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Independência do serviço público "Deve haver uma definição por parte do poder político acerca do modelo de programação do operador de serviço público", terá afirmado Morais Sarmento, durante o primeiro colóquio da Rádio e Televisão de Portugal, que ontem decorreu em Lisboa. Apesar de sublinhar que o papel do Governo "não pode envolver o que são as competências da administração, como seja a escolha dos responsáveis" pelas áreas de programas ou de informação, o ministro que tutela a pasta da Comunicação Social lembrou serem "os responsáveis políticos que respondem perante o povo"."Não são os jornalistas nem as administrações que vão responder perante os eleitores" pela informação ou pela programação da estação pública, salientou o ministro.Por isso, disse, é necessário "haver limites à independência" dos operadores públicos sob pena de ser adoptado "um modelo perverso" que exige responsabilidades a quem não toma as decisões. (Fonte: Público Ultima Hora) Algumas notas: :: É necessário haver limites à independência dos operadores públicos? Ninguém imagina estes operadores a funcionar em roda livre. Mas, se cabe ao Governo escolher os administradores... :: A gravidade das afirmações do ministro com a tutela da comunicação social decorre de colocar no Governo como que um dever de interferência nos modelos de programação. As declarações têm o mérito de clarificar quais as ideias e os projectos governamentais para o sector público da comunicação social, mas deixam no ar interrogações preocupantes. :: Era interessante debater a ideia de que o Governo (ou o poder político) é que deve responder pela programação do operador público. Há outras soluções que asseguram a "accountability". E que têm a vantagem de não fazer a programação flutuar ao sabor das vicissitudes político-partidárias. Por isso, o argumento de Morais Sarmento, sendo compreensível, não é aceitável.


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