Weblogue colectivo do projecto Mediascópio - CECS / Universidade do Minho | RSS: ATOM 0.3 |



Jean Daniel ganha o "Príncipe de Astúrias" de Comunicação Imagen del galardonado O fundador e director de "Le Nouvel Observateur", Jean Daniel, foi hoje galardoado com o Prémio Príncipe de Astúrias de Comunicação e Humanidades. O júri reconheceu em Jean Daniel "un eximio representante del mejor periodismo humanista de nuestra época". Já receberam este prémio, de 50 mil euros, Ryszard Kapuscinski, Gustavo Gutiérrez Merino, Hans Magnus Enzensberger, George Steiner, Umberto Eco e o Instituto Caro y Cuervo, da Colômbia (Foto: EFE, via El Mundo)

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Já ganhámos o Euro? Passando os olhos pelas capas dos diários de hoje, lemos o seguinte (para cada jornal, refiro em primeiro lugar o título mais destacado): Correio da Manhã: "Eleições batem Santana" "Vão ao estádio de verde ou de vermelho" Jornal de Notícias: "Santana eleito amanhã líder do PSD" "Scolari contra euforia à volta da selecção" Público: "Jorge Sampaio Exige Governo com Credibilidade para Afastar Eleições" "Euro 2004: Portugal Disputa Hoje com a Holanda o Acesso à Final" (DN: versão online não acessível). Comentário: Não há dúvida que a crise política desencadeada pelo primeiro ministro Durão Barroso conseguiu passar para segundo plano, na Imprensa diária, um acontecimento que, noutras circunstâncias, não poderia senão fazer as manchetes de um dia como o de hoje, em que Portugal pode chegar à final do Campeonato da Europa. Mas, em boa verdade, depois dos patamares alcançados pelos festejos anteriores, a conclusão a tirar é que Portugal já ganhou o Euro 2004. Como dizia Durão Barroso, na noite da vitória sobre a selecção inglesa, "o céu é o nosso limite".

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Mais um inquérito sobre blogs Uma aluna finalista da Universidade dos Açores, do Curso de Sociologia, está a desenvolver um projecto de investigação subordinado sobre "Novas Formas de Cidadania: o conteúdo dos blog's". O inquérito em que se apoia para recolher dados encontra-se AQUI.

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JN retoma a liderança e "24 Horas" (quase) apanha o "Público" O JN volta a liderar as vendas dos jornais diários, segundo dados da APCT - Associação Portuguesa de Controlo de Tiragens relativos ao primeiro trimestre deste ano. O ranking que tem por base a circulação paga, que junta assinaturas e vendas em banca, fica assim ordenado (entre parêntesis o crescimento relativo a período homólogo de 2003,em percentagem): 1º "Jornal de Notícias" - 125.025 exemplares (17,32%) 2º "Correio da Manhã" - 119.139 (4,01 ) 3º "Público" - 51.266 (-10,95) 4º "24 Horas" - 51.122 (1,47) 5º "Diário de Notícias" - 42.904 (-17,3) Nos semanários, o "Expresso" teve uma perda de 5,34 por cento e a "Visão" de 7,10 por cento face ao período Janeiro-Março de 2003. Os diários desportivos auditados ("Record" e "O Jogo") registaram subidas acentuadas, superiores a 20 por cento.

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Dicionário da Académie Française on-line A Academia Francesa anunciou, há dias, que o seu prestigiado Dicionário passa a estar disponível na Internet, em regime de acesso livre. A última versão não se encontra ainda completa e irá sendo disponibilizada à medida que estiver pronta. O trabalho foi desenvolvido em colaboração com a Universidade de Nacy, podendo ser consultado quer no site da Academia quer no da Universidade.

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TV por satélite gratuita Gratuita é um modo de dizer: na guerra de concorrência que se instalou no Reino Unido, os subscritoes só têm de pagar o equipamento inicial: uma parabólica e um decodificador. Até aqui, e desde há um ano, a Freeview proporcionava acesso gratuito a 30 canais de TV digital. Agora, anuncia-se que a BSkyB, gerida por James Murdoch, apesar de sócioa da Freeview, vai lançar brevemente um sistema igualmente gratuito, mais caro no investimento inicial, mas permitindo o acesso a 130 canais. É, para já, designado pelo acrónimo FAT (Free to Air).(Fonte: Le Figaro). Informação complementar no último número do boletim Bit.TV.

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Recordes de audiência Ojogo Portugal-Inglaterra terá sido o mais visto de sempre em Portugal, segundo o Diário Económico de hoje. Também noutros países da Europa, referenciados pela UEFA, a audiência do presente campeonato da Europa está a ter um crescimento de 26 por cento relativamente à anterior edição. Sobre os jogos da selecção portuguesa, os dados do Media Monitor, da Marktest apontam para: 1. Portugal-Inglaterra: audiência: 39% (?share? de 85,1%) 2. Rússia-Portugal: 35,5% (81,4% de ?share?) 3. Espanha-Portugal: 34,9% (83,2% de?share? 4. Portugal-Grécia: 27,5% (?share? de 85,6%).

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"Jornalismo de espuma" Na coluna de José Carlos Abrantes, no DN, refere-se que, "numa intervenção em Coimbra, o cabeça-de-lista, João de Deus Pinheiro, fez um discurso sobre a Europa do conhecimento. Mas um telemóvel tocou e o candidato terá feito uma graça sobre esse incidente. Resultado: o anedótico derrotou o conhecimento nas coberturas mediáticas". José Ribeiro e Castro, que refere o episódio chama-lhe, com propriedade, "jornalismo de espuma".

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Blog da Associated Press A Associated Press vai aproveitar as convenções democrática (no final de Julho e republicana (no final de Agosto) para lançar o seu primeiro weblog. Chamar-se-á Blog@ap.org e recorrerá aos comentários do repórter Walter R. Mears, vencedor de um Pulitzer.

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Em foco: "A feliz prisioneira" Sugiro a leitura da coluna "Olho vivo", de Eduardo Cintra Torres, no Público de hoje. Intitulada "A feliz prisioneira", aborda o evento do Euro 2004 e "a tendência da TV generalista para se ancorar numa lógica de eventos e falsos eventos sucessivos - a eventificação". Escreve, a dado passo:

"Defino eventos como textos televisivos correspondendo ou não a factos sociais exteriores à televisão e construídos como se fossem experiências únicas, singulares, irrepetíveis, vividas intensamente, textos baseados numa concepção de TV "de realidade" com interacção presencial entre as personagens que se representam a si mesmas e um público que se representa a si mesmo".
Uma definição interessante, que tem o mérito de enfatizar um fenómeno em geral insuficientemente analisado: a progressiva auto-referencialidade (e auto-suficiência) da televisão. O foco nos eventos como "textos" não deveria descurar, no entanto, os contextos. Estes são parte por vezes decisiva ao entendimento e compreensão dos textos, uma tela de fundo contra a qual, e a partir do qual, se recortam os textos e que os fazem "significar".

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Internet e novas forças sociais A interacção entre a lógica da tecnologia e a lógica dos projectos sociais é o tema de uma entrevista de Karma Peiró Rubio à socióloga Saskia Sassen, no portal En*red*ando: "Internet concede poder a quiénes no lo tienen y a quienes saben manejarla con usos políticos. Nuevas fuerzas sociales están emergiendo de un cúmulo de circunstancias globales que van más allá de los factores económicos, pero que encajan perfectamente en el engranaje de sociedades fundamentadas en redes de conocimiento soportadas por sustratos tecnológicos como Internet. Ese conocimiento se genera y disemina a una velocidad digital que acelera las temporalidades de todos los sectores sociales".

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JBCC passa de semanal a mensal O JBCC _ Jornal Brasileiro de Ciências da Comunicação, editado pela Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação,sediada na Universidade Metodista de São Paulo (Brasil), passaraá a ser mensal a partir de Agosto próximo, alterando igualmente o formato. Esta newsletter electrónica, que em seis anos passou de uma distribuição para uma lista de de 30 subscritores para cerca de 25 mil, espalhados por várias partes do mundo , oferecerá aos leitores "informações importantes da área da comunicação social, como por exemplo, atividades realizadas por entidades, por universidades, por centros de pesquisa, lançamentos de livros, (...) além de trazer um espaço de reflexões e interações para os pesquisadores".

