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Manuel C. Chaparro analisa a Imprensa portuguesa O professor de Jornalismo da Universidade de S.Paulo Manuel Carlos Chaparro iniciou, na semana passada, no portal Comunique-se (acesso mediante registo) uma análise da Imprensa portuguesa, elaborada na sequência de um mès de permanência entre no país. Aqui e ali, essa análise é levada a cabo em termos comparativos com o panorama brasileiro, o que lhe confere um interesse e alcance acrescidos. Apesar de pontualmente - e como o próprio autor adverte - se notar a falta do "suporte de uma observação sistemática", o texto é importante e merece ser analisado. Destaco algumas notas soltas:

- "A imprensa portuguesa está histórica e culturalmente vinculada à escola francesa de jornalismo [em contraponto com a brasileira, mais vinculada à escola norte-anericana], enraizada na força argumentativa de articulismo. Mais do que os fatos, as ideias dão tom aos jornais mais conceituados". - "A proeminência do esporte (leia-se futebol) constitui uma faceta pouco estudada, e surpreendente, nas preferências jornalísticas dos portugueses". - "Com mais ou menos intensidade argumentativa, com tiragens maiores ou menores, a verdade é que impressiona a massa de texto oferecida pelos principais diários portugueses, em especial nos fins de semana." - "Será que o tom argumentativo e os exageros verborrágicos explicam as baixas tiragens dos diários ditos de referência? (...) De qualquer forma, temos aí uma equação que não fecha, no mínimo curiosa: quem mais leitores tem, não gera discussão pública; quem gera discussão pública, poucos leitores alcança." - "Deve-se levar em conta, entretanto, que essa é uma questão tangenciada por grossos preconceitos, em Portugal como no Brasil. Um deles, o que leva as elites, protagonistas do tal debate público, a proclamarem como 'produto ruim' o jornalismo que elas próprias rotulam de 'popular', para o desqualificar. Sequer se importam com as complexidades que o termo 'popular' pode conter, uma delas, a possibilidade de escolha de outras perspectivas, no 'ver' e no 'relatar' do que acontece."


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