Weblogue colectivo do projecto Mediascópio - CECS / Universidade do Minho | RSS: ATOM 0.3 |



Nas análises do ano prestes a findar, os weblogs parecem ser figura de proa, nos desenvolvimentos da net. É certo que se trata de um fenómeno cuja expansão é ainda bastante localizada. Mas vale a pena estar atento a ele, quer como analistas e observadores, quer comno praticantes. Eis mais algumas referências recentíssimas: NO USA Today escreve Dale Dallabrida que os "Web logs open up a new world of journalism" , ficando a marcar "one of the hottest Web trends of 2002", envolvendo "an estimated 500,000 blogs". Por sua vez, Mark Glaser traça, na Online Journalism Review, um cenário possível para 2003: "Weblogs have been all the rage in online media, but 2003 will be the real breakout year for blogs, as more journalists use them, more regular Joes and Janes use them, and more celebrities use them (and charge money for access)". O Star Tribune , por sua vez, observa que os blogs "will gain credibility among future news consumers because blogs are independent news-and-opinion sites that often have no commercial interests". Há, ainda, essa dica do E-media Tidbits, segundo a qual a AOL estará a considerar a possibilidade de colocar ao dispor dos seus assinantes um processo para que possam criar os seus weblogs. A medida faria certamente dar um grande salto no número dos bloggers actualmente existentes. Por fim, para terminar este pequeno "tour", uma das tendências a que se refere o Boston Globe de ontem é o dos weblogs móveis (moblogs), mas também vlogs, audioblogs, etc.

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Sob o título "Sabes a que brincam os teus filhos?", a Amnistia Internacional - secção espanhola denunciou a existência de videojogos ao alcance de menores com conteúdos que desprezam os direitos humanos. Seria o caso de "Mafia" e "Warcraft III, Reign of Chaos" (fonte: Cibernauta.com). Ver um dossier sobre o assunto no site da Amnistia. Muniz Sodré publica na última edição do Observatório da Imprensa, a peça "Guerra anunciada - a mídia, o lobo e o cordeiro". Um extracto: "são os argumentos culturalistas, reforçadores do vago conceito de "identidade civilizacional" que predominam nas notícias jornalísticas. Do território palestino ao iraquiano, o "Outro" é conotado por textos e imagens como derivações semióticas do Mal, oposto ao Bem ocidental, do mesmo modo como os fundamentalistas islâmico conotam os Estados Unidos como o Grande Satã". "Yes, Circulation Directors, They’re Still Buying the Paper" é a conclusão de uma série de estudos trimestrais realizados ao longo deste ano. Pretendem refutar a ideia de que "web usage is eroding single-copy sales and newspaper readership".

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"Sua excelência, o assessor - veteranos nas redacções" é o título de um artigo muito interessante da revista brasileira Imprensa. Não tem data, mas suponho que foi onlinizado (neologismo para "publicado online") por altura das eleições no Brasil. Explica a origem e percurso dos assessores dos candidatos a presidente e descreve formas de trabalhar que nem sempre são comuns com as nossas. Vale mesmo a pena ler.

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Um terço dos norte-americanos elegeu a internet como primeira escolha de fonte de informações sobre saúde, instituições governamentais e negócios. A notícia está no El Mundo.

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O Guardian sugere um teste ao conhecimento das notícias que marcaram 2002. Não há nenhuma pergunta sobre Portugal e o teste é algo britanizado, mas tem a sua piada...

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Finalmente, uma notícia - cuja perspectiva, boa ou má, depende do posicionamento político de cada qual, já se vê... - da ilha de Fidel que vale apena celebrar. Foi publicada no La Nacion de hoje, e que segue na íntegra. Aproveito a ocasião para desejar um óptimo 2003 a todos os bloggers mais ou menos ortodoxos. La prensa independiente de Cuba gana espacio El movimiento de periodistas independientes de Cuba ha puesto en circulación una revista bimestral para promover la libertad de expresión dentro del censurado panorama informativo de la isla. Auspiciada por la ilegal Sociedad de Periodistas Manuel Márquez Sterling, la revista De Cuba cuenta con 52 páginas editadas de manera rústica, con secciones de política, economía, cultura e historia. "Mantendremos el compromiso de salir con frecuencia bimestral si Dios y la Seguridad del Estado lo permiten", dijo Ricardo González, director de la publicación, al diario El Nuevo Herald, de Miami. González manifestó que el primer número de De Cuba circula sin que se denunciaran acciones represivas por parte de las autoridades. La realización de una publicación independiente dentro de Cuba ha sido un viejo proyecto acariciado por los grupos de la disidencia interna.