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Análise da situação política Pacheco Pereira, no Abrupto: "POBRE PAÍS o nosso"

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Itália: monopólio da TV e abuso de poder A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa aprovou ontem uma resolução a propósito da situação dos media em Itália, na qual insta o Parlamento deste país a adoptar com carácter de urgência uma lei que regule o conflito de interesses por parte dos titulares de cargos públicos e ponha termo à ingerência política no trabalho dos media. A posição de Silvio Berlusconi é objecto de uma crítica contundente: "Par le biais de Mediaset, le premier groupe privé de communication et de radiodiffusion d?Italie et l?un des plus grands du monde, M. Berlusconi détient approximativement la moitié de l?activité de radiodiffusion du pays. En tant que Chef du gouvernement, il est également en situation d?exercer une influence indirecte sur le service public de radiodiffusion, la RAI, qui est le principal concurrent de Mediaset. Etant donné que Mediaset et la RAI totalisent environ 90 % des parts d?audience de la télévision et plus des trois quarts des ressources de ce secteur, M. Berlusconi exerce un contrôle sans précédent sur le média le plus puissant en Italie. Cette situation de duopole dans le marché de la télévision constitue en soi une anomalie dans une perspective antitrust. Le statu quo a été maintenu en dépit du fait que des dispositions juridiques touchant au pluralisme des médias ont à deux reprises été déclarées anticonstitutionnelles, et que les autorités compétentes ont établi que la RAI et les trois chaînes de télévision privées de Mediaset exercent une position dominante. Cette situation est illustrée par un récent décret du Premier Ministre, approuvé par le Parlement, qui permet à la troisième chaîne de la RAI et à Retequattro de Mediaset de continuer à diffuser, en violation des restrictions antitrust existantes, jusqu?à l?adoption de nouvelles mesures législatives. La distorsion de concurrence dans le secteur des médias est aggravée par le fait que la régie publicitaire de Mediaset, Publitalia ?80, exerce une position dominante sur le marché publicitaire de la télévision."

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Os jornalistas e a sedução das estatísticas Alberto Dines, escreve no último Observatório de Imprensa ("Seduções e castigos da numerologia") sobre um pedido de desculpas do jornal A Folha de São Paulo. Chamou-me a atenção o seguinte passo: "Nossa imprensa (nela compreendidos a maioria dos editores e repórteres) é basicamente indolente e/ou crédula. A "fonte" tem aqui o caráter de oráculo, divindade onisciente diante da qual o jornalista se curva, incapaz de acionar qualquer tipo de ceticismo. E quando a fonte despeja algumas cifras, dados ou estatísticas, num passe de mágica, extingue-se qualquer resistência ao que está sendo veiculado. Na origem de quase todas as nossas mazelas jornalísticas está presente uma incompreensível incapacidade para duvidar das fontes. A expressão inglesa to take for granted, aceitar como verdadeiro, poderia definir esta nossa inocência nada inocente. Servidão elementar que na última década produziu desastrosos episódios de desinformação. O culto às cifras é filho do "jornalismo declaratório", irmão da pesquisite (aquele tipo de jornalismo acoplado às sondagens de opinião) e primo do "jornalismo fiteiro" ? este, no qual uma gravação clandestina, vídeo secreto ou dossiê confidencial é jogado no colo de um jornalista que apenas os transcreve (e, no caso de gravações, por rotina, submete aos laboratórios da Unicamp para detectar eventuais manipulações de ordem técnica)". Sobre este mesmo assunto, escreve Marcelo Beraba, ombudsman da Folha: "O erro da Folha sugere algumas reflexões. Primeiro, e antes de tudo: os jornais e os jornalistas adoram relatórios e números. Se chegam, então, de agências internacionais, nem se dão ao trabalho de checá-los. Foi o que aconteceu nesse caso. Pesquisas, relatórios e estatísticas são grandes aliados do jornalismo. Ajudam a tirá-lo do impressionismo e do achismo. Mas devem ser usados com parcimônia e critérios senão causam indigestão."

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Um ano de televisão no "Arrêt sur images" Daniel Schneiderman e a sua equipa propõem-se, no domingo, no programa semanal "Arrêt sur images" (ASI), na France 5, centrar a sua análise e comentários nos programas de que mais gostaram no último ano. O cette semaine un retour sur les programmes qu'ils ont aimé cette année. O ASi vai para o ar às 12h35 (hora de Paris).

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Quanto custa um serviço público de rádio e TV Esse é o tema abordado por Antonio Pasquali no número de Maio da revista Etcetera, tomando como ponto de partida o caso venezuelano. Faz algumas comparações com a situação europeia. Pasquali, que foi subdirector genral da UNESCO, está ligado à criação do Departamento de Tecnologia Audiovisual do Ministério venezuelano de Educacação e do Departamento de Estudos Audiovisuais da Escuela de Comunicación Social da Universidad Central de Venezuela.

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Publicidade aos telefones nos dez anos da PT Como forma de assinalar os dez anos sobre a transformação da Telefones de Lisboa e Porto (TLP) e outras empresas na Portugal Telecom (PT), Togério Santos, do blogue Indústrias Culturais, dá hoje a conhecer materiais de grande interesse para o estudo da história da publicidade aos telefones nos anos 30 do século findo. O autor, que´é também historiador, é um profundo conhecedor do assunto, não só por ter conhecido a empresa por dentro como também por ser autor do livro sobre o assunto, intitulado Olhos de boneca, editado em 1999, pela Colibri.Aqui fica um exemplar:

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www.clubedejornalistas.pt O Clube de Jornalistas abre terça-feira próxima um site sobre jornalismo e comunicação social. O Diário Económico, que dá hoje a notícia, adianta tratar-se de um trabalho dinamizado por José Mário Costa e João Alferes Gonçalves. «Será um espaço com notícias sobre Media e reflexão, crítica e polémica sobre o jornalismo que se faz em Portugal e no mundo, em particular nos países de língua portuguesa», afirmou àquele Diário José Mário Costa. Criado pelo Clube de Jornalistas, o site terá uma ligação às universidades para divulgação das iniciativas, sejam elas de alunos ou professores. ACTUALIZAÇÃO (29.6.2004): por motivos técnicos, a abertura do site foi adiada, sem que esteja ainda definida uma nova data.

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Festejar, com a certeza da gravata Depois dos comentários do primeiro ministro e da promessa de que voltará a trazer, no próximo jogo, a gravata verde-rubro, "porque dá sorte", já podemos festejar a emocionante vitória de Portugal.

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Seminário de Estudos Culturais no Algarve Decorre a 5 e 6 de Julho, na Universidade do Algarve, um seminário de estudos culturais organizado pelo respectivo Curso de Ciências da Comunicação / Projecto EDUCAUNET da Escola Superior de Educação e pela «Pedra de Roseta - Edições e Comunicação,Lda». O programa completo AQUI.

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Na morte de um lutador pela Educação para os Media Realiza-se hoje, em Barcelona, o funeral de Lluis Artigas, um quadro superior da UNESCO que vinha dedicando, desde há vários anos, o melhor das suas energias a promover e apoiar programas de educação para os media. Um ataque cardíaco levou-o quando tanto estava ainda a desenhar-se, por sua iniciativa e estímulo. Tínhamos ambos acabado de estar envolvidos na criação da Associação Internacional de Educação para os Media - MENTOR, nos últimos dias de Maio, na Universidade Autónoma de Barcelona. E ele acabava de encomendar à Universidade do Minho o projecto de um Livro Branco sobre a Cooperação entre Jornalistas e Educadores. A UNESCO homenageia-o com um forum em que é possível deixar uma mensagem de condolências.

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O que vem nas revistas da especialidade No Journal of Computer-Mediated Communication relativo a Abril (vol. 9,nº3), vem, entre vários artigos, este: Internet Research Tracings: Towards Non-Reductionist Methodology, de Lincoln Dahlberg. Por sua vez, na Revista Latina de Comunicación Social (nº 57, de Jan- Junho, 2004), são publicados vários textos, de que destaco: - Instrumentos y rutinas de trabajo del periodista radiofónico, de Jon Murelaga Ibarra; - Pantalla o terminal? Un nuevo concepto de televisión, de Tatiana Millán Paredes; - Disección de la profesión: de cómo y por qué se accede al periodismo, de sus estudios y salidas[1, de Lucía Martínez Odriozola; - El análisis cualitativo de la foto de prensa, de Carlos Abreu; - Elementos para entender la relación jueces ? periodistas, de Martín López Lastra.

