O que é, hoje, ser correspondente estrangeiro? Um livro recentemente publicado nos Estados Unidos da América [Through Their Eyes - Foreign Correspondents in the United States, de Stephen Hess, Brookings Institution Press 2005] sobre a cobertura feita da América de Bush pelos correspondentes estrangeiros lança a polémica: em 90 por cento dos casos, é possível exercer as funções de correspondente naquele país, vivendo, por exemplo em Tóquio ou em Bogotá ou em Lisboa. E isto porque, no dia a dia, mais do que a informação mainstream, que as agências dão, se trata sobretudo de, com meios escassos, encontrar novas fontes, descobrir informação relevante que os grandes media não dão. Aí, os blogues e outro tipo de ferramentas de auto-edição surgem como recurso imprescindível. O que leva o site IBLNews a perguntar, uma vez mais: "Serão os blogues o futuro do jornalismo?". De um colóquio recentemente realizado sobre estas matérias, o mesmo site fornece o link para o podcasting de vários dos intervenientes.
Bem, creio que esta pergunta assusta os novos jornalistas ou os estudantes de comunica??o, como eu. Pretendo ser correspondente, essa ? a minha meta, mas confesso n?o saber como conseguir isso. O que ? preciso, entendem? Pe?o que me ajudem se puderem a me informar a respeito. Obrigada desde ent?o e espero contato.