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Já está em linha o número de Janeiro de 2003 de Sala de Prensa. Os textos desta edição incluem: "La deontología periodística frente a los cambios técnicos y la globalización" (Guy Riboreau); "De Maguncia a Telépolis: Claves de la enésima revolución mediática y pasaje para la próxima" (José Luis Orihuela); "Elementos para compreender o jornalismo informativo" (Rosa Nívea Pedroso); "El periodista y los organismos científicos" (Rocío Jiménez Ramón); "Periodismo biográfico en Colombia" (Julián González); "El nivel de los periodistas digitales hispanos y anglosajones es equiparable" (Alex Fernández Muerza).

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Ao que parece, 2002 que está prestes a terminar foi o ano do blog. Eu acho que sim!

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O Expresso vai passar a cobrar pelo acesso a parte dos seus conteúdos. Depois do Público é a vez do semanário reservar parte do seu conteúdo para os que pagam. O jornal vai cobrar o acesso, pela internet, aos conteúdos da edição impressa. A actualização diária e as crónicas continuarão a ser de graça. A mudança acontece em Janeiro a par com alterações nos cadernos impressos.

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"Não sei" foi a resposta mais ouvida pela Marktest quando procurou inquirir lisboetas e portuenses sobre o mais negativo e o mais positivo acontecimento do ano de 2002. A catástrofe originada pelo Prestige foi considerada o evento mais negativo por 15.5% dos inquiridos, num claro efeito da proximidade temporal do assunto.Segue-se-lhe um acontecimento que já é de 2001 (o 11 de Setembro, com 8%), posicionando-se a seguir o novo Governo e a crise económica. Mais de um quarto dos inquiridos (27,5%) não foram capazes de indicar um assunto. Já relativamente ao acontecimento mais positivo, 70,9% não foram capazes de dizer nada. De entre os que indicaram, a mudança de Governo surge à frente, com 4,4%, seguida pela independência de Timor e pela entrada do Euro.

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Algumas notícias recentes: * Nos Estados Unidos, e particularmente em Chicago, alguns jornais concorrem afanosamente na disputa pelos leitores mais jovens. Leia este texto publicado pelo ABC. * Neste Natal, as televisões privadas venezuelanas passaram da publicidade à propaganda: no meio da greve geral, decidiram inserir spots a apelar à renúncia do Presidente Chavez e à mobilização da população com o mesmo objectivo. * A Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade de Santiago de Compostela decidiu realizar um estudo sobre as alegadas pressões de que teriam sido vítimas os jornalistas na cobertura da tragédia do Prestige. A notícia é do jornal Vanguardia.

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A minha reflexão natalícia constitui um convite a todos os membros do weblog e a todos os visitantes: os tambores da guerra estão a tocar com mais intensidade, como todos temos, certamente, estado a ouvir. É possível e saudável que sobre o assunto de um possível ataque ao Iraque tenhamos posições diferentes. Ou até que tenhamos dificuldade em tomar uma posição clara. O que não deveria passar em claro seria ver, uma vez mais, os grandes meios de comunicação, converterem-se nos porta-vozes de fontes oficiais de um e outro lado (mas também aqui, evidentemente, as armas são muito desguais). Ora, vendo as notícias das últimas semanas, o que me parece é que, neste caso, mais do que em qualquer outro, a primeira vítima (the first casuality) seja a verdade. Assim, sugiro que nos mobilizemos um pouco, nestes tempos que, festivamente, evocam a paz, mas por detrás dos quais se ouve o troar dos canhões), em torno de aspectos como os seguintes (e outros): - Quais as fontes de informação das notícias sobre o Iraque; - Que orgãos de comunicação podem dar conta de informações independentes; - Que casos configuram mera propaganda de guerra ou possíveis manipulações; - Que materiais podem ajudar a ler com mais acuidade as notícias que nos vão chegando - Que notícias e estudos de organizações independentes; - Que papel poderão ter os weblogs neste processo. Pela minha parte, e por hoje, deixo aqui o texto: 17 Tips: What A Peace Journalist Would Try To Do .