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Origem dos programas de um mês de TV nos quatro canais A Marktest divulga, na sua última newsletter (acesso por assinatura), dados relativos a um mês (Abril de 2004), analisando a proveniência dos programas emitidos pelos quatro canais hertzianos. Vejamos os mapas:

Fonte: Marktest.com

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Cem milhões de páginas para o depósito legal... ...em França. Começa hoje e, segundo o director da Bibliothèque Nationale de France, Jean-Noël Jeanneney, são cerca de cem milhões as páginas do domínio .fr que passarão a figurar no depósito legal. Este gigantesco empreendimento será levado a cabo por um consórcio internacional de bibliotecas e, para já, dedicar-se-á a preservar sites de natureza pública e comercial, seguindo um método de amostragem. Da entrevista que Jeanneney dá hoje ao Libération, cuja leitura se recomenda, fica este extracto das suas palavras: "Depuis François 1er, le dépôt légal s'est toujours adapté à la nature du support: livres, périodiques, estampes, photographie, sons... J'appartiens à une génération d'historiens qui s'est souciée, dès les années 1970 , de voir créer un dépôt légal de la radio et la télévision. Quand j'étais secrétaire d'Etat à la Communication, celui-ci a été instauré par la loi du 20 juin 1992. L'enjeu n'est pas seulement d'ordre scientifique, mais aussi civique. Il est indispensable qu'une démocratie soit capable, pour hiérarchiser les objectifs et les émotions, de fonder sa réflexion sur la connaissance du passé. Aujourd'hui, nous abordons une étape nouvelle. En tant qu'historien et responsable de la BNF, il m'a semblé que ce devait être pour nous un grand chantier. Nous disposons d'atouts solides à cet égard: une maison toute entière tournée vers le recueil, la conservation et la diffusion des supports de la culture et une excellente équipe de spécialistes".

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Previsível "And the oscar goes to...". É só ler a Visão online, para ver a quem, segundo a revista, será entregue esta noite o prémio "carreira" da blogosfera, criado pela Causa Nossa. Previsível. Politicamente corecto.

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A ética como requisito do negócio "We Mean Business" é o título do artigo que Jill Rosen publica no número de Junho-Julho da American Journalism Review. Para defender a ideia de que reconquistar a credibilidade minada por escândalos como o de Jayson Blair (The New York Times) e de Jack Kelly (USA Today) constitui também uma dimensão do sucesso económico.

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Os blogues e as empresas Francis Pisani, colunista de tecnologia e sociedade, dedicou recentemente atenção às vantagens que os blogues podem ter para as empresas e os negócios em El éxito de los blogs de empresas e Porque los blogs son buenos para las empresas. Um excerto: "Los grandes suelen llegar tarde. Bill Gates promueve los blogs frente a los empresarios y los jóvenes fundadores de Google apuestan una parte de su brillante futuro sobre su crecimiento exponencial, pero el movimiento no esperó su bendición. Los "blogueros" están a punto de llegar a los diez millones. Los lectores de esas bitácoras en línea son entre cuatro y cinco veces más numerosos. Este nuevo fenómeno que trastoca los medios de comunicación, la política y la vida íntima está sacudiendo también al mundo de los negocios, último sector vital en adoptar este modo de expresión después del correo electrónico y las mensajerías instantáneas".

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Causa Nossa convida bloggers e leitores para festejar o solstício É hoje, às 22 horas, no Lux, em Lisboa. O pretexto é a celebração do solstício de Verão e os promotores são os membros do Causa Nossa. Diz o anúncio: "Os nossos amigos, os demais bloggers e os leitores do Causa Nossa são bem-vindos, acompanhados de posts, ideias para blogues e um link para o divertimento. Vai haver "stand-up comedy", copos, prémios para a blogolândia e para a sociedade". Blogs nomeados: (1) Prémio à carreira bloguística: nomeados - António Granado (Ponto Média), J. Pacheco Pereira (Abrupto), Paulo Querido (O Vento lá Fora) (2) Prémio à esquerda: nomeados - Barnabé, Blogue de Esquerda, País Relativo (3) Prémio à direita: nomeados - Aviz, Blasfémias, Mar Salgado (4) Prémio ao melhor blogger: nomeados - Daniel Oliveira (Barnabé), Pedro Mexia (ex-Dicionário do Diabo), "Roncinante" (O Jumento).

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O país do futebol O país reduzido ao futebol, o estádio da selecção assumido como metáfora de Portugal - assim vamos, ora gemendo a derrota ora cantando os olés das vitórias. Ninguém quer jornalistas sisudos e frios, a relatar a partir de Marte as peripécias, desventuras e feitos dos jogadores. Mas também é exagero esta colagem e este alinhamento, esta obsessão pelo pormenor mais insignificante, este repisar em teclas que não trazem qualquer música que já não tenhamos todos ouvido até ao bocejo. Capacidade de sintonizar com o sentir comum não pode deixar de lado o sentido da proporcionalidade das coisas. Manuel António Pina escrevia, há dias, numa notável crónica na Visão, que "há alguma mesquinha intolerância no desprezo que certas pessoas têm pela pequenez da alegria e da esperança alheias". Sou sensível à observação. E há momentos para festejar, por vezes até ao excesso. Mas o sentido da proporcionalidade, quando se perde de vista, leva também a perder-se a razoabilidade. Afinal, o campeonato está ainda longe do fim.

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Nova editora abre com "Hermes ou a experiência da mediação" O professor da Universidade Lusófona Luís Filipe Teixeira, acaba de anunciar o lançamento de um livro seu, intitulado "Hermes ou a experiência da mediação", assim como a criação de uma editora chamada Pedra de Roseta-Edições e Comunicação,Lda. Segundo o autor e responsável da nova editora, encontram-se já comprados "os direitos de alguns autores e algumas obras fundamentais para a nossa cultura e compreensão da contemporaneidade, nas suas diversas vertentes, como é o caso de Walter Ong, Espen Aarseth (...) e Jonathan Crary".

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Já há capa para o livro de D. Gillmor We the Media coverDan Gillmor foi publicando o livro "We the Media" aos capítulos, procurando incentivar um processo mais participado na sua produção. Antes disso já tinha posto em debate o plano geral da obra. Agora que se aproxima a saída do trabalho em versão impressa, prevista para Agosto, disponibilizou uma imagem da capa no seu blog. Eis alguns tópicos da apresentação: "Grassroots journalists are dismantling Big Media's monopoly on the news, transforming it from a lecture to a conversation. Not content to accept the news as reported, these readers-turned-reporters are publishing in real time to a worldwide audience via the Internet. The impact of their work is just beginning to be felt by professional journalists and the newsmakers they cover. In We the Media: Grassroots Journalism by the People, for the People, nationally known business and technology columnist Dan Gillmor tells the story of this emerging phenomenon, and sheds light on this deep shift in how we make and consume the news" (uma descrição mais pormenorizada AQUI)

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USA Today: regras mais rígidas para fontes anónimas O novo director editorial do diário norteamericano USA Today, Ken Paulson, acaba de anunciar as novas regras para o recurso a fontes anónimas e confidenciais naquele jornal. A medida segue-se ao escândalo Jack Kelley scandal, e visa restaurar a credibilidade e imagem pública do diário. Eis as novas regras, segundo Paulson: "Previously, reporters wishing to use a confidential or anonymous source had to inform his or her direct supervisor of the person's identity. Now, one of the paper's five managing editors or a higher ranking editor will have to sign off on the use of each unnamed source, Paulson said. "And the managing editor has to make a judgment that the source is absolutely essential to the story and the value to readers outweighs the potential damage to our credibility," Paulson told E&P" (via Ponto Media).

