Weblogue colectivo do projecto Mediascópio - CECS / Universidade do Minho | RSS: ATOM 0.3 |



"Um escarcéu dos diabos" "Anda por aí um escarcéu dos diabos a propósito de os 'malvados' dos polícias do Dubai terem prendido o cidadão português Ivo Ferreira por este se ter limitado a ajudar, pasme-se, uma velhinha a atravessar a rua...". Orlando Castro, in Notícias Lusófonas

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Jornais gratuitos batem, na difusão, títulos consagrados Os diários gratuitos "20 Minutos" e "Metro" ocupam já o terceiro e quarto lugares no ranking da difusão de diários, em Espanha, à frente de títulos consagrados como "El Mundo" e ABC. Os dados constam do mais recente Estudio General de Medios (EGM) do país vizinho e são citados pelo site PRNoticias. O Recoletos que lançou há meses o título generalista gratuito "Qué!" reconhece que esta componente se tem vindo a transformar pouco a pouco no "pilar dos negócios" do grupo. Nas últimas semanas, o sector dos gratuitos em Espanha foi de novo agitado pelo surgimento de um novo título, "Ahora", um vespertino de pendor político. "Prácticamente ya no quedan bares, centros comerciales, negocios, cafeterías y lugares públicos, donde non se encuentre uno o más gratuitos en alacenas especiales como el caso de Qué!, o simplemente en lotes cerca de las bocas de metro o sobre mostradores improvisados" - observa PRNoticias.

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O segundo choque na rádio No momento em que se reflecte sobre o futuro da rádio no nosso país, vale a pena sinalizar um novo projecto do jornalista da TSF João Paulo Meneses: um blogue que acompanha o seu projecto de doutoramento em curso na Universidade de Vigo, centrado nos novos desenvolvimentos dó meio radiofónico. Chama-se "O segundo choque". Aqui fica o mote, na introdução: "Não foram poucos os que previram a morte da rádio com o aparecimento da televisão. Mas a rádio sobreviveu. Mudou, de casa para o carro, da noite para o dia, da válvula para o transístor, mas sobreviveu ao primeiro choque tecnológico.O segundo choque está aí à porta e a rádio ainda não percebeu os sinais. É o choque provocado pela banalização dos sistemas digitais de reprodução de música («ipods» e muitos outros), que ameaçam tirar a música da rádio; são os GPS, ligados a câmaras de vídeo, que dão a informação de trânsito em tempo real, especificamente para a minha rota; é a personalização das informações, em função dos meus interesses, enviada pelos telemóveis da terceira geração (trânsito, bolsa, meteorologia, etc.); é a possibilidade de ver, via UMTS, as transmissões dos jogos de futebol, onde não há um ecrã de televisão, em vez de ouvir o relato; é...Como será a rádio sem a música, sem o trânsito, sem a bolsa, sem...? O que fica para a rádio?"

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Um jornal com 300 anos Fez ontem 300 anos o mais antigo jornal alemão. O "Hildesheimer Allgemeine Zeitung", da cidade de Hildesheim, região de NiederSachsen (no norte da Alemanha, perto de Hannover), vende cerca de 46 mil exemplares.

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Ambientalistas apoiam "semana sem TV" Afinal, a campanha "Uma Semana Sem TV", que decorre até ao próximo domingo, tem seguidores em Portugal. Segundo o Público, o Grupo de Acção e Intervenção Ambiental (GAIA)também alinhou na abstinência televisiva. Segundo um dos organizadores do GAIA, Pedro Pereira, o objectivo é "questionar o estilo de vida" dos "teledependentes". "A principal mensagem é de reflexão. Mais do que dar a resposta, é colocar a questão e fazer com que o indivíduo reflicta sobre o papel da TV no quotidiano", declarou ao PÚBLICO Pedro Pereira. Durante a semana, várias pessoas descreverão como é a experiência de desligar a televisão dias seguidos. Nesse sentido, o GAIA criou uma personagem chamada "João Marques," que dará nome aos testemunhos daqueles que aceitaram o desafio de não ver TV. Os relatos estarão publicados no blogue do GAIA Porto. O que me parece mais interessante, nesta iniciativa, reside no facto de ela ser promovida por um grupo ambientalista. Há algum tempo que tenho vindo a propor um alargamento do âmbito da da acção dos movimentos ecologistas ao campo do simbólico. E isto porque as indústrias do simbólico, em particular os media, desempenham um papel decisivo na qualidade de vida, na qualidade do "ar" que respiramos. Faz falta operacionalizar, nesta perspectiva, o conceito de "ecologia dos media", tendo como horizonte e sentido a "ecologia da comunicação".

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2º Encontro Nacional de Weblogues na Covilhã 2encblog A Universidade da Beira Interir (UBI) está a organizar o segundo Encontro Nacional de Weblogues, uma iniciativa que pretende dar sequência ao que se realizou na Universidade do Minho, em Setembro de 2003. O Encontro da UBI realiza-se em 14 e 15 de Outubro próximo, apresentando a novidade de, ao lado do debate em plenário, com autores de livros e de estudos sobre a blogosfera, assentar em grupos de trabalho temáticos. Sobre estes grupos salienta a organização: "Pretende-se que cada grupo de trabalho elabore um relatório acerca da blogosfera ligada ao respectivo tema. No momento da inscrição, os blogues escolhem o grupo onde pretendem integrar-se (...), após o que receberão um pequeno guião destinado a uniformizar relatório final. A organização convidará dois blogues para coordenarem cada grupo de trabalho". Os temas previstos são os seguintes: Weblogs Pessoais; Cultura; Política; Ensino; Jornalismo. Pode haver lugar a mais grupos, mediante propostas nesse sentido a apresentar aos organizadores.

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"A Sociedade em rede em Portugal" Com este título, é hoje lançado em Lisboa um livro com autoria de Gustavo Cardoso, António Firmino da Costa, Cristina Palma Conceição, Maria do Carmo Gomes. A sessão que decorre no ISCTE, inclui a apresentação e debate dos resultados do estudo que esteve na base do livro. O prefácio é de João Caraça e o capítulo inicial de Manuel Castells. A nota de apresentação da editora: "O nosso mundo e as nossa vidas estão a experimentar uma mudança profunda no âmbito da tecnologia, da economia, da cultura, da comunicação, da política e da relação entre as pessoas. A sociedade em rede, resultado dessa mudança, deixou de ser um futuro mais ou menos distante. Como sugere Manuel Castells, a sociedade em rede é a sociedade em que estamos a entrar, desde há algum tempo, depois de mais de um século de sociedade industrial. Ao longo deste livro analisa-se a transição de Portugal para uma sociedade em rede, de base informacional, e procura-se captar as diferentes influências da Internet na vida quotidiana. (...)".

