na qualidade do trabalho jornalístico. NB - O comunicado é assinado pelo CR, o que significa que compromete a Direcção editorial.

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Sobre blogues Blogging in America: A View from the Old World - "Usually, our information process can be divided into four segments (fact-checking being part of the two first segments): breaking news, investigative reporting, balanced analysis and then opinion. With the bloggers, you jump directly from breaking news to opinion." The Business Of Blogging - "Just a year ago, blogs were viewed as a collection of off-the-cuff ramblings in cyberspace read mainly by online devotees. (...) Now advertisers are realizing there is a market emerging in the blogosphere".

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Declaração conjunta sobre liberdade de expressão Representantes de três instituições com responsabilidades na promoção da liberdade de expressão acabam de aprovar uma declaração conjunta sobre a matéria. O relator especial das Nações Unidas para a Liberddae de Opinião e de Expressão; o representante para a Liberdade dos media da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa e o relator especial para a Liberdade de Expressão da Organização dos Estados Americanos apelam aos Estados a que revoguem medidas e políticas centradas no segredo, considerando que essas políticas minam o acesso à informação. Ao mesmo tempo recomendam que as limitações e excepções nesta matéria sejam claras e reduzidas ao mínimo necessário.

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Documento Comunicado do CR da Lusa comenta declarações do Primeiro-Ministro "O Conselho de Redacção da Agência Lusa, reunido hoje, esclarece o seguinte: 1 - A Agência de Notícias Lusa é uma sociedade anónima com nove accionistas e maioria de capitais públicos. Como empresa de notícias rege-se por critérios meramente jornalísticos e não é "a agência oficial de notícias" nem a "agência de notícias oficial do Estado", como foi referido pelo primeiro-ministro. O Conselho de Redacção recusa a qualificação usada pelo primeiro-ministro, frisando que o facto de ser uma empresa com maioria de capital do Estado e obrigações de serviço público não significa que possa ser posta ao serviço do Governo ou de quaisquer outros interesses, públicos ou privados. O Conselho de Redacção da Lusa chama a atenção para o facto de outros órgãos de comunicação social com maioria de capitais públicos também não poderem nem deverem ser considerados "a rádio oficial do Estado", a "televisão oficial do Estado" ou "o jornal oficial do Estado". 2 - O Livro de Estilo da Agência Lusa estabelece na sua introdução que a empresa "procura assegurar uma informação rápida, factual, isenta e rigorosa". Diz também que a agência não toma partido em conflitos políticos ou armados, nem em questões sociais, laborais, religiosas ou ideológicas. Não tem opiniões, simpatias ou antipatias. É rigorosamente factual. A sua única missão é informar, transmitindo aos clientes os acontecimentos de que tem conhecimento. As notícias da Lusa são, assim, pautadas por critérios meramente jornalísticos, de absoluta isenção, rigor, objectividade e neutralidade. Na passada quinta-feira, 02 de Dezembro, a Lusa emitiu um despacho com o título "PSD: Santana sem credibilidade para concorrer a eleições ? Macário Correia". Na notícia dava-se voz ao "histórico" social-democrata, autarca e presidente da Junta Metropolitana do Algarve, que criticava o primeiro-ministro. Nesse mesmo dia o próprio primeiro-ministro "respondeu" a Macário Correia, tendo a Lusa feito eco das suas declarações, num despacho contendo as declarações de Pedro Santana Lopes após a posse do secretário-geral do Sistema de Informações, Domingos Jerónimo. Na altura a Lusa noticiou que o primeiro-ministro desvalorizou as críticas de Macário Correia, a quem acusou de "falta de sentido de Estado" e de credibilidade, e concluindo: "É uma pessoa que não considero relevante". Sensivelmente à mesma hora em que o primeiro-ministro proferia estas declarações a Lusa recebeu o telefonema de um assessor de imprensa, segundo o qual o secretário de Estado do Turismo, Carlos Martins, estaria disposto a comentar as declarações de Macário Correia. Ouvido o secretário de Estado, e regendo-se exclusivamente por critérios jornalísticos, foi decidido pela Lusa não se fazer notícia. O Conselho de Redacção frisa que na definição do que é ou não notícia a Lusa pauta-se, como afirma o Livro de Estilo, por critérios de absoluta isenção, rigor, objectividade e neutralidade, não aceitando que seja qualquer poder a definir o que é ou deixa de ser notícia, cabendo aos jornalistas avaliar o que é ou não notícia. Salienta que neste caso foi assegurado o princípio do contraditório, tendo sido ouvido o primeiro-ministro, e que as declarações de Carlos Martins não foram objecto de tratamento jornalístico por não conterem elas mesmas nada que justificasse uma nova notícia (apenas declarações de circunstância), como foi explicado pela Lusa ao secretário de Estado, quando este ligou a indagar o motivo de não ter sido feita notícia. E lembra ao primeiro-ministro que as declarações de Macário Correia e a sua resposta aconteceram na quinta-feira, dia 02 de Dezembro, e não na sexta-feira, dia 03, como disse na Póvoa do Varzim. 3 - O Conselho de Redacção considera inadmissível a frase proferida pelo primeiro-ministro "Nós temos os nomes das pessoas, sabemos quem foram". Tal frase, no contexto em que foi dita, indicia uma ameaça e uma atitude persecutória que o Conselho não só rejeita como repudia. 4 - O Conselho de Redacção rejeita também a conclusão do primeiro-ministro de que é sempre muito difícil o secretário-geral do PSD falar com a agência. A título de exemplo, só no mês de Novembro a Lusa fez seis notícias em que a fonte das mesmas foi o secretário-geral do PSD; cujo nome aparece citado em 33 notícias da Lusa no mesmo mês. 5 - O Conselho de Redacção decidiu tornar público este comunicado." Fonte: Site do Sindicato dos Jornalistas. O comunicado aqui citado foi difundido ontem.