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Sindicato dos Jornalistas apresenta pareceres Apesar de excluído pelo Governo do processo de consultas sobre os novos diplomas relacionados com a comunicação regional e local, o Sindicato de Jornalistas apresentou, já em 31 de Maio, por sua iniciativa, sete pareceres sobre as matérias então em definição. Um deles refere-se aos "domínios de aperfeiçoamento" apontados para a "área redactorial". Sobre eles, o Sindicato dos Jornalistas, "embora tendo em conta o levantamento de necessidades a ser feito e que determinará ajustamentos nos conteúdos programáticos, chama a atenção para o que aparenta ser um desequilíbrio entre as componentes técnicas e a componente mais propriamente jornalística, nas acções destinadas à Imprensa: às Técnicas Jornalísticas são atribuídas 45 horas de formação, enquanto para Infografia e Informação On-line e para Paginação são atribuídas 45 horas a cada (total de 90 horas); acresce que o domínio Edição e Gestão Redactorial engloba dois aspectos do processo jornalístico que ocorrem em momentos diferentes: o do planeamento e agenda, organizador do processo, e o da edição, fase final do processo propriamente dito e nesse sentido mais curialmente relacionável com as Técnicas Jornalísticas. Notória é a falta de menção a qualquer intenção de formação em Deontologia do Jornalismo, um tema indispensável a um correcto exercício da actividade e à qualidade da informação prestada e, por isso, também imprescindível para “gerar alterações positivas aos níveis pessoal e organizacional". Entretanto, o SJ, além do protesto público por não ter sido consultado, apelou ao Presidente da República "para que não promulgue nenhum dos diplomas aprovados nas circunstâncias ilegais" que explicita em comunicado.

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Apelo contra a concentração e o controlo financeiro dos media O Observatório Francês dos Media (OFM) considerou o dia de ontem como "um dia triste para os meios de informação, comunicação e educação", pelo facto de a firma fabricante de armas Dassault ter sido autorizada pela União Europeia a tomar o controlo de 70 publicações até então detidas pelo grupo Hersant. No pacote encontram-se publicações como "Le Figaro", "L?Express" e "um terço da imprensa diária regional". Este facto segue-se a outros de orientação análoga, recentemente protagonizados pelo grupo Lagardère (outro fabricante de armas, que adquiriu controlo sobre as edições do grupo Vicendi Universal) e a holding financeira Wendel(cujo presidente passou a controlar boa parte da produção de dicionários e manuais escolares, em França). O Observatório lançou um apelo, já subscrito por diversas organizações e individualidades da cena francesa, em que se sublinha que "sans cesse, le contrôle de quelques firmes sur le journalisme et la communication parvient à s?étendre, sans susciter la réaction appropriée de quelque autorité ou pouvoir". E também que "sans cesse, la stratégie de mainmise du pouvoir politique sur les moyens d?information renforce les moyens de diffusion des doctrines les plus favorables aux intérêts financiers".

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Relatório da UE sobre comunicações móveis A Comissão Europeia publicou este mês um novo relatório intitulado ?Mobile Communications & Technology Platform?. O documento aborda áreas como a investigação e desenvolvimento, interoperabilidade, conteúdos, m-payment e segurança. Um trabalho desenvolvido sobre o assutno pode ser consultado na newletter do OBERCOM.

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Estepona, cidade do jornalismo Com sete cursos de Verão, a realizar de 5 a 30 de Julho, Estepona, na zona de Málaga (Espanha), apresenta-se como a "Ciudad del Periodismo". Um a um, são propostos cursos de jornalismo político, fotojornalismo, jornalismo turístico, desportivo, empresarial, radiofónico e infográfico. Para mais informações sobre o programa, o calendário e a forma de inscrição, clicar AQUI.

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Jornalistas e cientistas A coluna de Carlos Chaparro, no portal Comunique-se (acesso por assinatura), originou comentários e réplicas interessantes e, assim, o autor volta ao tema, num segundo andamento igualmente interessante. Cita um extracto de texto por si publicado, em que diz: "As perguntas do mundo estimulam a imaginação, a criatividade e o interesse dos jornalistas. Mas quando os jornalistas buscam as respostas no meio científico, freqüentemente não encontram os cientistas. Quando os encontram, freqüentemente não fazem as perguntas em tom e forma que motivem a cooperação do cientista. Quando conseguem formular bem as perguntas, freqüentemente não compreendem as respostas. Mesmo quando entendem as respostas, freqüentemente frustram as expectativas dos cientistas com textos superficiais, sensacionalistas ou incompletos. Quando não frustram as expectativas dos cientistas, freqüentemente publicam textos que ninguém entende, salvo os próprios cientistas." E acrescenta: "Temos de reconhecer que não é uma operação fácil, essa de interpretar e socializar o conhecimento científico, pelo jornalismo.(...)A posição da ciência nessa relação de partilha com o jornalismo também não é cômoda. Qualquer cientista de boa cepa terá dificuldade em aceitar que a sua informação saia do universo e do controle da ciência. E é exatamente o que acontece quando o fato científico adquire a dimensão de notícia."

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Pode um jornal ser como um blog? Via Ponto Media: acesso a uma série de seis posts de Barry Sarr sobre o tema "Why can't a newspaper be more like a blog?", no seu Media Savvy.

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Um dia para o "Blog on" É na Escola de Negócios da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Data: 23 de Julho. Entre os conferencistas: Reid Hoffman, Doc Searls, Tony Perkins, Dan Gillmor e Allen Morgan. Assunto: como é que as empresas podem tirar partido dos "media sociais" e nomeadamente dos blogs.A iniciativa já tem um blog de apoio.

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Governo apresenta propostas de reforma dos media regionais e locais "Menos e melhores rádios e jornais regionais e locais; jornais com maior capacidade de cobertura regional e com maior circulação; e maior equilíbrio entre as vendas nas bancas e por assinatura" - é este o sentido das reformas para o sector dos media locais e regionais ontem aprovadas pelo Governo e a apresentar à Assembleia da República durante a presente legislatura. A "melhoria geral da capacidade competitiva das empresas jornalísticas regionais" e "uma maior procura de um produto jornalístico de melhor qualidade e mais profissional" são outros objectivos das medidas. A medida provavelmente mais polémica é a redução do porte pago dos actuais 80% para 50% dos custos de expedição, embora com excepções para vários tipos de imprensa. Uma compensação para este corte é a intenção de canalizar uma maior fatia da publicidade oficia, passando dos actuais 15% para 25. Outra área em que são propostas mudanças é no incentivo à formação, não apenas de jornalistas,mas também de paginadores, gestores e técnicos de publicidade e marketing. Está igualmente prevista a implementação de incentivos à contratação de profissionais qualificados, designadamente jornalistas, e o lançamento de um plano de promoção da leitura. Entretanto, o Sindicato dos Jornalistas manifestou o seu descontentamento por, no processo de elaboraçãi e aprovação destas reformas, o Governo não o ter consultado, quebrando uma prática já institucionalizada. «Lamento que o Governo não tenha ouvido atempadamente o Sindicato dos Jornalistas (SJ) sobre uma matéria que diz respeito ao seu âmbito de actuação», afirmou ao Diário Económico Alfredo Maia, presidente do Sindicato. Documentação complementar: * Apresentação da Reforma da Comunicação Social Regional e Local (ficheiro em PDF com 24 páginas, 256 KB) * Intervenção do Secretário de Estado Adjunto do Ministro da Presidência na apresentação da Reforma da Comunicação Social Regional e Local * Reforma da Comunicação Social Regional e Local - Resumo das medidas.

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Criar mercado e poupar dinheiro As medidas ontem apresentadas pelo Governo para o sector da Rádio e Imprensa regional e local reveste-se de um significado político que não deveria ser descurado. As propostas envolvem numerosos aspectos, alguns deles de grande complexidade, para que se possa fazer, para já, uma análise cabal. O que parece consensual é que a proliferação de meios locais, longe de exprimir um desejável pluralismo de vozes e de projectos, representa sobretudo uma dispersão de energias e de recursos e a expressão da falta de condições de natureza profissional e de gestão exigíveis para a qualificação deste subsector mediático. Segundo dados do Governo, existe uma grande pulverização de jornais (4.291 títulos registados no ICS, dos quais 900 regionais, enquanto que em Espanha, por exemplo, há apenas 213 jornais regionais e locais). O panorama do sector das rádios locais é igualmente elucidativo: 354 estações, contra, por exemplo, apenas 190 na Alemanha. Estes dados, combinados com as transformações sócio-demográficas de vastas zonas do território nacional e com as mudanças tecnológicas ocorridas na última década, fazem com que se torne evidente que o sector tenha de mudar. Essa consciência da mudança parece existir numa parte dos actores no terreno e entre os dirigentes das principais associações do sector, embora sejam manifestas as contradições e as resistências, dados os hábitos adquiridos e os interesses em jogo. Dando aqui e tirando acolá, num terreno extremamente "armadilhado", o Governo conseguiu, aparentemente, lançar as reformas que entendeu oportunas. É provável que tenha razão de ser a interpretação que faz o Público, na peça que hoje publica sobre o assunto, assinalando duas grandes orientações das medidas governamentais:promover uma lógica em presarial no sector e reduzir os apoios públicos aos media regionais e locais. Ou seja, criar mercado e poupar dinheiro. Tais metas não são, em si mesmas, negativas ou positivas. Aquilo que lhes dá sentido é averiguar em que medida o pacote legislativo agora apresentado _ sintomaticamente, o porte pago reduzido a 50% é para entrar imediatamente em vigor _ permite alcançar uma comunicação social de âmbito local e regional mais plural, dinâmica e profissional ou, em contrapartida, de que modo o mesmo pacote não será o caminho para preparar o terreno para que os grandes grupos encontrem neste subsector um terreno favorável à sua expansão e à sua lógica.