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Boicotes e pressões poderão levar à privatização da Al-Jazeera A pressão dos Estados Unidos e o boicote em publicdade da parte de diversos países árabes poderáo empurrar o governo do Qatar a privatizar a estação Al-Jazeera, distribuída via satélite. Nos dois casos, parece estar em questão uma cobertura jornalística independente, com a qual quer o governo de Bush quer os governos árabes, especialmente da Arábia Saudita e do Irão, parece não conviverem bem. Mais informação no jornal The Guardian (acesso sujeito a pré-registo).

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Livro de jornalista conta histórias das "pessoas comuns" que sofrem com o conflito no País Basco O jornalista Vítor Pinto Basto lança quinta-feira, dia 28, o livro "Gente que Dói", obra que, segundo a Agência Lusa, conta histórias de pessoas que sofreram e sofrem as consequências do clima de instabilidade reinante no País basco, Espanha. O livro reúne reportagens publicadas no Jornal de Notícias depois de uma deslocação ao País Basco, onde Vítor Pinto Basto, acompanhado do fotojornalista Pedro Correia - que assina a capa e as outras doze fotos inclusas no livro - procurou encarar a realidade local "na posição do ignorante que quer saber mais". "Isso permitiu-me uma abordagem da realidade basca diferente, contando histórias de um prisma não político mas do ponto de vista das pessoas comuns que vivem aqueles dramas quotidianos", explicou à Lusa. Daí que as histórias tenham por protagonistas familiares de vítimas de atentados, pessoas comuns, uma família portuguesa que vive no País Basco - "pessoas que sentem e sofrem, muitas vezes nada tendo a ver com as posições em conflito"-, disse àquela agência noticiosa. As reportagens foram escritas antes dos atentados de 11 de Março de 2004 e das eleições legislativas espanholas que deram a vitória ao socialista José Luís Rodriguez Zapatero. Publicado pela editora Deriva, o livro será apresentado na Casa da Animação, no Porto, com intervenções previstas de Rui Pereira, jornalista que se especializou em questões bascas, Júlio Magalhães, jornalista da TVI, e Frederico Martins Mendes, director do JN quando as reportagens foram divulgadas. Vítor Pinto Basto começou a carreira jornalística no ?Diário de Notícias?, n'"A Capital", no "Europeu", n'"O Liberal" e no semanário "O Jornal", além de colaborações em várias revistas e jornais estrangeiros. Foi dirigente do Círculo de Cultura Teatral - Teatro Experimental do Porto e da Associação de jornalistas e Homens de Letras do Porto. Esta é a segunda obra do autor, que publicou em 1996 "O Segredo de Ana Caio", colectânea de contos com a chancela da Campo das Letras.

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Ciberliteracia Não posso estar mais de acordo com o que escreve Miguel Gaspar no DN, a propósito do "Prós e Contras" de anteontem, dedicado ao "choque tecnológico": "Zeinal Bava, da PT, falou nos cursos que a empresa anda a fazer nas escolas e disse que a primeira etapa é ensinar as pessoas a pesquisar na Web. Agora pergunto eu pesquisar na Internet tem a ver com tecnologia ou com cultura (aposto que já há quem defenda o choque cultural)? Requer uma ciberliteracia - saber usar um motor de busca - e um capital cultural. Não vale a pena pesquisar se não se souber a diferença entre o escritor Voltaire e os Cabaret Voltaire. O primeiro erro da nossa reflexão sobre o choque tecnológico é separarmos a tecnologia da cultura. Ora, o que precisamos é de reunir a cultura tecnológica e a das humanidades. Essa é a resposta a que as empresas têm de chegar. Na era da informação já não faz sentido a dis- tinção entre as pessoas das "ciências" e as pessoas das "letras". As tecnologias da informação são tecnologias da inteligência, para usar a expressão do canadiano Pierre Lévy. Não são sapatos". O problema é que, no jargão de muitas cabeças bem pensantes, incluindo responsáveis pelas políticas educativas, já está criada a ideia de que ciberliteracia é, precisamente, saber navegar e pesquisar na web, ou pouco mais. De resto, saber utilizar as máquinas é algo que se aprende depressa. E os alunos é que ensinam, com frequência aos professores. O mais importante é a interrogação sobre o sentido da "navegação": afinal, ir para onde? Para ajudar a suscitar essa pergunta e ajudar os alunos a encontrar respostas é que se torna necessário professores. O resto é ...ampliação do mercado e do consumo mais ou menos desenfreado.

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O que é ser crítico Respondendo à inquietação manifestada por muitos editores, de que gostariam de ter jornalistas mais críticos, Jill Geisler, do Poynter.org , propõe uma definição: "The intellectually disciplined process of actively and skillfully conceptualizing, applying, analyzing, synthesizing, and/or evaluating information gathered from, or generated by, observation, experience, reflection, reasoning, or communication, as a guide to belief and action" e enuncia as seguintes competências dela decorrentes:

  • Thinking independently
  • Exercising fairmindedness
  • Exploring thoughts underlying feelings and feelings underlying thoughts
  • Refining generalizations and avoiding simplifications
  • Clarifying issues, conclusions, or beliefs
  • Clarifying and analyzing the meanings of words and phrases
  • Developing criteria for evaluation; clarifying values and standards
  • Evaluating the credibility of sources of information
  • Analyzing or evaluating arguments, interpretations, beliefs or theories
  • Generating or assessing solutions
  • Reading critically
  • Listening critically
  • Examining or evaluating assumptions
  • Distinguishing relevant from irrelevant facts
  • Making plausible inferences, predictions or interpretations.

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"Nada contra a nação, tudo pela nação" Opiniões sobre a censura, citadas pelo PÚBLICO de hoje, num trabalho intitulado Memórias de um "país inventado" - Os jornais e os censores Baptista Bastos: "A censura é um empreendimento político absolutamente sinistro, porque decapitou a inteligência portuguesa" Diana Andringa: "A censura tinha uma grande vantagem: aguçava a inteligência para podermos passar mensagens mais ou menos sub-reptícias" Germano Silva: "A censura atrofiava e impedia o espírito criativo do jornalista." Manuel António Pina: "A censura tratava os jornalistas como menores e os censores funcionavam como uma espécie e pais tiranos" Viale Moutinho: "A censura representou uma ameaça permanente à liberdade de expressão. Exprimir as coisas através da imprensa nem sempre era possível e os livros eram uma forma de mitigar essa frustração" Adelino Rodrigues: "Isto é quase escandaloso, mas o meu melhor período de jornalismo foi durante o tempo da censura, não por causa da censura mas apesar dela."

