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Dois textos no DN e um no Público de hoje que merecem referência: - - - A 'orientação' da informação, a coluna da Provedora do Leitor, Estrela Serrano: "(...) Os jornalistas sentem sempre alguma incomodidade em reconhecer a dependência face às fontes oficiais. Contudo, como uma vez mais se provou, em situações de conflito armado é difícil fugir-lhe. Os processos de controle da informação podem ser mais ou menos sofisticados mas nunca são politicamente neutros. A acreditação de repórteres, a organização de pools, a selecção dos locais a filmar e fotografar, as «fugas» de informação, constituem formas de «orientação» da informação. A selecção de comentadores, por parte de instituições com poder na sociedade, insere-se, também, nesse processo.(...)". - - - Os novos alvos de uma guerra em directo , de Armando Rafael: "Anthony Cordesman lançou esta semana um desafio perturbador: será que os jornalistas podem ser considerados como um alvo militar numa situação de combate? (...)". A questão "assenta num pressuposto assustador _ o de que o controlo dos medias e da informação num conflito que transmitido em directo transforma os profissionais da informação num alvo potencial, uma vez que os dados que eles (nos) proporcionam podem ser tão importantes como o desenrolar das próprias movimentações no terreno. E se ele tiver razão?". - - - A Guerra e a Crise da TV Generalista, de Eduardo Cintra Torres:> "A cobertura da guerra pelos canais generalistas portugueses surpreendeu pelo imenso tempo de emissão e pelos meios empenhados, superiores aos de outros países europeus, igualmente não envolvidos no conflito. (...) Nos instáveis anos televisivos que vivemos, a TV generalista deixou de ser um "mass media" como antigamente. Primeiro, porque as massas acabaram (só PCP é que finge que não sabe, para não ter um amanhã que chora). Segundo, porque a oferta televisiva de informação, entretenimento e até de programas ligeiramente educativos multiplicou-se diversas vezes com o cabo e satélite. As escolhas fragmentaram-se. Em consequência, os canais generalistas atraem menos gente, em especial entre os grupos mais dinâmicos da sociedade, aqueles para quem a maior parte da publicidade é feita. (...) Este quadro só se altera com os chamados "eventos"" (....) como, por exemplo, "uma guerra".


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