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Médio Oriente: o outro lado das notícias Deve revestir bastante interesse o documentário "Control Room", de Jehane Noujaim, uma realizadora de nacionalidade egípcia e americana, que hoje é apresentado nos Estados Unidos, no quadro de um festival do American Film Institute. Segundo o Washington Post, o tema imediato é a estação al-Jazeera. Mas, de facto, aquilo de que trata é "the huge gulf in understanding that exists between Americans and the Arab world and the way events, big and small, connected to the war in Iraq have taken on markedly different weight, meanings and emotional import". Este é mais um de vários documentários que, segundo a mesma fonte, "question the traditional media's self-censorship and objectivity", como acontece com "Fahrenheit 9/11", de Michael Moore's , que estreia no próximo dia 25 e "Death in Gaza", de James Miller, que será apresentado sábado, no mesmo festival.

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Francofonia: 120 mil novos blogs em 30 dias Pelas contas do MediaTIC, o número de blogs francófonos albergados nos alojadores gratuitos eleva-se a 550 651, mais cerca de 120 mil do que no dia 14 do m~es passado. O número baseia-se nas informações disponibilizadas pelos próprios "albergues" (relativamente a três deles, não há informação). A questão, evidentemente, "est de savoir combien de carnets web sont réellement actifs...".

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"Como informar em tempos de globalização" O nº 85 da revista latinoamericana de comunicação Chasqui dedica o seu título de capa a "Como informar em tiempos de globalización". O texto de fundo, de Gustavo Villamizar Durán, refere, a abrir:

"Quienes hemos tenido la oportunidad de vivir este cierre-inicio de milenio, nos tropezamos con un mundo incierto, distinto, confuso, inédito. El quiebre de los sistemas y modelos, tanto teóricos como económicos, sociales y políticos, que dieron sustento a la naciones durante largos años, el fin de la sombra generosa que proporcionaban sistemas religiosos y políticos a los cuales estuvimos prendidos durante años, han determinado una suerte de desamparo espiritual, tal cual lo señala el Premio Nóbel Octavio Paz. Atrás quedó la tranquilidad que aportaba la certeza. Se esfumó la comodidad que otorgaba la facilidad de recurrir a las teorías totales, redondas e infalibles, para explicar o resolver cuanta interrogante o duda nos atacara. De buenas a primeras se diluyó la comodidad de echar mano a explicaciones blindadas ante las más disímiles circunstancias. Después de tener a nuestra disposición teorías, análisis, respuestas y explicaciones casi universales, nos hallamos a tientas en un mundo signado por la incertidumbre"

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Entrada "weblog" na Wikipedia A Wikipedia publica um verbete sobre weblogs. Deixo o índice: 1 History 1.1 Etymology 2 Creating and publishing weblogs 3 Types of weblogs 3.1 Personal 3.1.1 Topical 3.1.2 FriendBlog 3.2 Collaborative (also Collective or Group) 3.3 Political 3.4 Directory 3.5 Formats 3.6 Noteable weblogs 3.7 Blog directories 3.8 Blogging systems 3.9 Blog search engines 3.10 Websites that analyze weblogs maybe with search engine 3.11 Websites that analyze weblogs, not focussed on searching blogs 4 Related articles 5 External links

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Um século de notícias online...na Grâ-Bretanha A notícia vem no E-Media Tidbits: "One million British newspaper pages from the 19th century are going online next year, courtesy of the British Library. The "British Newspapers 1800 - 1900" project (...) follows the digitization of 12,000 items from the British Library's sound archive. The decision is part of a move in many European countries to invest in the digitization of cultural heritage, including online access information held by museums and archives. (...)The British Library Newspapers catalogue includes entries for over 52,000 newspapers and magazines; it includes all the national daily and Sunday newspapers from 1801 to the present. We will have access to more news than we ever had before -- even if it is a bit old".

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O poder político e os media Está a provocar algum furor em Espanha um discurso da recém-nomeada presidente da TVE, feito ontem, num congresso de jornalismo, no qual reconhece que a "legitimidade das urnas" confere alguma legitimidade ao poder político para influenciar os media públicos. Os interessados podem ler o texto do discurso no site do jornal El Mundo.

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"Correio da Manhã" valoriza espaço dos leitores O diário "Correio da Manhã" renovou as páginas dedicadas aos leitores, introduzindo um novo grafismo e outras rubricas, afirmou à agência Lusa o subdirector do jornal. O novo espaço, refere hoje o "Diário Económico", pretende também ser um veículo para a solução de problemas.

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"O fenómeno dos blogues": conferência em Paris Se alguém estiver a pensar andar por Paris no fim deste mês, poderá participar na conferência "Le Phénomène Blogs: effet de mode ou révolution dans le monde de la publication en ligne?", que se realiza no dia 30, das 12.30 às 14 horas, na l'Université Paris-Dauphine. A iniciativa, com entrada gratuita, é de UBLOG e EBG (Electronic Business Group), abarcando os temas em debate os seguintes: "- Un blog c'est quoi? Cela sert à quoi? - Phénomène grand public ou effet de niche? - Effet de mode ou tendance profonde de l'Internet ? - Typologie des auteurs des blogs: particuliers, journalistes, entreprises, politiques. - Les blogs d'entreprise. Quelle utilité? Différences par rapport à un site corporate classique ? - Qui sont les acteurs du marché ? Les enjeux ? - Quel impact sur la communication politique?" Intervêm: Loïc Le Meur, Pierre Bellanger, Dominique Busso, Michel de Guilhermier e Benjamin Griveaux. (via MediaTIC).

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Blogues na "Time" o número desta semana da Time, saído ontem, publica o texto "Meet Joe Blog". É um trabalho de Lev Grossman e Anita Hamilton, os quais arrancam com uma pergunta: "Why are more and more people getting their news from amateur websites called blogs?". A resposta: "Because they're fast, funny and totally biased".

"In a way, blogs represent everything the Web was always supposed to be: a mass medium controlled by the masses, in which getting heard depends solely on having something to say and the moxie to say it. Unfortunately, there's a downside to this populist sentiment ? that is, innocent casualties bloodied by a medium that trades in rumor, gossip and speculation without accountability".
E, mais adiante:
"It will be interesting to see what role blogs play in the upcoming election. Blogs can be a great way of communicating, but they can keep people apart too. If I read only those of my choice, precisely tuned to my political biases and you read only yours, we could end up a nation of political solipsists, vacuum sealed in our private feedback loops, never exposed to new arguments, never having to listen to a single word we disagree with."

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Sousa Franco, o primeiro provedor do telespectador em Portugal José Carlos Abrantes recorda hoje, no DN, um facto da trajectória do Professor Sousa Franco, que tinha ficado no esquecimento: ele foi o primeiro provedor (e único) da televisão em Portugal. E acrescenta algumas reflexões que o académico e político lhe enviou para serem lidas numa mesa-redonda das Conferências da Arrábida, em 2000, e em que, por motivos de saúde, não pôde participar. Nelas Sousa Franco refere que a maioria das críticas dos telespectadores tinham por conteúdo a exigência de uma programação mais rigorosa, mais fiel aos valores familiares, «em suma, uma TV da Igreja, uma televisão diferente». Havia também satisfação relativa à informação (enquanto teve meios, diz_) e quanto à programação de cinema, de longe a menos criticada e a mais elogiada (era da responsabilidade de Lauro António). As reacções - recorda - vinham de um núcleo identificado com o estatuto editorial mais do que do público indiferenciado.