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Para os lisboetas e visitantes da capital pode interessar esta mensagem de Nuno Rodrigues, da Cinemateca Nacional: "A CINEMATECA VOLTA À BARATA SALGUEIRO Quase dois anos depois da última sessão na Rua Barata Salgueiro, a Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema volta a casa. Uma casa bem igual e bem diferente. Um antigo espaço - dos raros que nesta rua se preservou - e vários novos espaços, que se descobrem por dentro e de dentro, como quase tudo na cidade secreta que Lisboa é". Notando que aquele edifício mantém as suas características, Nuno Rodrigues sublinha que se ganhou uma nova sala de cinema; uma nova cabine de projecção, com o melhor equipamento de imagem e de som; cinco sessões diárias, de segunda a sábado; uma sala exclusivamente destinada à projecção DVD com sessões non-stop entre as 14h30 e as 19h30, todos os dias úteis, com acesso gratuito; vários espaços de exposição; uma livraria, um bar e uma esplanada.

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Blogs: "the hot story of 2002" Cynthia L. Webb, do Washington Post, considera que "Blogs, or online Web logs of news and views, were the hot story of 2002, the year when blogging caught the eye of the mainstream press in a big way and pundits began to recognize blogs as useful tools for everything from venting about politics to raving about a favorite band". O texto intitula-se Blogging Goes Mainstream.

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Um estudo feito em conjunto por investigadores da universidade, centro médico e outras instituições de Dartmouth, publicado no Journal of Adolescent Health deste mês, conclui que os estudantes entre os 10 e os 14 anos andam a ver demasiados filmes violentos. Os autores consideram que os adolescentes são aliciados pela poderosa publicidade da indústria cinematográfica, acabando por ser expostos a uma "violência brutal e muitas vezes sexualizada".

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Uma investigação feita pelo Laboratório de Efeitos dos Media da Universidade Estatal da Pensilvânia, nos Estados Unidos, concluiu que os estereótipos raciais influenciam a memória que as pessoas criam dos crimes retratados pelas notícias. Os negros são as maiores vítimas deste fenómeno psicológico colectivo, sendo quase sempre recordados como autores dos crimes, mesmo quando a notícia lida fala de um criminoso branco. As autoras do estudo, Mary Beth Oliver e Dana Fonash, pediram a leitores brancos de jornais que lessem uma série de notícias sobre crimes violentos e não violentos, envolvendo tanto suspeitos negros como brancos e incluindo fotos tanto de uns como de outros. Em seguida, as pessoas deviam ver fotografias e identificar aquelas que correspondiam às notícias lidas. Resultado: a tendência era uma sobre-identificação dos negros como autores dos crimes. Foi aos negros que os leitores mais atribuíram a autoria de crimes violentos, relacionando mais os brancos com os crimes não violentos. Para mais, “as memórias equivocadas das pessoas das notícias de crimes violentos parecem implicar todos os negros e não apenas os indivíduos que são de facto referidos”, disse Mary Beth Oliver.

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Conclusões de um estudo recente, realizado nos EUA, comprovam que na Internet, a imagem e estrutura do site, contribuem para a credibilidade atribuída às notícias. O tema não é novidade, mas é sempre bom lembrar. Fica aqui o artigo completo.

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O Manifesto de um conjunto de individualidades contra o encerramento da revista "Notícias Magazine" no Porto, a que fiz referência na segunda-feira, pode ser subscrito por todos aqueles que concordarem com o seu teor. Para tal, deverão ir ao site do Sindicato dos Jornalistas, onde se encontra o documento e o modo de assinar.

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Uma boa notícia de Natal para aqueles cujos jornais permanentemente em crise financeira não podem assinar as Science e afins deste mundo: um grupo de cientistas (um grupo considerável, são 30 mil de 182 países) decidiu desafiar o monopólio das publicações científicas e divulgar on-line, sem restrições e sem intenções lucrativas, os resultados de investigações feitas em vários domínios do conhecimento. O projecto chama-se Public Library of Science (PLoS) e vai arrancar com duas revistas - a PLoS Biologia e a PLoS Medicina - no segundo semestre de 2003. A ideia dos cientistas é divulgar a ciência sem esbarrar no controlo das editoras, que levam a que a difusão seja limitada. Por um lado, divulga-se pouco e, por outro, divulga-se a poucos receptores. Criar um acesso livre aos resultados científicos, facilitar a pesquisa, criar médicos e estudantes mais bem informados, estimular a formação de novas formas de busca de dados neste rico manancial são os objectivos elencados no site da PLoS. O projecto pode arrancar graças a um mecenato de 9 milhões de dólares por parte da Fundação Gordon and Betty Moore. A notícia está no El Mundo.