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Como vai o estado de alma das redacções Lembro-me perfeitamente da experiência deprimente que foi a minha primeira visita à Redacção onde trabalhei, uns bons meses depois de a ter deixado. Antigos camaradas não não paravam de se lamentar acerca das condições em que exerciam o métier. Demorei bastante a regressar lá. Voltei a recordar esta experiência ao ler o texto da semana passada de Tim Porter, intitulado The Mood of the Newsroom. Comentando a experiência de entrevistar nas redacções centenas de jornalistas, ao longo dos últimos 18 meses, Porter conclui: "The amount of anger and hostility, of distrust and suspicion, of inertia and ennui that pollutes the journalistic environment in these newsrooms at first surprised me". O autor sistematiza as queixas num rol extenso, que apresenta assim: "Here is the litany of shame that echoes in newsroom after newsroom: * We don't have the money. * We don't have the time. * We don't have the people. * We have lousy editors. * We have lousy reporters. * We can't communicate. * We don't talk. * We don't listen. Things were better when ? * We had more people. * We zoned. * We didn't zone. * We had more money. * So-and-so was editor. * We did more (name your beat) reporting. * We did less (ditto)." O post não se limita, contudo, aos lamentos e desgraças. Aponta o que de novo está a emergir, o que faz do longo texto uma interessante peça de reflexão e debate. Nos mais de 400 textos que Porter já escreveu no Firts Draft, poucos suscitaram a onda de comentários que este motivou. Di-lo ele numa nova entrada datada de ontem. E por cá? Em que estado de alma se encontram as redacções? Que (des)motivação? "Quid novi"? Que sinais de novidade?

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A cobertura da eleição do novo papa foi equilibrada? O programa "Reliable Sources", da CNN, emitido no domingo, com moderação de Howard Kurtz, debateu a questão. A transcrição encontra-se aqui.

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Organização de campanhas para a liberdade de expressão A organização IFEX acaba de publicar um manual de Organização de campanhas para a liberdade de expressão, que se encontra disponível na web. Nas vésperas de mais um dia mundial dedicado à liberdade de informação (3 de Maio), aquela organização disponibiliza um conjunto de ideias e de iniciativas que resultaram de uma recolha de técnicas e de campanhas junto de organizações não governamentais de diferentes partes do mundo. Os blogues como ferramenta imprescindível neste tipo de campanhas aparece no capítulo intitulado "ciberactivismo".

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"Metro" em mais 19 cidades de cinco países O grupo Metro Internacional, promotor do título gratuito "Metro", anunciou que a tiragem conjunta das novas edições lançadas no primeiro trimestre deste ano se eleva a 670.000 exemplares, em 19 cidades de cinco países. No total, este grupo difunde diariamente 6,9 milhões de cópias. Lisboa é, desde finais de 2004, uma das cidades de difusão.

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Uma semana sem TV ... nos EUA Começa hoje e vai até domingo a TV-Turnoff 2005. Uma semana sem TV. Vale sobretudo pelo que permite fazer e que, de outro modo, não se faria. Por exemplo, conversar ao jantar, em vez de ficar tudo olhar para o ecrã (supondo que há alguma coisa para dizer e ouvir). Nos Estados Unidos da América, 40 por cento das pessoas dizem que vêem com muita frequência TV ao jantar. Jogar, passear, ler, conversar, ouvir música, escrever num blogue, pode ser, pelo menos, uma forma de variar de menu numa dieta que tende, em muitos lares, a ser sempre igual. Há quem torça o nariz a iniciativas destas. Mas se uma decisão assim for tomada em conjunto e em favor de alternativas interessantes, tem valor em si mesma.

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Truca Um manancial é a Truca, de Luís Gaspar. Um locutor de publicidade da era "pré-bloguista".

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Os blogues como espaço de liberdade Uma das vantagens do 25 de Abril é que permite que existam e se exprimam aqueles que gostariam de ver Portugal regressar ao antigamente. Há, nisso, um indesmentível progresso e "superioridade moral" (por muitos engulhos que este conceito me suscite). Mas isto não pode levar-nos à desatenção. Num registo de semi-legalidade ou de semi-clandestinidade, existem numerosos sites e blogues que remetem para um universo, de expressão certamente diminuta mas assertiva, que uma compreensão abrangente da nossa vida pública talvez devesse ter interesse em conhecer. Sugiro uma digressão por blogues como os seguintes (vários dos quais abrem a porta a outros aparentados): Homem Lobo Ordem Negra Legião Invicta Gladius Salazar Fascismo em Rede

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Encontro sobre a blogosfera no Senado francês les-blogs-paris-s-1 Loic le Meur organiza durante o dia de amanhã, nas instalações do Senado, em Paris, um encontro internacional consagrado aos blogues, com especial destaque para o conjunto das aplicações profissionais relacionadas com esta forma de expressão e de intervenção. As evoluções recentes e as perspectivas deste campo de "negócio", bem como o papel dos blogues na comunicação interna da empresa são alguns dos temas a debater nesta jornada que conta com 300 inscrições Explicando a iniciativa, escreve le Meur: "Avec certainement plus de deux millions de blogs, la France est le pays européen où le phénomène du blogging a pris le plus d'ampleur. Le marché français intéresse énormément les acteurs américains. En moins de quinze jours, nous sommes ainsi parvenus à mobiliser près de 300 personnes de 20 nationalités différentes, et ce sans avoir passé un seul coup de fil ni envoyé un seul e-mail, en ne communiquant pratiquement uniquement que sur les blogs. Compte-tenu de cette forte participation internationale, nous avons réussi à obtenir une salle au Sénat dans des délais très brefs, contre plus d'un an habituellement".

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O futuro dos jornais e do jornalismo Carlos Chaparro prossegue, esta semana, a sua reflexão sobre o futuro dos jornais e do jornalismo. Depois de, na semana passada, ter sustentado que "a perturbação prática e teórica mais importante produzida no jornalismo pelas tecnologias de difusão, desenvolvidas a partir dos computadores e dos satélites, foi a destruição da periodicidade", que "era o argumento fundamental do jornalismo impresso tradicional, herdado do século passado", volta agora, na mesma coluna do portal Comunique-se (acesso mediante assinatura) ao assunto: "Em tempos dominados pelo fascínio da imagem, a Internet representa o resgate do texto. E o que importa à discussão é o jornalismo de texto, qualquer que seja o seu suporte material (ou digital)". Na coluna da semana passada, na parte dos comentários, sugiro a leitura das observações do jornalista português Júlio Roldão, ex-editor do JN e actualmente free-lancer. (Obrigado ao Intermezzo pela dica).