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"Diversidade cultural e direito à comunicação" No último número da revista "Pensar Iberoamérica - revista de cultura", vem publicado o texto "Diversidade cultural e direito à comunicação". É da autoria de Tadao Takahashi, presidente do Programa Sociedade da Informação do Brasil e fundador e primeiro Director Geral (1989-1996) da Academia Brasileira de Internet.

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Alberto Dines "corrido" de colunista do Jornal do Brasil Um e-mail, enviado ontem pelo presidente do Conselho Editorial do Jornal do Brasil (JB), comunicava a Alberto Dines que deixava de ser colunista daquele jornal. Motivo: um artigo na última edição do Observatório de Imprensa, intitulado "A imprensa sob custódia", considerado ofensivo para o jornal. O artigo refere-se à (falta de) cobertura do motim numa penitenciária, que Dines considera não ter sido correcta. O poder político e mediático do Rio de Janeiro terão optado pela atitude expectante, a ver se a tempestade passava. E, na falta de imagens chocantes de uma TV submissa, os jornais mais importantes seguiram no mesmo encalce. Escreve Alberto Dines: "O ideal de Maquiavel é um Príncipe que não precisa prestar satisfações aos súditos. Hoje, quando governantes se calam é sinal de que não estão sendo pressionados a se manifestar. E esta pressão só pode ser exercida pela imprensa. (...) Pior do que a mentira é o silêncio. Inverdades acabam sendo descobertas, mas o silêncio desmobiliza, desanima os cobradores, esfria indignações. Sobretudo quando a opinião pública começa a imunizar-se com a repetição". E sobre o JB: O JB abdicou de fazer jornalismo. Parece jornal, tem periodicidade de jornal, tem os atributos formais de um jornal, tem uma história incorporada ao jornalismo brasileiro, mas neste momento é movido por dinâmica e prioridades diferentes das de um jornal. Pode até estar reinventando o jornalismo, mas este não é o jornalismo do qual foi um dos expoentes e continua sendo praticado pela maioria dos seus concorrentes. Dines Considera que estão a tentar silenciar a sua opinião, que diz estar baseada em factos, e promete responder na próxima edição do boletim do Observatório.

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Online à procura de fontes O Boston Globe tem estado a ensaiar uma nova experiência de relação com os seus leitores, colocando anúncios que dão conta de matérias de interesse para o jornal, relativamente às quais as pessoas se podem oferecer como fontes a entrevistar.O anúncio surge num bloco a uma coluna, logo na homepage do jornal.(via E-Media Tidbits)

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Mais cépticos e inquiridores, diz Woodward Os media deveriam ter tido uma atitude mais céptica perante o "zelo" de Bush de avançar para a guerra no Iraque, defendeu há dias o conhecido jornalista Bob Woodward, do Washington Post, numa conferência no Council on Foreign Relations. "Precisamos de ser muito mais cépticos e inquiridores", acrescentou Woodward, recordando como uma fonte que consultou para o seu último livro lhe confessou que os dados dos serviços secretos [utilizados como argumentos para avançar para a geurra]eram "escassos".

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As palavras mais pesquisadas na net É surpreendente a lista ordenada das cinco palavras que os portugueses mais consultaram no ano de 2003 a Internet: - Portugal - 185 mil portugueses - Download - 151 mil - Lisboa - 114 mil - Free - 97 mil - Porto - 87 mil. Nos cinco lugares seguintes encontram-se os termos natal, 2003, cd, sexo e dvd. (Fonte:Marktest.com) Não parece ao leitor que isto diz bastante sobre este "nobre povo, nação valente e imortal"? Que se procurará obter introzindo termos como dvd ou cd? E será para saber o significado que se pesquisam termos como free e download?

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A "Sábado" entre Pacheco Pereira e o "Público" Parece haver um desaguisado entre o "Público" e Pacheco Pereira, a propósito da colaboração deste último na recém-lançada revista "Sábado". José Manuel Fernandes diz hoje, no "Diário Económico", desconhecer que o seu colunista das quintas-feiras vá ter uma colaboração regular naquela revista, dizendo ser aceitável que JPP escreva artigos pontuais sobre sobre livros. «O que eu sei é que o Pacheco Pereira fez uma recensão sobre um livro para a Sábado. Ele tem um contrato com o Público. Não pode escrever uma coluna política, como faz aqui, para um órgão concorrente», disse José Manuel Fernandes. Mas na nova coluna ?Traidora tradução? o colunista dá a entender tratar-se de um espaço não pontual mas regular: «escreverei sobre livros que ainda não tenham chegado a Portugal, não existam traduzidos, ou então tenham traduções que exijam comentários, ou porque más, ou porque esquecidas, ou porque ... Os livros sobre os quais falarei serão sobre tudo, sem género, nem distinção, nem categoria».

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Alguma pressão governamental... Os principais media nacionais assinaram a «Plataforma Comum da Ética dos Conteúdos Informativos nos Meios de Comunicação», com as "bases programáticas de discussão de uma futura plataforma de auto-regulação do sector, apresentado pela Confederação Portuguesa dos Meios de Comunicação Social.O Diário de Notícias, que, através de um trabalho de Leonor Figueiredo, dá hoje a notícia, acrescenta:

"O DN sabe que, embora o documento esteja em cima da mesa há já algum tempo, só esta semana acabou por ser assinado por todos os intervenientes, decorrente de alguma pressão governamental, no sentido de que ou seriam os meios de Comunicação Social a promover a sua auto-regulação, ou então esta seria implementada «de cima».

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"Webjornal" - um novo jornal electrónico em Coimbra É hoje apresentado no Instituto Superior Miguel Torga, em Coimbra, o "Webjornal", um jornal electrónico elaborado no âmbito da disciplina de Ciberjornalismo, tendo por docente Inês Amaral. O projecto foi desenvolvido em parceria com uma empresa de informáticae um portal de conteúdos. Vale a pena a visita. O estatuto editorial encontra-se AQUI.

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A imprensa e a tortura A imprensa voltou a ter um importante papel na revelação de que a Administração Bush se não apoiou pelo menos deu cobertura a formas de tortura inaceitáveis à luz da legislaçao americana e internacional, sob a capa do combate ao terrorismo. O editorial de hoje do Washington Post, intitulado "Legalizing Torture", verbera de forma contundente a recusa do governo norte-amerciano em divulgar os métodos utilizados nos interrogatórios, assim como diversas indicações de que, no Ministério da Justiça e no Pentágono, a tortura foi objectivamente justificada. Diz o editorial: "In a paper prepared last year under the direction of the Defense Department's chief counsel, and first disclosed by the Wall Street Journal, the president of the United States was declared empowered to disregard U.S. and international law and order the torture of foreign prisoners. Moreover, interrogators following the president's orders were declared immune from punishment. Torture itself was narrowly redefined, so that techniques that inflict pain and mental suffering could be deemed legal. All this was done as a prelude to the designation of 24 interrogation methods for foreign prisoners -- the same techniques, now in use, that President Bush says are humane but refuses to disclose". Este editorial ocupa o primeiro lugar, neste fim de tarde, nos assuntos discutidos na blogosfera, segundo o rastreio feito pelo Technorati. O que não é vulgar é ver um blog português, neste caso o Contrafactos e Argumentos, citado nesse âmbito.

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Cebrián: Os jornais são "coisa do passado" Um congresso como o da Associação Mundial de Jornais, há dias realizado em Istambul, é sempre motivo para o conhecimento de experiências e o lançamento de ideias que ficam, depois, a fermentar. Uma das intervenções que teve algum eco foi a do representante do grupo espanhol PRISA, que edita o El País, Juan Luís Cebrián, que considerou que "los periódicos son, desde muchos puntos de vista, cosa del pasado", una consecuencia de la revolución industrial, que se enfrenta "a la aparición de una sociedad digital, que es un cambio histórico de civilización". O texto de Juan Luís Cebrián intitula-se "Las viejas raíces del nuevo periodismo" e encontra-se disponível online, incluisive com uma versão em inglês.