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Eis uma notícia que pode interessar e que talvez ainda não tenham visto: jornais directos "ao cliente", via satélite, mas... impressos na forma tradicional. (Será que fiz bem o link?...)

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O documento com "As Novas Opções para o Audiovisual", que o ministro Morais Sarmento acaba de apresentar em Lisboa, encontra-se disponível no site do Ministério da Presidência. O documento tem 54 páginas, contempla a RTP e RDP e tem um capítulo de contextualização e outro de orientações estratégicas, além de dois anexos com as principais medidas e iniciativas.

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Periodismo en la Red (Anaya Multimedia, 2002), do jornalista Jaime Estévez é o título de um trabalho publicado em Espanha. Pode ler-se uma apresentação feita em E-Periodistas por Ramón Salaverría (cujo regresso ao blog saúdo!). Cito: "El libro nos cuenta, con abundancia de datos y de nombres, cómo algunos periodistas osaron lanzarse a principios de los años 90 a un ámbito virgen como la Red, cómo se desarrollaron sus pugnas con la administración de los diarios en su deseo de potenciar las versiones digitales, cómo se ha producido el desarrollo de un modo propio de hacer periodismo, y, en fin, cuáles son los primeros signos de consolidación del "periodismo en la Red" de nuestro país a pesar de las incógnitas económicas que a día de hoy siguen pesando sobre él". Um índice do livro pode ser aqui.

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O Conselho Deontológico (CD) do Sindicato dos Jornalistas, agora de novo presidido por Óscar Mascarenhas, considerou, em comunicado, que os atropelos à ética na cobertura jornalística de alegados casos de pedofilia resultou de "uma deliberada vontade de forçar os limites". O comunicado faz uma primeira análise ao comportamento de alguns dos mais importantes órgãos de comunicação sobre esta matéria.

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Um apelo que me chega, via Diana Andringa: "Os jornalistas e outros trabalhadores da Redacção do Porto da revista «Notícias Magazine» necessitam da nossa solidariedade. Não só pelo legítimo direito à manutenção dos seus postos de trabalho, mas sobretudo porque temem - e com razão - os efeitos negativos do encerramento desta estrutura no Porto. Está a decorrer uma iniciativa com expressão pública de apoio à manutenção daquela Redacção, através da assinatura do manifesto transcrito abaixo, que já foi subscrito por personalidades como o Governador Civil do Porto, Bispo do Porto, Agustina Bessa Luís, Manoel de Oliveira, Júlio Resende, Amândio Alves, Fernando Lanhas, Teresa Lago, Sobrinho Simões, Alexandre Quintanilha, Eunice Muñoz, Vasco Gonçalves, Bispo resignatário de Setúbal, Paulo Mendo e Francisco Louçã". No texto do Manifesto diz-se, nomeadamente: "Certos de que o futuro se constrói na diversidade, na pluralidade, também geográficas, a liquidação de uma presença e acção descentralizadas, agora no plano jornalístico, configuraria uma decisão a contraciclo do que a realidade nacional exige, um silenciamento em prejuízo do Norte. Esta não é a hora de opções concentracionárias, agravadoras de macrocefalia endémica, antes de reforço e abertura a estruturações, acções e protagonismos descentralizados. Os media têm responsabilidades sociais, culturais e éticas face aos públicos e regiões que servem, não podendo, não devendo, no desvario imediatista de arquitecturas financeiras, romper cadeias de relação; pontes de confiança paulatinamente urdidas, impor ausência, onde e quando, acrescida, se requer presença. Trair relações de confiança, também na Informação, tem custos: expressos em prejuízo para os órgãos que assim procedem; traduzidos em mais isolamento, ostracismo agravado para as populações e as geografias objectivamente segregadas".

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Silvana Mota Ribeiro defendeu sexta-feira com sucesso, na Universidade do Minho, a sua tese de mestrado, que consistiu num estudo sobre as representações da mulher nos anúncios publicitários de revistas femininas (da Maria à Cosmopolitan). A tese inscreveu-se no mestrado em Sociologia da Cultura e Estilos de Vida, da responsabilidade do Departamento de Sociologia do Instituto de Ciências Sociais da UM. O júri foi constituído por Ana Luísa Amaral, que arguiu, por Carolina Leite, que orientou a tese, e por Albertino Gonçalves, director do mestrado. Silvana Mota Ribeiro é assistente no Departamento de Ciências da Comunicação da UM.