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Público entrevistou Augusto Santos Silva Uma entidade reguladora mais baseada em assessorias Em entrevista dada hoje ao Público, o ministro dos Assuntos Parlamentares com o pelouro da Comunicação social "defende uma entidade reguladora mais forte do que a actual Alta-Autoridade para a Comunicação Social (AACS). Ou seja, uma estrutura com menos reguladores e mais assessorias especializadas". A proposta do Governo vai ainda contemplar como linha de força uma espécie de "parlamentarização" da nova entidade, através da nomeação dos seus membros pela Assembleia da República e de um maior acompanhamento por parte deste órgão de soberania das actividades de regulação do sector da comunicação social". Sobre prioridades da acção governativa neste âmbito: "A prioridade é a proposta de lei da nova entidade reguladora. A seguir, a proposta de lei que estabeleça limites à concentração da propriedade nos media. A terceira prioridade são alterações ao Estatuto do Jornalista, no sentido de aperfeiçoar a cláusula de consciência, proteger o direito ao sigilo profissional. Por fim, a criação dos provedores dos espectadores e ouvintes do serviço público. São as prioridades essenciais, cujo processo podemos desencadear até ao fim desta sessão legislativa, entregando em Maio as propostas de lei no Parlamento".

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Formação Avançada em Comunicação e Jornalismo Desportivo O Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade do Minho realiza entre 13 e 17 de Junho próximo, em Braga, em horário pós-laboral (das 20.30 às 23.30), um curso intensivo de Formação Avançada em Comunicação e Jornalismo Desportivo. A metodologia combina explicações teóricas com a discussão e resolução de casos práticos, contando sempre, em cada sessão, com a participação de convidados. Entre os aspectos a abordar destacam-se os seguintes: - Jornalismo do Desporto: A Ciência da Bola? - Estratégia da Marca no Desporto - Planeamento da Comunicação no Desporto - Deontologia & Ética: Desporto, Cidadania e Blogosfera - Constrangimentos e especificidades do Jornalismo do Desporto Os destinatários deste curso são jornalistas, assessores de imprensa, responsáveis pela comunicação em todo o tipo de organizações desportivas e pessoas com experiência ou interesse particular na vertente comunicacional do desporto. (Informações junto de Cátia Fernandes ou pelo telef. 253 604 280 ou Fax. 253 676 966)

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A Lusa e a a editoria de Media e Cultura A Direcção de Informação da Lusa decidiu extinguir a editoria de Media, Cultura e Espectáculos, embora garanta que a agência "vai continuar a acompanhar a actividade cultural portuguesa". "Não há nenhuma alteração de substância, mas apenas uma mudança na organização interna da Lusa", segundo uma fonte da direcção de informação hoje citada pelo "Diário de Notícias". Segundo informação vinda a público nos últimos dias, a experiência desta editoria, que tem contado com o trabalho de dez jornalistas e que tem cerca de um ano de vida, não terá sido bem sucedida. Este caso suscita alguma reflexão, não necessariamente, ou apenas, centrada no caso da Lusa. * A primeira reflexão formulo-a através de perguntas: de que modo a organização interna de uma Redacção condiciona/potencia o acompanhamento e a cobertura da realidade social? Que vantagens e limitações decorrem de uma organização "especializada" ou de uma organização generalista do tipo "sociedade" ou "nacional"? * Se, no caso da Lusa, algo não correu bem, o lógico seria que fosse corrigido. A opção foi, porém, a de extinguir esse "pelouro". Do ponto de vista da Direcção de Informação da agência, parece ser irrelevante haver ou não haver uma editoria específica para que os sectores por ela cobertos tenham o tratamento adequado. Será assim? * Finalmente, refere a mesma Direcção, citada pelo DN, que "os jornalistas que faziam media e publicidade voltam para a editoria de Economia, enquanto os redactores de cultura serão integrados no Nacional". Registo esta concepção, segundo a qual o sítio próprio dos media e do seu tratamento jornalístico é a editoria de Economia.

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Jovens lideram na audiência de rádio

O Bareme Rádio da Marktest, cujos dados foram disponibilizados no Anuário de Media & Publicidade 2004, indica que os indivíduos entre os 15 e os 24 são os que mais ouvem rádio, com 76,4% de audiência acumulada de véspera. Os grupos etários mais idosos registam uma audiência substancialmente menor. Se se considerar a audiência média ao longo do dia, o grupo mais atípico (relativamente fora dos picos da manhã e da tarde) é o dos 15 aos 17 anos. Se houvesse apuramento da audiência para a faixa dos 4-14, como acontece com a TV, seria provavelmente possível verificar que a audiência de rádio desenha uma curva de sentido inverso à da audiência de televisão.

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Qualidade da informação O mais recente número da revista Studies in Communication Sciences - Studi di scienze della comunicazione, da Universidade de Lugano, na Suiça, é dedicado ao tema da qualidade da informação, destacando-se, nomeadamente, os textos: - Martin J. Eppler, Markus Helfert , Urs Gasser, Information Quality: Organizational, Technological, and Legal Perspectives - Herbert Burkert, Law and Information Quality - Some Skeptical Observations - Larry P. English, Information Quality and Regulation: a Management Perspective . Mediante registo, é possível solicitar o envio gratuito destes textos.

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Audiência média por tipo de publicações Os resultados da primeira vaga de 2005 do estudo Bareme Imprensa acabam de ser divulgados pela Marktest, sendo o ranking dos "10 mais" liderado pelas publicações de informação geral, como se pode verificar pelos dados seguintes: 35.6 - Informação geral 26.8 - Desporto/Veículos 17.8 - Femininas / Moda 16.8 - Televisão/jogos 16.3 - Interesse geral 12.3 - Sociedade 11.1 - Imprensa regional 9.0 - Saúde / Educação 9.0 - Viagens / Turismo 8.4 - Decoração Se se tiver em conta os suplementos das publicações de informação geral (com 27.7% de audiência média) e os sup+lmentos de economia, negócios e gestão (com 10.9%), o ranking surgiria com outra configuração. Ainda segundo o Bareme Imprensa , o Jornal de Notícias é o título mais lido, com 11.8% de audiência média. A revista Proteste encontra-se na segunda posição, com 9.7% de audiência média e o Correio da Manhã é o terceiro título mais lido, com 9.4% de audiência média.