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Os leitores no centro do palco Ainda ecos do encontro da Associação Mundial de Jornais, publicados no La Nacion Line: "Aydin Dogan, propietario de la más importante cadena de periódicos de Turquía, decidió este año, por ejemplo, que no bastaba con escucharlos [aos leitores]: ordenó que les entregaran a diferentes grupos de lectores jóvenes de Hurriyet y de Milliyet, dos de sus diarios más exitosos, cámaras fotográficas para que documentaran lo que ocurre en los barrios de Estambul. En Alemania, algunos editores de publicaciones regionales les entregan celulares a sus lectores para que den la alarma a la redacción cuando están ante lo que un poco vagamente denominan "un acontecimiento no ordinario" y para que llamen a editores, redactores y fotógrafos para criticar el contenido del ejemplar del día. Estos ejemplos, por citar sólo dos, no implican que el lector tenga siempre razón, como si estuviese en un restaurante o en un supermercado. Lo que revelan, en todo caso, es la afirmación de una metodología: cada vez son más las empresas periodísticas que están alerta a las opiniones de sus clientes, tanto lectores como anunciantes, porque pretenden que se sientan más identificados con el medio de lo que habían estado hasta ahora. La fórmula es "cuanta mayor identificación, mayor fidelidad con la marca".

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"A Dois": "Por outro lado" Referi ontem um facto que, num país decente, já teria provocado um levantamento não diria popular, mas pelo menos das minorias várias que gostam de boa televisão. Refiro-me à transferência do programa de entrevistas "Por Outro Lado", de Ana Sousa Dias, para a meia noite (a edição de ontem foi programada para as 0.30h). Não serve de argumento referir que ele é repetido às sextas-feiras ao princípio da tarde, porque se trata, de novo, de um horário que cerceia grande parte dos potenciais interessados. Alguém é capaz de explicar que critérios levam a colocar um programa reconhecido como de qualidade, que permite descobrir a riqueza dos nossos talentos de uma forma que a generalidade dos que o vêem considera exemplar, em horários que eu não gostaria de adjectivar, para não ferir indevidamente susceptibilidades? Pelos vistos, reúne no próximo dia 24 o Conselho de Acompanhamento do canal "A Dois". Trata-se de um conselho "representativo dos parceiros da sociedade civil cuja actividade se relacione, directa ou indirectamente, com a actividade deste serviço de programas" (art. 51º da Lei de Televisão"). Se fosse um órgão que representasse, de algum modo, a sociedade civil, poderíamos dirigir-lhe um apelo a que interviesse em nosso nome. Assim, resta-nos refilar junto dos responsáveis do canal, clicando AQUI.

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"Ciência X Jornalismo, embate estúpido" Carlos Chaparro volta a um tema que é recorrente nos seus escritos sobre jornalismo: a relação deste com a ciência. Porquê um "debate estúpido"? Eis alguns dos argumentos: "(...)a ciência precisa tanto do jornalismo quanto o jornalismo precisa da ciência. De um lado, o jornalismo capta as indagações do mundo e no mundo observa acontecimentos, com o dever de oferecer à sociedade, além de relatos, respostas e explicações que provavelmente só encontrará no saber científico; de outro lado, a ciência perde sentido se não puder socializar o conhecimento que produz, devendo, por isso, em favor da sociedade, aproveitar-se da capacidade difusora do jornalismo, bem como da eficácia asseverativa e didática da linguagem jornalística. Acresce ainda ? e essa não é uma razão menor ? que os fatos científicos devem ser noticiados, para que se completem como acontecimentos relevantes da atualidade, capazes de interferir no mundo presente das pessoas. Toca-se, aí, por convergência, no mais importante papel sócio-cultural do jornalismo: o de se assumir como espaço público dos confrontos discursivos.(...)"

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As notícias apenas através dos blogues A experiência é relatada por Steve Outing no Poynter Online: um blogger - Steve Rubel, do Micro Persuasion - decidiu privar-se durante uma semana do acesso a qualquer meio "tradicional" de informação e limitar-se exclusivamente à blogosfera para se informar sobre o que estava a passar-se no seu país e no mundo. Algumas conclusões a que chegou:

"- Some news travels very quickly in the blog world. (...) - Yet, many blogs tend to be about a day behind in discussing news stories. (...) - Some of the blog aggregation sites -- Blogdex, Technorati, Memeorandum, Daypop, Popdex -- are very good at keeping you up to date. (...) - Rubel felt that, on the whole, he got a more liberal than conservative slant on the news from reading a wide variety of blogs. (...) - The world of news-related blogs is largely very professional. Many blog sites are well-designed, well-written, and well-edited. (...) - There's not a great deal of innovation in terms of storytelling technique. We're still talking about text and a few static images, mostly. (...".

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Acesso livre para textos académicos Tinha-me passado esta notícia do Guardian, de há dias: a Elsevier, o maior editor de publicações académicas, decidiu autorizar os autores que viram artigos seus aceites para publicação a disponibilizá-los na Internet. Isto, salienat o Guardian, "rompe com uma tradição de anos e dá novo alento ao debate sobre o acesso livre à produção científica".

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Novo tipo de censura A última edição do Jornal de Leiria terá sido comprada por atacado nos postos de venda, para evitar que uma situação de abuso denunciada nas suas páginas chegasse ao público da região. Mário Mesquita apontava, há dias, duas formas de censura: aquela que se faz sentir pela míngua e aque se exerce pelo excesso de informação. O novo processo, ocorrido em Leiria, parece uma variante do primeiro tipo. Mas é simultaneamente mais selvagem e mais ineficaz. O jornal esgotou nas bancas, mas não chegou aos leitores. Agora, ficou com duas matérias para a próxima edição: divulgar o conteúdo da edição anterior e investigar o que se passou com a distribuição e venda. A não ser que...

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Curta nota sobre os Prémios Gazeta Uma excelente notícia esta, a da atribuição do premio Gazeta a Ana Sousa Dias. Só peca por tardio o reconhecimento. Mas não deixa de ser irónica a situação: quando Ana Sousa Dias é publicamente reconhecida pelos seus pares com o prémio de maior prestígio, é precisamente quando o "Por Outro Lado" é recambiado quase para o princípio da madrugada. Serviço Público? Carlos Fino é o outro contemplado do Prémio Gazeta: precisamente quando se anunica a sua retirada (esperemos que temporária) do jornalismo. O caso de Liliana Garcia é diferente, não fosse o facto de ser ex-aluna da Universidade do Minho e minha ex-aluna. Já lhe tinha notado a pedalada. E comprova que trabalhar num jornal ou numa rádio local não é impedimento para mostrar iniciativa e valor. É que hoje está muito na moda a pretensão de "assentar praça em general".

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Os media e a justiça: debate na Guarda A Escola Superior de Educação da Guarda (ESEG) promove, amanhã e depois, as suas XI Jornadas de Comunicação, sob o tema ?Comunicação e Justiça?, onde se inclui o III Encontro de Comunicação Empresarial. O programa prevê dois paineis para amanhã: "A Relação entre os Media e as Fontes", com Alfredo Maia, Óscar Mascarenhas e Rogério Santos, e "Ética e Comunicação Empresarial", com António Marinho, António Kopke Túlio e Graça Ferreira. Na quarta-feira os paineis serão sobre "Justiça e Novas Tecnologias", com António Ferreira, Marlene Mendes e José Magalhães, e "a Mediatização da Justiça", com a participação de João Nabais, João de Almeida Santos, Rogério Alves e Madalena Ferreira.

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Prós e contras da proximidade no jornalismo John Hatcher, no Poynter.org, escreve sobre a proximidade que o jornalismo comunitário tem com os seus leitores, e os efeitos (positivos e negativos) que essa convivência acarreta. Aqui fica um excerto do artigo "Community Journalism: Nowhere to Hide": "Whether your community is a college campus, a small town with one traffic light, or a neighborhood in one of the nation's most populated and diverse cities, if you're connecting with your readers then you're already aware of the power your words can have in both constructive and destructive ways. Unlike larger newspapers with security guards at the front desks and offices sometimes far outside the communities they cover, community journalists are accountable to their readers because they live and work alongside them. So, when we mess up, we can expect to hear about it. At the grocery store. At the soccer meeting. Sometimes, at the front door of our homes".