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Ricardo Noblat, ex-director do Correio Braziliense e recém-nomeado director de A Tarde, da Baía, dá hoje uma entrevista a Armando Rafael, publicada no DN, em que coloca a ênfase no lugar do leitor na prática jornalística. Eis alguns excertos: «Nós, jornalistas, escrevemos aquilo que pensamos que os leitores gostam. Se eles não gostarem, paciência, porque o erro deve ser do leitor, nunca nosso». «O que os leitores querem é ler histórias e, de preferência, histórias sobre outras pessoas. O problema é que os jornalistas não vivem no mesmo mundo dos leitores». «Como é que se faz informação? Quem é que marca a agenda dos jornalistas?». «Normalmente, são os editores ou os directores que marcam a agenda, tendo por base a leitura de outros jornais, assuntos que continuam ou informações institucionais. O resultado é que os jornais são quase todos iguais. Devia ser tudo ao contrário. Deviam ser os jornalistas e os repórteres a marcarem a agenda, trazendo da rua algo de novo todos os dias». "Que tipo de apostas devem ser de-senvolvidas para atrair leitores?", pergunta Armando Rafael. A resposta do entrevistado: "As que afectem mais directamente a vida deles, os seus interesses e as suas aspirações. Nós, jornalistas, costumamos fazer jornais que nos dêem prazer. E prazer às nossas fontes de informação. Pouco nos importamos com os leitores. E consideramos uma tarefa menor uma concessão desprezível e condenável, importarmo-nos com os leitores. Se isso estivesse correcto, os jornais estariam crescendo. Mas não, estão perdendo leitores".

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A última edição da revista de imprensa do Observatório da Sociedade da Informação, da UNESCO, traz vários motivos de interesse: - Uma entrevista com o filósofo e pedagogo espanhol José Antonio Marina, em que afirma, nomeadamente: "Un burro conectado a Internet sigue siendo un burro". - A crónica de Ismael Nafría, em La Vanguardia (de sexta-feira), na qual dá conta de vários desenvolvimentos recentes na Internet: a publicação do estudo da Ipsos-Reid "The Face of the Web"; o panorama do uso das TIC nos lares espanhóis; e os novos serviços que estão a ser criados pelo Google, nomeadamente o Google Viewer (que permite ir vendo, como se fossem slides, os sites encontradas pela pesquisa) e o Google Webquotes (que possibilita a consulta de opiniões de terceiros sobre o valor de um dado site).

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Ainda a propósito do acidente do Prestige, referido aqui há alguns dias pelo Prof. Manuel Pinto, sugiro um comentário do Periodismo Visual. O autor deste blog fez uma análise dos vários infográficos publicados em Espanha sobre o tema. Destaca o trabalho desenvolvido pelo La Voz da Galicia.

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A última edição do Observatório da Imprensa tem por manchete o texto de Alberto Dines "Adão, Eva & Cia - Relações perigosas do Sr. Mercado e da D. Mídia". Entre muitos outros motivos de interesse, destaco "Violência urbana: jornalismo ou espetáculo?, de Luiz Gonzaga Motta, de Barcelona; Webjornalismo - Fazendo jornalismo em redes híbridas - Notas para discussão da internet como suporte mediático, de Marcos Palácios; e "TV sob controle: Quem financia a baixaria é contra a cidadania - Cartilha da Campanha pela valorização dos direitos humanos na televisão". ... ... O colunista do USA Today Peter Johnson considera estarem os "News channels losing battle for young viewers". E explica, referindo-se à realidade norte-americana: "Just 15 months after Sept. 11, when young and old eyes were glued to news channels, viewers in the 18-to-34 age group have drifted away, presumably to sitcoms, dramas, music, the Internet or any number of other choices".

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Uma Proposta Hoje venho com uma ideia e uma proposta: talvez seja chegada a altura de irmos pensando num encontro das gentes que, de algum modo, se têm cruzado na atenção ao campo do jornalismo e da comunicação, por um lado, e aos weblogs, por outro. Analisar o fenómeno dos weblogs nas suas diversas dimensões; perspectivar as potencialidades que encerram; avaliar criticamente as experiências em curso; definir linhas de investigação e intervenção - eis, entre outros, alguns dos objectivos que nos poderíamos colocar. A U. Minho estaria disposta a acolher essa iniciativa, aberta, naturalmente, a docentes, estudantes, profissionais do jornalismo e dos media, investigadores e outros interessados. Poderíamos colocar isso, por hipótese, em Setembro de 2003, para dar tempo à preparação adequada, aos contactos necessários, à consolidação de experiências em curso. Julgo que uma pessoa de cada um dos weblogs ligados ao nosso campo deveria integrar uma eventual equipa organizadora. Será uma iniciativa sentida como necessária? Será oportuna? A Elisabete Barbosa, que foi quem arrancou com esta aventura, está também empenhada em enfrentar este desafio. Aguardam-se reacções, comentários e sugestões.