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Os media e o debate sobre o referendo do Tratado Europeu O observatório ACRIMED tem vindo a publicar uma série de materiais que procuram enfatizar a ideia de que a cobertura mediática do referendo sobre o Tratado constitucional europeu está inquinado e orientado para apoiar uma das posições. Ler: Le Traité constitutionnel européen, les médias et le débat démocratique

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Desenvolvimentos da Internet A Business Week entrevistou Jerry Yang e David Filo, fundadores do Yahoo, sobre os desenvolvimentos da Internet. Entre as respostas, esta: "Anything that's off the PC. Whether it's your mobile device, or whether it's in your living room or car -o whatever it is, that stuff is still in a very immature state. (...) It will be about how do you tie into the phone, the TV, hard drives, or satellite radio in your car? Yahoo has that opportunity to not only take the relationship we have with the users today but extend it to allow them to be more free, more mobile, and get more out of the Internet."

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Bento XVI Benedikt XVI Benoît XVI Benedicto XVI Benedict XVI Benedictus XVI Benedetto XVI

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Ecos da infografia da FCB/Grande Reportagem A operação "Bandeiras", preparada pela agência FCB-Lisboa para a revista Grande Reportagem esteve na "short list" do festival The One Show, na categoria de Imprensa, a realizar em Maio. Recebe os maiores encómios no blog VisualMente, que publica um depoimento sobre a matéria de Icaro Wilheim Dória, redactor creativo da agencia FCB, de Lisboa. (Uma visão de conjunto do trabalho da FCB pode ser visionado em slideshow no Flickr). Uma questão interessante suscitada no post "Yo quiero a mi bandera" é que o trabalho da FCB se reveste de uma fortíssima carga jornalística, sendo, no entanto, concebida e produzida por criativos publicitários. De resto, a FCB designa-a por "campanha". De resto, vale a pena gastar algum tempo com o blogue VisualMente, editado por Dolores Pujol e Norberto Baruch. Dedica-se ao jornalismo visual e desenho da informação" e, pelos posts que já por lá se podem ler, a visita compensa.

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Sobre a função crítica dos blogues... Escreve Howard Kurtz, nas suas "media notes" do Washington Post: "The rise of the blogosphere remains one of the most exciting communications developments in decades, giving ordinary folks the chance to bite back at a media establishment widely viewed as arrogant. It's little surprise that mainstream media types don't like being questioned, challenged and chided by critics typing from their basements and bedrooms. But the increasingly caustic nature of some online criticism is prompting many journalists to complain that their honesty and motivation are being trashed along with their work".

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Fumo negro O "Expresso" traz, nesta última edição, nas breves da primeira página, a seguinte notícia: "Fumo negro na segunda-feira A primeira votação para eleger o sucessor de João Paulo II realiza-se já na segunda-feira. Mas o resultado será fumo negro - o que significa que os cardeais não vão chegar a acordo. Fonte do Vaticano explicou ao 'Expresso' que se tratará de uma primeira abordagem para que os 115 cardeais votantes se apercebam dos nomes que reúnem mais consenso". - O mais provável é que se confirme o vaticínio do jornal. Mas isso autoriza este jornalismo que dá resultados por antecipação? Que não introduz sequer o registo da (elevada) probabilidade, antes dá a coisa como certa ("o resultado será fumo negro"), e confirmada por "fonte do Vaticano"? Mesmo sabendo que o semanário, por definição, só voltará a sair uma semana depois, "não havia necessidade"...

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Quem se responsabiliza pelo conteúdo dos blogues? A pergunta é tema de três peças no suplemento Computadores, do Público. Num trabalho de Pedro Fonseca, procura-se analisar qual a quota de responsabilidade que poderá caber ao autor do weblogue e a que poderá ser atribuída ao ISP (fornecedor de serviço de acesso à Internet). Um dos textos é uma curta entrevista com Paulo Querido, que não compreende "tanto chinfrim" em torno desta questão. (Acesso ao Público apenas para assinantes).

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Os jornais gratuitos na Grande Lisboa De registar o trabalho, desdobrado em quatro peças, publicado hoje pelo Diário de Notícias, na sua dinâmica secção de Media. Numa peça de Paula Brito, intitulada Gratuitos ganham terreno na imprensa, lemos o seguinte: "O jornal Metro é já o terceiro diário mais lido em Portugal. A prová-lo estão os dados de um estudo elaborado pela Gfk Metris, uma multinacional de pesquisa de mercado, que mediu as audiências dos jornais no mês de Março, na Grande Lisboa. As conclusões revelam que o Metro obteve 33% da audiência, ficando à frente do seu mais directo concorrente Destak, em quarto lugar, com uma audiência de 30%, no entanto atrás do Correio da Manhã e do DN, em primeiro e segundo lugar, respectivamente. Outros dados, como o Bareme Imprensa, dão conta de que a Dica da Semana, jornal do 'dissidente' LIDL, tem a maior audiência dos jornais gratuitos entre Janeiro e Março deste ano, o equivalente a 765 mil pessoas que dizem o ter lido ou folheado (...)".

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Notícias lusófonas: 80 mil O portal Notícias Lusófonas anunciou ter superado, em Março último, a barreira dos 80 mil visitantes. Por dia, são cerca de 2600.

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Leituras Ética, jornalistas e administradores, de Pedro Sousa Dias

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Congreso Hispanoluso de Comunicación y Educación Termina a 31 de Maio o "call for papers" do Congreso Hispanoluso de Comunicación y Educación, agendado pela Universidad de Huelva para Novembro. "La Televisión que queremos... hacia una TV de calidad" é o tema que dá o mote a este encontro, que tem «uma dimensão comunicativa e educativa essencial». Para além de professores e educadores, estarão também presentes responsáveis de associações de telespectadores, pais e cidadãos em geral preocupados com a presença dos meios de comunicação na sociedade actual.

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Os efeitos de 31 anos de democracia no jornalismo Na edição do Clube de Jornalistas da próxima segunda-feira, Mário Bettencourt Resendes, Helena Garrido e Paquete de Oliveira discutem o que mudou no jornalismo em 31 de democracia. O programa é emitido na 2:, às 23h30, e moderado por Estrela Serrano.

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O apagão de 37 minutos na SIC A Marktest divulgou dados que permitem analisar o comportamento dos telespectadores, quando, em pleno horário nobre, se registou uma avaria na SIC que impediu as emissões do canal durante um "interminável" período de 37 minutos. O caso deu-se no passado dia 7 Abril , entre as 19:03 e as 19:40. É tão interessante e sintomático analisar a migração das audiências como a sua inércia - aquelas que continuaram a manter aceso um canal que não transmitia nada. Muito a dizer sobre os hábitos televisivos.