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Sobre os blogues de "Le Monde" Embora contestada por alguns, a iniciativa de Le Monde de abrir aos seus jornalistas e leitores (assinantes) um espaço de blogues é interessante e merece ser acompanhada com atenção. Mas, como acontece noutras áreas da vida pública, quando vamos ler os regulamentos, começam a surgir as interrogações. Vejam-se os seguintes pontos: "Les comportements suivants sont proscrits sur les blogs du Monde.fr : (...) - La reprise partielle ou totale de contenus propres au site www.lemonde.fr (image, article, objet multimédia, dossier, repère?). Chaque abonné au Monde.fr, créateur d'un blog, s'engage : (...) - à communiquer au Monde interactif toute information relative à un contenu présumé contraire aux règles de bonne conduite. Le Monde interactif se réserve le droit de suspendre l'accès et la diffusion de tout ou partie d'un blog contrevenant aux règles édictées, et de demander à l'abonné au Monde.fr de supprimer un contenu manifestement contraire aux règles de conduite ou faisant l'objet de réclamation par des tiers."

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Revista digital sobre Jornalismo Brasileiro A mais recente edição (nº4) inclui, nomeadamente, os seguintes artigos: Jornalismo Online, Informação e Memória:...Apontamentos para Debate, de Marcos Palacios A Simulação da Oralidade no Telejornalismo Brasileiro, de Debora Cristina Lopez e Conhecimento e Formação Graduada em Jornalismo no Brasil, de Francisco José Castilhos Karam.

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Novo livro sobre blogs Está a ser preparado um livro sobre weblogs e o seu uso na comunicação empresarial, uma colaboração de dois autores - Robert Scoble (que trabalha para a Microsoft) e Shel Israel. O livro vai ser escrito em colaboração com os leitores. Um formato que funcionou com Dan Gillmor, em cujo blog recolhi esta informação.

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Direitos Humanos: jornalistas premiados A Assembleia da República anunciou os prémios atribuídos a propósito do 50º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem, os quais serão entregues em cerimónia a realizar na próxima sexta-feira, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Três jornalistas receberão a medalha de ouro comemorativa: a jornalista do Público.pt Sofia Branco pelo seu trabalho intitulado ?Fanado sem excisão pública ? ritual corta a dor das meninas da Guiné?; e José Pedro Castanheira e Ana Baião, pelas reportagens sobre a vida de dois portadores da síndrome de Down. A AMI ? Assistência Médica Internacional viu ser-lhe atribuído o Prémio Direitos Humanos 2004, pelo "trabalho meritório" na luta contra "a pobreza, a exclusão social, o subdesenvolvimento, a fome e as sequelas da guerra", como salienta o site do Parlamento.