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"LA NUIT ET L'ÉTÉ: Quelques propositions pour les quatre saisons". É este o título que a escritora francesa Catherine Clément dá ao relatório sobre o lugar da programação cultural na televisão, que hoje entregou ao ministro da Cultura do seu país. A solicitação fora-lhe endereçada em Julho passado. O texto, com 101 páginas, está já disponível na net. Hoje, o diário Le Monde dedica-lhe um extenso tratamento. Eis o lead da peça principal: "Pour améliorer le traitement de la culture par le petit écran, l'écrivain Catherine Clément plaide pour l'inscription du service public audiovisuel dans la Constitution, pour des émissions culturelles moins tardives et pour la création d'un poste de directeur des arts et de la culture à France Télévisions".

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"Llueven las críticas a la cobertura informativa del «Prestige» en TVE", titula hoje o diário madrileno ABC. O mesmo jornal diz que a Telecinco, e em geral as estações privadas, são consideradas na Galiza as que melhor cobertura têm feito da catastrofe económica e ambiental. Muitos galegos seguiram "com raiva", segundo a mesma fonte, a entrevista de Aznar à TVE, na noite de segunda-feira, a qual registou uma audiência de quatro milhões de telespectadores. Entretanto, o Colexio Profesional de Xornalistas de Galicia condenou, em comunicado, o "apagon informativo" alegadamente imposto pelas autoridades galegas relativamente ao caso Prestige.

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Os tempos recentes têm sido férteis em publicações nas nossas áreas. Hoje gostaria de destacar um livro e uma revista. O livro intitula-se "Jornalismo de Proximidade", é da autoria de Carlos Camponez, jornalista e docente do Curso de Jornalismo da Universidade de Coimbra, e foi editado pela Minerva. A revista intitula-se Media e Jornalismo, do CIMJ (Centro de Investigação Media e Jornalismo) e tem periodicidade semestral (este primeiro número, que se saúda, inclui artigos de Eduardo Meditsch, João Pissarra Esteves, Nelson Traquina, Cristina Ponte, Estrela Serrano, Mário Mesquita, José Carlos Abrantes, Anabela Sousa Lopes, Fátima Campos Ferreira, Gisela Oliveira e José Luís Garcia).

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Um estudante brasileiro fez uma monografia sobre o uso da internet pelos estudantes de jornalismo brasileiros. O estudo foi agora publicado na Internet. O resumo do trabalho realizado por Vinicius de Oliveira Araújo, na UFPB: Este trabalho tem como objetivo principal a identificação e análise da atuação dos estudantes de Jornalismo, no Brasil, no tocante a utilização e a prática do Webjornalismo no processo de formação profissional. Procurando entender o posicionamento dos estudantes, teremos condições de buscar suas aspirações com esse novo ramo profissional que está surgindo, com a intensificação da Internet no mundo. Dica de Tá na tela.

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O InfoAmerica - Portal Iberoamericano de la Comunicación, de que dei aqui notícia em 11 de Novembro, tem vindo a enriquecer significativamente a informação sobre Portugal. Sobre o nosso país, afirma ter "cerca de cem páginas e mais de 300 enlaces de interesse académico e profissional". Uma visita atenta revela que há ainda muito para fazer (e algumas coisas para corrigir). Mas talvez possamos dar uma ajudinha. Sobre Portugal, pode pesquisar-se por órgãos de comunicação, organizações ligadas aos media, faculdades, revistas académicas, etc.

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A desregulação e crescente concentração mediática nos EUA estão a lançar o alarme entre as organizações ligadas aos direitos das crianças, por temerem que a programação para os públicos mais jovens esteja a ser gravemente prejudicada. Esse é o teor de um documento recentemente enviado à Federal Communications Commission (FCC) no âmbito de uma audição pública sobre a matéria. A organização Children Now coordena um movimento de pressão no sentido de alertar para os riscos que se estão a correr (cf., no seu site, o texto "Broad Coalition Says Children Are Ignored in Proposed Media Deregulation". As intenções e metodologia de acção da FCC podem ser consultadas aqui.