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Leituras - Periodismo a la deriva, de Paloma Díaz Sotero, jornalista de El Mundo e doutoranda na Complutense de Madrid. - Luz amarela acesa - O que está acontecendo com a imprensa? de Venício A. de Lima, investigador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política (NEMP) da Universidade de Brasília.

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Os moldes das notícias "As notícias que passam na televisão são quase sempre as mesmas. Tal como muitos programas parecem ter sido retirados do mesmo molde. Mas há sempre maneiras diferentes de fazer coisas aparentemente iguais". Miguel Gaspar, in DN, 15.04.2005

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Luz (quase) verde para venda da Lusomundo Serviços JN: Alta Autoridade não inviabiliza compra da Lusomundo Serviços CM: AACS propõe venda do jornal O Jogo DN: Alienação da Lusomundo com parecer "não negativo" Público: Joaquim Oliveira autorizado pela AACS a comprar a Lusomundo e Autoridade em jogo (acesso reservado a assinantes).

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O segundo canal - mero problema jurídico e de gestão? Numa peça de Gonçalo Curião em que dá conta de eventuais "retoques" na Administração da RTP, o Correio da Manhã alude à anunciada intenção governamental de reintegrar A Dois na estrutura do grupo RTP. Cita a propósito declarações de Manuel Falcão, actual director do canal, segundo o qual ?a alteração [é] apenas a nível legislativo e jurídico, pois a 2: já partilha os mesmos meios com a RTP.? Esta afirmação tem tanto de verdadeiro como de embaraçoso. De facto, se o problema é meramente legislativo, onde está o envolvimento da sociedade civil, já dado como significativo, em intervenções várias, particularmente de membros do anterior governo? Não houve meios e recursos significativos que foram mobilizados por entidades dessa sociedade civil para produzir os espaços que têm tido na grelha? E acerca das medidas que o novo governo pretende adoptar: vai limitar-se à questão jurídica ou vai proessguir com a lógica do envolvimento das instituições da sociedade civil no canal? Em que quadro? A que níveis? Tal como me manifestei crítico da solução encontrada pelo governo anterior para o segundo canal, também agora tenho de dizer que seria, a meu ver, lamentável se o governo actual interviesse como se a questão do segundo canal fosse um mero problema jurídico ou de gestão. Mas o debate sobre a questão (e,em geral, sobre o serviço público) não anda em maré de grandes rasgos.

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Ex-director adjunto de El Mundo dirige Periodista Digital O ex-director adjunto do diário espanhol El Mundo acaba de assumir o cargo de director de uma publicação online, El Periodista Digital (PD). Com 30 anos de jornalismo e escassos três meses depois de deixar o jornal que ajudara a fundar, juntamente com Pedro J. Ramírez, Alfonso Rojo passa para o ciberjornalismo, afirmando que o PD "não é um novo produto do jornalismo tradicional, mas uma nova forma de jornalismo".

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Uma pergunta sobre a assinatura do Publico online Habituado que estava à edição online do Público, dispus-me a pagar uma assinatura, logo no primeiro dia em que a tal fui obrigado. Mas ainda não consegui, até hoje, ler o jornal na net. Sempre que tento, aparece-me uma mensagem a dizer que o que eu procuro está reservado a assinantes. Bem que aparece, no cantinho da esquerda, uma mensagem a dizer "Olá Manuel!". Mas porta aberta para o conteúdo é que nada! Já escrevi para o jornal mas não obtive resposta. Já segui as instruções da página de FAQ que o site do jornal disponibiliza, mas nada. Alguém me sabe dizer se o problema é apenas meu? Por outras palavras: alguém "out there" assinou e conseguiu entrar?

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Clube de Jornalistas também às quintas O programa "Clube de Jornalistas" que é emitido na Dois às segundas a partir das 23.30, volta a ter um dia para repetição: às quintas-feiras, às 15 horas. A informação acaba de ser divulgada no site do Clube.

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Feedback: uma revista sobre media electrónicos A Broadcast Education Association (BEA), que edita a conhecida revista Journal of Broadcasting & Electronic Media, disponibiliza no seu site a colecção de uma outra revista, de periodicidade bimestral, chamada Feedback (ao abrir, descer até ao fundo da página). O último número (nº2 do vol. 46 de 2005), relativo a Março, inclui artigos como "Embedding digital newsroom technology within the curriculum"; "Interactive broadcast classes"; "Studying and teaching US television in a time of change".

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Foi há três anos... Numa aula de Sociologia das Fontes Jornalísticas, a Elisabete tinha apresentado um trabalho sobre blogues. No debate que então se travou, foi lançada a ideia de criar um blogue colectivo. Da ideia à sua concretização foi um instante. Aqui estamos, nem sempre com a disponibilidade desejada, mas com a percepção de que esta é uma ferramenta que deu uma nova vida e um novo colorido à web e, em alguma medida, ao espaço público (ainda que este não se reduza - longe disso - à blogosfera e haja blogues que pouco têm que ver com espaço público). Três anos, 130 mil visitas, 180 mil páginas visitadas, uma rede de amigos e conhecidos e projectos para o futuro que, a seu tempo se verão...

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Documentário histórico sobre as relações Espanha-Portugal Uma série de seis episódios dedicada às relações entre Espanha e Portugal, "desde a independência face ao Reino de Leão até à entrada na CEE", começa a ser emitido domingo, em horário nobre, no segundo canal da TVE, televisão pública espanhola. O trabalho, de grande fôlego, intitulado "La Raya Quebrada", foi concebido e realizado por Agustín Remesal, ex-correspondente da TVE em Lisboa. Segundo refere hoje o diário ABC, a série - «un viejo sueño con el que superar prejuicios y recelos entre los vecinos ibéricos» - será também emitida pela RTP a partir de Maio. "Sin restar rigor a la crónica histórica, la producción no descuida la banda sonora, que combina las partituras originales de Joaquín Díaz y Yann Díez Doizy con músicas de las distintas épocas interpretadas por coros hispano-lusos en lugares emblemáticos", acrescenta o ABC. .

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Como os media trataram a guerra do Iraque...

O programa Clube de Jornalistas debate, na edição de hoje (2:, 23h30), a cobertura da última guerra do Iraque. Loureiro dos Santos, Rui Pereira e Telmo Gonçalves discutem em estúdio se o tratamento informativo desta guerra foi, de facto, o mais completo e isento de sempre - como defende José Manuel Fernandes - , ou se foi uma operação de propaganda - como sustenta Rui Pereira.