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Parabéns (merecidos) ao Ponto Media O Ponto Media acaba de ser galardoado com o prémio de ouro de melhor blogue jornalístico em língua portuguesa, atribuído por um júri no âmbito do Deutsche Welle International Weblog Awards 2004. O facto é motivo de regozijo, porquanto este blogue (e o seu autor, o jornalista e académico António Granado), além de pioneiro, tem deixado uma marca de qualidade na blogosfera. Um abraço, pois, ao António! O blogue do colunista Ricardo Noblat recebeu o prémio de prata, atribuído pelo público. Entre os nomeados e finalistas, encontra-se ainda o Intermezzo, cuja proeza também daqui se saúda.

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Cursos de comunicação e jornalismo: ciclo inicial de três anos A proposta do grupo da área de Ciências da Comunicação, cujo trabalho estava previsto ser hoje apresentado pela ministra do sector, aponta para um ciclo inicial de três anos, seguido de uma pós-graduação de dois ou de um mais um. O grupo, que foi coordenado por José Viegas Soares e com uma equipa constituída essencialmente no seio da Escola Superior de Comunicação Social, teve em conta quatro áreas profissionais: Publicidade e Marketing; Comunicação Organizacional / Relações Públicas; Jornalismo ; e Audiovisual e Multimédia. Para cada uma destas áreas foram definidas competências gerais, académicas e/ou específicas, as quais deveriam ser tidas em conta na reforma dos cursos. O documento, cujo capítulo relacionado com o jornalismo teve como relator Mário Mesquita, irá estar disponível no site do Ministério da Ciência Investigação e Ensino Superior, segundo anúncio do próprio Ministério.

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A cobertura mediática da corrupção em debate O serviço de informação das Nações Unidas de Viena agendou para a próxima quinta-feira um Fórum com Jornalistas para assinalar o Dia Internacional Contra a Corrupção. A ideia é debater a cobertura jornalística da corrupção, com o objectivo de providenciar aos jornalistas austríacos e aos correspondentes internacionais sediados em Viena uma oportunidade para participarem em manifestações contra a corrupção e a sua cobertura pelos media.

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Acesso livre ao conhecimento científico Na passada sexta-feira, o Reitor da Universidade do Minho (UM) presidiu a uma sessão de apresentação da Política de Auto-Arquivo de publicações digitais que será adoptada na UM a partir do próximo dia 1 de Janeiro de 2005. Para além da entusiástica defesa do Acesso Livre ao conhecimento científico, a UM celebrou, com esta iniciativa, o primeiro aniversário da abertura do 1º Repositório Institucional lusófono. O RepositóriUM foi um dos 17 participantes no projecto-piloto Google-Dspace, iniciativa que está na base do ScholarGoogle. Helena Sousa

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"O provador dos leitões" O jornalista Eugénio Queirós diverte-se com os provedores do leitor. Acha-os um assunto démodé, embora merecedor de uma crónica, que redigiu para o site do Clube de Jornalistas. Tirando o seu "ex-profe" Mário Mesquita, conhece poucos que lhe "provoquem a libido jornalística". "Há mesmo alguns provedores de leitores de jornais de grande circulação que (...) nunca vi a assinarem uma reportagem ou uma notícia de polícia", queixa-se. "São académicos puros e duros", imagine-se. O provedor, para quem não saiba, "atende as queixas daquela franja de leitores que tem tempo e paciência para ler o jornal de ponta a ponta - para nele descobrir gralhas até nos anúncios classificados - e também as queixas dos ofendidos com notícias sobre as suas vidas pessoais (...)". Ou seja, "as queixas que chegam ao provedor não representam minimamente o universo de leitores de um jornal. E este está longe de ser alguém útil ao jornal naquilo que é a sua missão: dar notícias, fazer boas reportagens, fazer gozar o leitor". De modo que Queirós, depois de demonstrar a inutilidade do provedor no campo do jornalismo, recorre à ideia de um amigo para o arrumar no território gastronómico, embora em especialidade apaladada: faz dele "o provador de leitões". Estamos, pois, conversados.