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Acesso ao arquivo da BBC A BBC divulgou há dias o timing e a modalidade de acesso ao seu arquivo criativo: "(...)The BBC Creative Archive, first announced by former BBC Director-General, Greg Dyke at the Edinburgh Television Festival in August 2003, launches in autumn 2004 and will allow people to download clips of BBC factual programmes from bbc.co.uk for non-commercial use, keep them on their PCs, manipulate and share them, so making the BBC's archives more accessible to licence fee payers. (...) Access to the BBC Creative Archive will be based on the Creative Commons model already working in the United States (www.creativecommons.org) which proposes a middle way to rights management, rather than the extremes of the pure public domain or the reservation of all rights(...)". (dica de E-Media Tidbits)

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AGORA::NET: "Comunicação, media e sociedade" Acaba de sair o nº 4 da revista AgoraNet, do Labcom da Universidade da Beira Interior, dirigida por Jão Carlos Correia. Deste número 4, sobre "Comunicação, media e sociedade", destaco os seguintes textos: - Blogs - Uma Ágora na Net, de Catarina Rodrigues - Repensar a Televisão: Uma visão positiva sobre o papel da Televisão como elo social, veículo de cultura e espaço de lazer, de Miguel Ruivo - O poder dos media na sociedade contemporânea, de Rita Lopes - Reality Shows - O espectáculo das massas, de Sofia Craveiro.

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Precaridade laboral na profissão de jornalista Sindicatos de Jornalistas de todo o Estado espanhol reunem-se amanhã em Santiago de Compostela, para debater, entre outras, a questão da precaridade no exercício da profissão. Aspectos como "os jornalistas à peça", "as práticas dos estudantes nas empresas" e a "estratégia sindical perante a nova correlação política" serão objecto de análise. Participa, de Portugal, o jornalista Alfredo Maia, presidente do Sindicato dos Jornalistas. O programa completo pode ser lido aqui.

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O conflito no Público Perguntava, há dias, Armando Rafael, no Diário de Notícias, "até que ponto é que um jornal deve assumir publicamente os seus erros, desmentindo-se a si próprio". O assunto em referência era o "mea culpa" recente do New York Times, a propósito da cobertura da guerra no Iraque. Mas poderíamos adaptar a pergunta para analisar o que se tem passado nos últimos dias no Público e que levou à demissão em bloco do Conselho de Redacção. Como sabemos deste acontecimento? Através de toda a Imprensa, com a óbvia excepção do próprio Público. Óbvia? Não tanto como isso. E aqui bate o ponto. Ninguém gosta de ver os assuntos domésticos serem trazidos para a praça pública, sobretudo quando comportam uma carga negativa. Será o que se passa naquele jornal uma questão meramente interna? A patir do momento em que uma editora com projecção pública se demite e em que um órgão como o Conselho de Redacção segue o mesmo caminho, parece-me que o assunto não é mais do foro interno. E a razão é que está posto em causa o contrato do jornal com os seus leitores. Aparentemente - é o que se sabe pela concorrência - há um conflito de interpretação sobre o papel da Direcção editorial. Seria razoável que o assunto fosse dirimido internamente. A pergunta que cabe fazer, uma vez o assunto tornado público, é saber se, do ponto de vista do jornal, ele não teria vantagens em explicar-se junto dos leitores e da opinião pública. Assumindo, se fosse caso disso, a conflitualidade, que não é nada do outro mundo.

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PressThink: 250 mil visitas em nove meses O blog sobre jornalismo PressThink, do académico da Universidade de Nova Iorque Jay Rosen, atingiu hoje a soma de 250 mil visitantes. Vários dos seus posts, neste espaço de tempo, marcaram a agenda do debate quer sobre o jornalsimo quer sobre os blogs. O mais citado e referido foi What's Radical About the Weblog Form in Journalism?, enquanto que aquele que mais comentários originou foi Governing Incorporates the Press and Vice Versa: The President's Secret Flight to Baghdad.

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Expresso em formato tablóide? "Testar a reacção dos leitores numa altura propícia em que a maioria dos portugueses tira férias e poderia mais facilmente folhear o jornal na praia" - essa era, segundo o Diário Económico a ideia que chegou a ser testada pela Impresa, no sentido de, ao longo de três meses, editar o semanário em formato broadsheet e em formato tablóide. A ideia não terá tido seguimento, segundo a mesma fonte, devido aos grandes eventos deste período, designadamente o Euro 2004 e o Rock in Rio Lisboa e às repercussões da medida no terreno da publicidade. Mas trata-se de um congelamento, não de um abandono.

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Uma aposta "Em 2002, o blogueiro Dave Winer apostou 2 mil dólares com o Martin Nisenholtz, do New York Times, que até 2007 os blogs seriam mais mencionados que o material do Times nas buscas relacionadas com as cinco principais questões jornalísticas. Há muita gente que acha que Nisenholtz perde a aposta antes do prazo". Carlos Castilho, NYT e os blogs, in Observatório da Imprensa)

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"O Comércio do Porto" finalmente online A inauguração de um site com "todas as notícias do nosso diário" consultáveis na Internet foi a forma de "O comercio do Porto" assinalar, hoje, os seus 150 anos de vida. No âmbito desta efeméride, o jornal portuense anuncia ainda o lançamento, em breve, de um clube cque promoverá "conferências sobre temas importantes relacionados com a região". Está ainda prevista a edição de um livro com as primeiras páginas mais importantes dos 150 anos de história deste decano da imprensa continental.

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Relatório do Conselho da Europa: "Internet de rosto humano" Já se encontra on-line o relatório de uma conferência promovida na Polónia, por iniciativa do Conselho da Europa e do Safe Borders Consortium, em finais de Março passado. Intitula-se "Internet with a human face - a common responsibility" (existe uma tradução em francês). O texto foi redigido por Andrea Millwood-Hargrave.

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G Mail e a privacidade Continuam as preocupações com o GMail e a privacidade. No entanto, eu tenho vindo a experimentar esta ferramenta de correio electrónico criado pelo Google com agrado. A empresa garante que não há violação de privacidade. Há, no entato, quem se demonstre satisfeito com o serviço: MSN's Slate magazine writer Paul Boutin writes: "Gmail isn't an invasion of privacy, and its ads are preferable to the giant blinking banners for diets and dating services that are splashed across my other Web mail accounts." He also adds that many Gmail critics fail to recognize that automated programs like Firewalls, antispam, and antivirus programs already scan the contents of incoming email messages. Dica de JD Lasica.

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Circulação de jornais no período 1999-2003 Países em que decresceu:

* Áustria -12.9 % * Bélgica -5.5 * Dinamarca -9.6 * Finlândia -2.7 * França -4.98 * Alemanha -8.1 * Grécia -8.0 * Irlanda-3.8 * Luxemburgo -7.12 * Holanda -6.2 * Portugal -16.76 * Suécia -1.3 * Reino Unido -3.4
Países em que subiu:
* Itália +0.1 * Espanha +0.6 .
Mesmo em países com taxas de leitura relativamente elevadas, a tendência do último quinquénio foi no sentido da descida - casos dos países escandinavos e dos EUA. O site da WAN - World Association of Newspapers disponibiliza vasta informação sobre tendências no uso da imprensa no mundo, nomeadamente no que respeita à Internet e aos diários gratuitos (dica de ContraFactos e Argumentos). Estes dados são divulgados no quadro do congresso da WAN que está a decorrer desde domingo em Istambul e no qual participam, de Portugal, delegações do JN, Público e Sojornal

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Sobre a manipulação dos media Merece leitura o texto "Media manipulation is the message for campaigns - But news outlets try to look beyond stump speeches" que Sital Patel publicou ontem no site da CNN.com. É longa a lista das tácticas e dos truques utilizados pelos estrategas das campanhas políticas, para conseguirem espaço/tempo e visibilidade dos media, em especial das televisões. Nada é deixado ao acaso. Como, por exemplo, os cenários e os gestos para a captação de imagens fortemente conotadas. No momento em que, entre nós, se inicia também uma campanha eleitoral... vert.bush.baby.ap.jpg vert.kerry.flag.ap.jpg (créditos das fotos: AP, via CNN)

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Frase do dia Vai hoje a enterrar a NTV e nasce a RTPN, com N de Nacional. Não havia pelo menos já uma? (Luciano Alvarez, no Público).

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