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São vários os relatos que apontam para uma tentativa das autoridades da Galiza de controlar a informação jornalística sobre os efeitos da maré negra provocada pelo afundamento do Prestige. No weblog Periodistas 21 podem ler-se alguns sinais disso mesmo. Também o Colegio de Periodistas de Galicia denuncia un "apagón informativo", num texto que vem publicado em El País e reproduzido por Periodista Digital. Já no Público de ontem, o jornalista Nuno Pacheco aludia a este assunto, em editorial (cf. Negros Fios). Por sua vez, o diario La Voz de Galicia publica no seu site um fórum bastante esclareceder, intitulado "Por qué se obstaculiza la labor de los medios de comunicación?", acompanhado de uma votação também concludente.

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O que será um "jornalista católico"? Dito de outro modo: haverá um jornalismo católico? O papa João Paulo II não tem dúvidas em responder afirmativamente e, no perfil que acaba de traçar, diz que ser jornalista católico "significa ter o valor de buscar e dizer a verdade, inclusive quando representa um inconveniente ou quando não é considerada ‘politicamente correta’”. Discursando ontem, a propósito do 75º aniversário da União Católica Internacional da Imprensa, João Paulo II fez uma pormenorizada caracterização do jornalismo católico, que pode ser lida aqui.

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As Federações Internacional e Europeia de Jornalistas (FIJ e FEJ, respectivamente), solidarizaram-se com a iniciativa de um grupo de juristas espanhois que pretendem apresentar uma proposta de lei que limite a crescente concentração mediática no país vizinho. O secretário-geral da FIJ, Aiden White, comentou esta iniciativa dizendo ser tempo de os governos europeus colocarem o interesse público à frente do interesse dos grupos de media. Considerando que a qualidade do jornalismo decresce à medida em que este se comercializa, White acrescentou: "Decaindo a qualidade do jornalismo, isso terá um impacto inevitável na vida social, cultural e democrática da sociedade". Recorde-se que a FEJ produziu recentemente uma análise das tendências de concentração mediática nos diferentes países da Europa (entre os quais Portugal), intitulado "European Media Ownership: Threats on the Landscape, A Survey of who owns what in Europe".

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A RTP tem vindo a melhorar na qualidade da sua informação e programação? Começam a surgir opiniões que apontam nesse sentido. Ontem, Francisco Sarsfield Cabral, observava, na sua coluna do Diário de Notícias: "Ainda não se vislumbra o que possa vir a ser a reforma da RTP, que não começou bem. Mas uma coisa é já visível: a informação da RTP1 melhorou desde a saída de Rangel. Do resto da programação não posso falar, mas na informação vejo mudanças.(...). Ainda é pouco? Pois é, mas talvez revele que se começa a perceber só ter justificação um serviço público para fazer diferente das televisões comerciais". Hoje, no Expresso online, José António Lima escreve: "No chamado horário nobre, é agora possível verem-se na RTP1 debates actuais e vivos, sem o recurso a gritarias primárias e a controvérsias forçadas ou artificiais, sobre temas de interesse para muitos portugueses . Já se consegue assistir a entrevistas agradáveis com figuras de diversos sectores da sociedade, dando tempo aos protagonistas para exporem as suas ideias com princípio, meio e fim, e espaço aos telespectadores para a compreensão e a reflexão. Podem acompanhar-se blocos noticiosos sem sem se correr o risco de deparar, em horário familiar, com a exploração indecorosa das emoções e o sensacionalismo barato das perversões para aumentar audiências. Convenhamos que, no panorama deprimente das televisões generalistas, esta mudança é um bálsamo". Do que tenho visto, não sou capaz de emitir uma opinião concordante ou discordante. Talvez haja entre os leitores deste blog quem queira emitir opinião sobre este assunto.

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"La crisis de la prensa lleva a una concentración editorial en Europa", titula o Diário Multimedia IBLNews . O levantamento da situação engloba a Alemanha, a Itália, a França e o Reino Unido. Um resumo da situação: "Caída de publicidad, pérdidas económicas y reducción de plazas laborales son algunos de los índices más notables de la crisis vivida por la prensa europea occidental, que tiene particular incidencia en Alemania, donde se la caracteriza como la más grave desde el fin de la Segunda Guerra Mundial".