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A saída de um provedor Um caso que conto no JN de hoje e que vem relatado na newsletter de Novembro da ONO - Ornganization of News Ombudsmen: "Yavuz Baydar, provedor do leitor do jornal turco Millyet e ex-presidente da ONO ? Organization of News Ombudsman, viveu recentemente uma experiência marcante: viu-se na contingência de abandonar o cargo, na sequência de um conflito que se estendeu ao longo de três meses. Na origem do conflito esteve uma ?notícia? publicada em Junho pelo Millyet, em que se contavam pormenores acerca de uma alegada reunião secreta que teria havido no Departamento de Estado norte-americano com peritos turcos e do Médio Oriente, cujo tema seria a reacção da Turquia se a cidade de Kirkuk, no Norte do Iraque viesse a ser completamente controlada pelos curdos. Haveria por detrás a presunção de que a administração Bush estaria na disposição de aceitar tal hipótese. Veio a saber-se, entretanto, que a reunião nunca chegou a ter lugar e que os supostos participantes se encontravam, no momento fixado na notícia, em sítios muito longínquos. Não foi só o Millyet que publicou sobre o assunto. Mas enquanto outros, pressionados pela embaixada dos Estados Unidos da América, acabaram por assumir o erro, aquele diário entendeu não o fazer. O provedor pegou no caso, mas viu-se pressionado quer pelo dono quer pelo director do diário e foi ele próprio quem acabou por sair, ao sentir minada a relação de confiança com o jornal a cujos quadros, de resto, pertencia. Foi, já depois disso, contratado para a mesma função por um jornal concorrente que nunca tivera provedor. O lado positivo desta história é que o Millyet não acabou com o cargo, o que significa que a Turquia passou a ter mais provedores do leitor".

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Das Medienhaus A Wilhelm Fink Verlag lançou este mês o livro "Das Medienhaus", de Thomas Lehning. Com o subtítulo "Geschichte und Gegenwart des Bertelsmann-Konzerns", o livro é um registo de 348 páginas sobre a história e a presença do grupo Bertelsmann no mercado mediático. Considerada um dos maiores grupos internacionais de media, a companhia Bertelsmann atingiu nas últimas décadas um índice de concentração empresarial que em Portugal se tornou recentemente emblemática pela anunciada entrada do grupo alemão no capital da TVI.

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Notícias da crise "Cinha Jardim abandonou ontem a Herdade da Baracha perante a estupefacção dos companheiros. A ?tia? que disse várias vezes nunca desistir dos desafios que lhe surgem no caminho, desistiu (...) alegadamente por sentir falta das filhas, cuja visita, na passada terça-feira serviu, de acordo com as suas palavras, avivar as saudades e fazê-la sentir que há uma vida lá fora.". Por conseguinte, a deserção não tem nada que ver com um episódio anterior. Mais aqui.

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Perguntas No documento sobre os Cem Dias do XVI Governo Constitucional, que dá conta de "algumas das mais significativas acções" realizadas, aparece, sob o nº 28, o seguinte: "Estatutos da nova entidade reguladora dos media: Projecto está a ser analisado por especialistas, parceiros do sector da comunicação social (sindicatos, associações de telespectadores, associações dos meios etc.) e outras forças parlamentares, tendo em vista iniciar-se a instalação da nova entidade ainda em 2004". Dando de barato o voluntarismo da data da instalação da nova entidade, parece oportuno perguntar: se há tanta gente a analisar o projecto, não é estranho que nada tenha transparecido para os media? Se ele está em debate, será pensável que não se tenha sabido de nada, tanto mais que a Alta Autoridade esteve particularmente sob fogo do Governo e do PSD nas últimas semanas? Alguém sabe de alguma coisa?

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Ipsis Verbis "A morte do Governo começou no dia em que Marcelo saiu da TVI. Santana Lopes bebeu o cálice da cicuta que lhe foi dado pelos amigos do peito. Ele deveria ter percebido que a política e a amizade podem resultar num cocktail explosivo. Assim aconteceu". Judite de Sousa, in Jornal de Notícias, 4.12.2004 "É certamente do domínio do delírio justificar a decisão do Presidente invocando as críticas de vários comentadores ao Governo. Ou seja, depois de muito justamente se ter criticado o Governo pela sua obsessão com a imprensa, só nos faltava ver a mesma imprensa transformada numa espécie de Conselho de Estado informal mas de parecer vinculativo". Helena Matos, in Público, 4.12.2004 "O que leva a que alguns jornalistas apresentem Fátima Felgueiras como refugiada no Brasil? Entre um refugiado e um fugido à justiça há uma diferença abismal". Helena Matos, in Público, 4.12.2004

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Análise política No Correio da Manhã: "Castelo Branco diz gostar muito do primeiro-ministro, que considera "um homem de barba rija", pois "agarra tudo pela frente, enfrenta tudo". Cinha, ex-companheira de Santana Lopes, gostou das palavras do "marchand" e acrescentou que "não existe mais ninguém" para o substituir. Jorge Monte Real também. Castelo Branco e Cinha Jardim voltaram ontem à tarde a falar de Santana Lopes, com a loira a apontar a vaidade como defeito do ainda primeiro-ministro. E afirmou ainda que o facto de não ter uma vida estável é um forte entrave para a dedicação à vida política. Zé Castelo Branco lamentou a sua "queda", mas Cinha acredita que Santana Lopes vai reerguer-se. "Como uma Fénix", acrescentou o Conde."