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A morte do papa no "Arrêt sur images" A edição de amanhã do programa de Daniel Schneidermann Arrêt sur Images, na France 5, vai ter um carácter especial e será dedicado em grande parte à cobertura mediática da morte do papa João Paulo II, segundo informação do próprio canal. O programa vai para o ar às 12.30 locais, menos uma hora em Portugal.

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Audiências do primeiro trimestre de 2005 No primeiro trimestre deste ano, a SIC foi o canal mais visto, com 29.6% de share médio, seguida pela TVI (27.4%)e RTP1 (24.5%).Seguem-se o "canal - Vídeos/outros" (13.9%) e a 2: (4.7%). A fonte é a Marktest, com dados do MediaMonitor.

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O futuro dos weblogues Um texto da Wharton School da Universidade da Pensilvânia sobre o futuro dos blogues ("The future of blogging"): "Will bloggers upend the mainstream media? What legal protections should bloggers have? Is there a blogger business model? While no definitive answers exist just yet, experts at Wharton advise questioners to be patient. Blogging, they note, will be around for a long time". (...)"This is not a fad. It's the rise of amateur content, which is replacing the centralized, controlled content done by professionals."

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Gestos que dizem a rádio

Num dia particularmente dedicado à deficiência, a TSF está a ser "traduzida" para linguagem gestual portuguesa através da Internet. É a rádio adaptada às limitações daqueles para quem ela é genuinamente impossível - os surdos. Aos ouvintes juntam-se hoje também "ciber-espectadores" e/ou utilizadores de telemóveis de terceira geração. Terá a mesma magia esta rádio que não se ouve?

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Freedom blog awards Decorre até 1 de Junho uma votação electrónica no site dos Repórteres Sem Fronteiras para eleger o weblogue que melhor defende a liberdade de expressão em seis categorias geográficas: Ásia, África e Médio Oriente, Américas, Europa, Irão e Internacional. Considerando que «os blogues se converteram numa importante fonte de informação para milhões de internautas», a organização efectuou uma primeira selecção de blogues de onde constam sites em inglês, francês, russo, árabe, espanhol e alemão (na cateogria Europa, está, por exemplo, o site Periodistas 21). Não consta, porém, nenhum blogue português... A iniciativa pretende homenagiar os "blogueiros" que defendem a liberdade de expressão, sobretudo tendo em conta que alguns pagam muito caro por isso (os RSF lembram que dois autores de blogues continuam presos no Irão). Trata-se também de aplaudir uma alternativa aos meios de comunicação tradicionais, que, nos países repressivos, são controlados pelas autoridades.

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História de uma foto papaCustou várias horas a ser conseguida a foto de 1999 que, como que ressuscitada, voltou a correr mundo, nomeadamente em várias publicações portuguesas. Decisiva foi a persistência do foto-repórter, Gabriel Bouys, hoje chefe de redacção da secção de fotojornalismo da France Presse. Esta agência recorda as circunstâncias em que a imagem foi conseguida, antes de ser premidada pela World Press Photo.

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Mestrado de Arte no Jornalismo A Hamburg Media School está a lançar, em colaboração com a Universidade de Hamburg, um Mestrado de Arte no Jornalismo. Endereçado a futuros jornalistas, que concluíram já uma primeira graduação universitária, o curso sustenta-se em quatro áreas de enquadramento: 1. "Sistemas de Media e Jornalismo" - que sintetiza informação relevante sobre os sistemas e a história dos media e a ética e a economia dos media. 2. "Condições e Valores" - que se orienta para a competência específica e orientação social, abordando nomeadamente a questão dos métodos do jornalismo de investigação. 3. "Competências comunicativas" - que foca questões relacionadas com a pesquisa e a apresentação de conteúdos. 4. "Produção mediática" - que prepara os alunos para a produção específica em determinados meios de comunicação social (jornais, revistas, rádios, televisão, novos media).

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Watchblogs Apesar de estar escrito em Alemão, uma língua que continua a arrepiar muita gente, merece-me atenção o texto "Wie Weblogues den Medienjournalismus ausweiten" (Como os Weblogues expandem o meta-jornalismo), de Alexander von Streit. «Quem controla na verdade os jornalistas? Talvez a solução esteja na Internet. Facilmente acessíveis, os Weblogues mostram-se cada vez mais interessados na observação crítica dos media e os jornalistas profissionais analisam aí - completamente livres da pressão dos empregadores - o que se passa na indústria mediática.»

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Os blogues e a voz dos que não tinham voz José Carlos Abrantes, provedor do Diário de Notícias, escreve hoje sobre a importância dos blogues no contexto mediático: «os blogues permitiram que opiniões não autenticadas nos media tradicionais tenham encontrado um espaço expressivo, pese embora a sua audiência restrita. Alguns comentadores presentes nos media tradicionais viraram-se para os blogues, deixando, também aí, a marca do seu pensamento. Para além deste "reequilíbrio", no terreno da opinião há reflexões imprescindíveis a fazer no campo jornalístico. Discutir se os blogues são ou não jornalismo pode ser uma discussão interessante e meritória. Porém a resposta é obvia há uns que são, outros que não. Mas poderá ser mais relevante reflectir sobre o que podem os jornalistas aprender com os blogues?»

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Fontes para o jornalismo nas próximas semanas

(Várias destas sugestões devo-as ao Poynter online).