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Jornalismo digital no espaço latinoamericano é o tema do nº 50 de Sala de Prensa, correspondente ao mês de Dezembro. Contém as comunicações apresentadas no IV Congresso Iberoamericano de Jornalismo na Internet, realizado em Novembro último na Facultad de Ciencias y Artes de la Comunicación da Pontificia Universidad Católica de Lima (Peru). Inclui a abordagem de matérias como a homogeneidade e previsibilidade da cobertura jornalística, avaliação do grau de interactividade dos medios, a figura do provedor do leitor nos meios digitais, a "postura" passiva dos jornalistas face à tecnologia, a arquitectura da informação em formato digital.

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O Poynter publica um artigo sobre convergência nos media baseado no discurso que Howard Finberg deu na abertura do Newsplex. Finberg é um dos consultores do projecto Newsplex, a redacção de amanhã: Tomorrow's newsroom must be different than today's. It must work across multiple media simultaneously and in real-time. It will be the hub of an information-based service company, more content-driven and less product-limited. It will be in a constant race for the latest publishing technologies, skills and methods, in a constant state of change and innovation. In this newsroom, the tenets of journalism must be stronger than ever. The manner in which they are practiced, however, must adapt to a new generation of journalists with new capabilities to serve the public's ever-increasing need to know in ways both more effective and more accessible. Apesar de estar sedeado na Universidade da Carolina do Sul, o Newsplex reúne parceiros (universidades e empresas) de vários países. Inclusive um português: a Impresa.

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Um jornal espanhol, o Expansión Directo, tem uma abordagem diferente para conseguir obter resultados financeiros com a versão online. Oferece conteúdo premium (pago) a quem comprar a versão impressa do jornal. Cada exemplar do jornal vem com um código que permite o acesso aos conteúdos online. A validade do código expira à meia noite de cada dia. Dica de E-Media Tidbits.

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Com o objectivo de promover a auto-regulação como pilar da liberdade de imprensa, a Commonwealth Press Union acaba de editar Imperfect freedom - The case for self-regulation in the Commonwealth press, redigido por Ian Beales e com o apoio da Press Complaints Commission. ... "Xornalismo en internet : actitudes profesionais e condicións laborais dos periodistas en liña" é o título de um estudo publicado pela Secção de Comunicação do Consello da Cultura Galega (sediado em Santiago de Compostela) e coordenado por Xosé López e Miguel Túñez. Compreende três capítulos: os meios (meios galegos na internet e a internet nos meios galegos); os jornalistas; e os utilizadores da informação jornalística.

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Na edição deste mês de Dezembro de Le Monde Diplomatique, o director, Ignacio Ramonet, escreve um editorial intitulado Les Médias Concentrés. A ideia que desenvolve: «La vieille crainte s'est réalisée: certains des plus grands médias sont désormais aux mains de marchands de canons.»

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ANUÁRIO INTERNACIONAL DA COMUNICAÇÃO LUSÓFONA Em reunião efetuada na cidade do Porto, no dia 16 de Novembro, os representantes de três das associações integrantes da Federação Lusófona de Ciências da Comunicação - LUSOCOM - aprovaram as directrizes para a edição de um publicação anual, destinada a divulgar as tendências dos estudos comunicacionais nos países que integram o bloco lusófono. A nova publicação será denominada ANUÁRIO INTERNACIONAL DA COMUNICAÇÃO LUSÓFONA, contando com o apoio da INTERCOM - Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, SOPCOM - Associação Portuguesa de Ciências da Comunicação e da Associação Galega de Ciências da Comunicação, tendo ainda a prévia aprovação da Associação Moçambicana de Ciências da Comunicação. O novo periódico terá quatro seções: Artigos, Comentários, Resenhas e Noticiário. Seu corpo editorial está assim constituído: Diretor Responsável - José Marques de Melo (Brasil), Editor-Chefe - José Benedito Pinho (Brasil), Editores Associados: Cicilia Peruzzo (Brasil), José Manuel Paquete de Oliveira (Portugal), Eduardo Namburete (Moçambique), Joaquim Paulo da Conceição (Angola) e Margarita Ledo (Galícia). O conselho editorial será constituído por um representante de cada país integrante da LUSOCOM. A vaga pertencente ao Brasil será ocupada pela presidente da INTERCOM, Profa. Dra. Sonia Virginia Moreira (UERJ). As demais associações integrantes da LUSOCOM indicarão seus representantes dentro de 30 dias. Cada país assumirá a responsabilidade de produzir e editar uma edição do Anuário. A primeira edição será publicada pelo Brasil (...). (Informação do JBCC - Jornal Brasileiro de Ciências da Comunicação)

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