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Blogues e jornalismo: debate em Guimarães O Cybercentro de Guimarães acolhe na próxima terça-feira, dia 7, pelas 21.45h, um colóquio sobre "o papel dos blogs no jornalismo actual". Participam Elisabete Barbosa (blogger do Jornalismo Digital e co-autora do livro ?Weblogs - Diário de Bordo?), Fernando Zamith (Agência Lusa e blogger do Jornalismo PortoNet), João Paulo Meneses (TSF e blogger do Blogouve-se) e Manuel Pinto (provedor do leitor do JN e blogger do Jornalismo e Comunicação). A organização da iniciativa cabe ao Cybercentro, juntamente com o Gabinete de Imprensa de Guimarães.

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"Em Nome do Leitor" Joaquim Fidalgo, membro da equipa deste blogue, acaba de publicar, na Minerva, uma selecção das colunas de provedor de leitor, cargo de que foi titular, no Público. O volume intitula-se "Em nome do Leitor: As Colunas do Provedor do Público".

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Os blogues e a crise política "Blogosfera concorreu com 'sites' na cobertura da crise", observa hoje o Diário de Notícias. Sublinha sobretudo o papel da blogosfera no "breaking news". Podia levar o trabalho um pouco mais longe e considerar também a análise que alguns blogues fizeram da cobertura mediática. Consultando, por exemplo, este post do Contrafactos e Argumentos.

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Manual de jornalismo para contextos de crise "Reporting for change: a handbook for local journalists in crisis areas" é o título de um livro de 269 páginas que o Institute for War & Peace Reporting acaba de publicar e que se encontra integralmente disponível online. "O jornalismo nunca teve uma idade de ouro" começa por se escrever na introdução. "A luta travada pelos jornalistas para dar a informação sempre deparou com entraves, limitações e censura da parte das instâncias oficiais. Ao mesmo tempo, os jornalistas tornaram-se alvo de ataques .(...) E não apenas de ameaças físicas. Na economia globalizada, em que os grupos multinacionais estão a monopolizar os media (...) o jornalismo sério está a perder terreno (...) e o noticiário internacional está a ficar refém de uma perspectiva paroquial e insular".

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Novos blogues de comunicação e jornalismo BLOG_TV - Um novo blogue recentemente criado por Francisco Rui Cádima, professor do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Nova e ex-director executivo do OBERCOM. Um foco de atenção ao universo televisivo. Fotojornalismos - "Uma vez que não se mostra nem discute o fotojornalismo português em nenhuma parte", o fotojornalista free-lancer Gonçalo Lobo Pinheiro criou este "espaço de discussão, partilha de ideias e mostra de imagens". Comunicación Política - "Weblog académico sobre el lugar del periodismo en la democracia: Si bien prestaremos una atención especial a los últimos estudios científicos desarrollados dentro de este campo académico, procuraremos también comentar, con las gafas del investigador social, aquellas noticias que guarden relación con la comunicación política". Periodismo Global - "Notas, artículos y columnas de opinión sobre periodismo, medios y comunicación social". (Actualização em 3.12.2004, para introduzir o Blog_TV, cuja referência encontrei no Indústrias Culturais)

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Ipsis Verbis «Não se dá posse ao Governo no mês de Julho para a seguir o demitir no mês de Novembro só porque há uns senhores da comunicação social que batem no Governo, só porque há uns senhores empresários a quem este Governo não fez os fretes a que estão habituados que se lhes façam neste país». Alberto João Jardim, in Expresso online "Qual foi, afinal, o factor de instabilidade? Belém ou São Bento? Quem é que mandava recados, permanentes, de dissolução iminente? Quem pode governar assim?" Luís Delgado, in DN 2.10.2004

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Palavra na moda O termo 'Blog' lidera o ranking das palavras mais procuradas do ano, no dicionário Merriam Webster, segundo noticia a Reuters. O termo passará a constituir, a partir de 2005, uma nova entrada no Merriam-Webster Collegiate Dictionary. Segundo a agência, "freed from the constraints that govern traditional print and broadcast news organizations, blogs spread gossip while also serving as an outlet for people increasingly disenchanted with mainstream media".

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