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Os media e o tempo da vida e da morte "O actual tempo mediático alterou o antigo tempo dramático da vida e da morte. Já não há um tempo para viver e um tempo para morrer, pois os tempos encurtaram-se e a sua espessura é mais fina do que uma folha de papel. (...) Não era assim antes do império do directo e do imediatismo noticioso. As agonias de grandes figuras históricas, como foi o caso de alguns papas antes deste, apareciam enquadradas no tempo do próprio acontecimento, sem a ansiedade febril da antecipação que é imposta pela nova e implacável velocidade dos media. O anúncio de uma morte iminente é já a confirmação dessa morte - "irreversível", como é sublinhado em todos os noticiários". Vicente Jorge Silva, DN, 3.4.2005 O frenético decreto da morte por antecipação foi assinado pelo louco mundo dos media, à escala global, de há 48 horas para cá. O funeral, encomendado pelo circo noticioso, desenrolou-se imparável, no inferno de onde esteve ausente qualquer espécie de pudor que a agonia humana merecia. Em alguns canais, o Vaticano foi tratado como uma "fonte" espúria, que contra todas as evidências mediáticas se recusava a confirmar que o Papa já tinha morrido. Público, 3.4.2005 "A Igreja Católica é só o Papa? (...) esta pergunta, tantas vezes repetida, é agora, pelo menos, de mau gosto. Decorre, porém, da própria lógica imposta pelos grandes meios de comunicação social. Reduziram a celebração da Semana Santa e da Páscoa - no vasto mundo de comunidades católicas - à repetitiva articulação do boletim clínico do Papa com pormenorizadas hipóteses da sua participação ou não nas cerimónias organizadas pelo Vaticano, acompanhada dos cenários possíveis da sua morte e da eleição de um novo sucessor na cátedra de S. Pedro. (...)Não se deve esquecer o que se passa num palco. Quando a luz incide só numa figura o resto desaparece. João Paulo II foi adoptado nas horas de triunfo, de alegria e de sofrimento extremo. Quando se apagar a luz sobre o seu rosto, que Igreja iremos descobrir nos diversos continentes?" Bento Domingues, in Público, 3.4.2005 "As televisões, em Portugal, voltaram a mostrar que estão em grande nível. Todos os canais se mobilizaram, a um nível quase sem precedentes, para acompanharem as últimas horas de Karol Josef Wojtyla, enviando equipas inteiras para Roma, alterando profundamente o ritmo normal das suas emissões. Compreende-se, claramente, esta posição editorial". Nuno Farinha, director da TVGuia, in CM, 3.4.2005 "Mesmo na agonia que ontem o levou à morte, o Papa João Paulo II cativou e comoveu milhões em todo o mundo. E isso era parte do seu mistério. Num mundo tão fortemente mediatizado, no final de um pontificado que tão bem aproveitou as potencialidades da mediatização, não surpreendeu que nos últimos dias as televisões de todo o mundo tenham enchido horas e horas de transmissão - às vezes totalmente despropositadas e sensacionalistas - com a agonia de João Paulo II. " José Manuel Fernandes. Público, 3.4.2005

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O evento esperado: a morte do papa mais mediático de sempre Morreu João Paulo II. Aconteceu o que era previsível. O papa termina os seus dias sob o foco dos media e das atenções de todo o mundo. Teremos agora perto de quinze dias, pelo menos, para acompanhar o funeral, acompanhar a convocação do conclave dos cardeais e esperar pelo papa seguinte. Todos os ingredientes reunidos para um grande "media event", como foi teorizado por Daniel Dayan e Elihu Katz (e tem sido estudado entre nós por Mário Mesquita): "Like religious holidays, major media events mean an interruption of routine, days off from work, norms of participation in ceremony and ritual, concentration on some central value, the experience of communitas and equality in one's immediate environment and of integration with a cultural center. The reverent tones of the ceremony, the dress and demeanor of those gathered in front of the set, the sense of communion with the mass of viewers, are all reminiscent of holy days...Passive spectatorship gives way to ceremonial participation. The depth of this involvement, in turn, has relevance for the formation of public opinion and for institutions such as politics, religion, and leisure. In a further step, they enter the collective memory."

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A cobertura do fim de um papado marcante É compreensível o interesse em torno da figura de João Paulo II, agora que a morte parece iminente. Os ajuntamentos de católicos preocupados com a saúde do papa são, ao mesmo tempo, resultado e motivo da cobertura mediática. Mas os media podem ter caído numa armadilha involuntária: terem-se convencido de que a morte de João Paulo II está por horas ou mesmo por dias. Pode ser que sim. mas também pode acontecer que resista. E todo o aparato vir a redundar num esgotamento de recursos e num cansaço geral que esvaziará o momento da morte. De certo modo, para os media o papa já morreu. Já se fizeram os balanços do pontificado, já se traçaram os cenários para o conclave. Só que o conclave não se reúne sem o papa morrer e sem terem passado alguns dias. Seria interessante ir ressuscitar a memória dos que viveram a transição de João Paulo I para João Paulo II, no longínquo ano de 1978. Percebe-se pouco o que se está a passar sem essa retrospectiva, sem compreender o estilo novo inaugurado, a acção do papa em processos marcantes que mudaram a face do mundo nas duas décadas finais do século XX. Se ao menos a cobertura mediática nos ajudasse a compreender melhor tudo isto! E o que se pode estar a jogar, na transição que se avizinha...

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Jornalismo digital: os próximos cinco anos Sugiro a leitura da entrevista que Ismael Nafría, subdirector de conteúdos de internet no grupo Prisa (e ex-chefe de Redacção do La Vanguardia Digital) dá ao Periodista Digital. Dois passos me chamaram a atenção: 1) Que aspectos se destacarão no jornalismo digital nos próximos cinco anos: "Uno de ellos es el de la participación. El periodismo participativo estará mucho más integrado y de modos muy diversos. Algunos que ni ahora nos imaginamos. Habrá avances, también, sin ninguna duda, en lo que es salir de la web y entrar en otros ámbitos que la tecnología te permite, como aparatos móviles, no sólo teléfonos. Cada vez hay más gente que utiliza esos dispositivos para estar informado y comunicarse. Habrá innovaciones en cuanto a la forma en que la gente consume información digital. A los usuarios o consumidores de información y entretenimiento, la tecnología les está permitiendo convertirse en informadores bajo demanda, en el momento que ellos quieren y en el formato que quieren. Hay que cambiar un poco el chip para ofrecer ese tipo de cosas. También se innovarán los modelos de negocio, un campo en el que hay que ser muy humilde y entender que nadie tiene la varita mágica para decidir que el modelo que hay que imponerse en Internet es uno u otro. Cada medio es muy distinto, y el modelo de negocio varía de uno a otro". 2)Papel dos blogues no jornalismo: "El blog funciona muy bien en internet, premia la participación del usuario y permite un lenguaje mucho más relajado y adaptado al entorno de Internet. Eso son cualidades que lo convierten en un formato perfecto. Además ha conseguido sacar a la luz temas que la prensa tradicional no han sabido hacerlo o, precisamente, han sacado temas que han afectado a la prensa tradicional (...). Los medios tradicionales ya han empezado a utilizar este formato para realizar determinadas informaciones que puedan ser más eficaces para transmitir determinadas informaciones. Quizá en algún ámbito puedan relajar el estilo periodístico más tradicional sin que eso anule la actual forma de hacer periodismo."

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Ameaças à liberdade de imprensa Está em curso a construção de um sistema de registo e de uma infra-estrutura de vigilância globais, "em que toda a população mundial está a ser registada, as suas viagens seguidas e as suas comunicações electrónicas e as suas comunicações monitorizadas" - escreve a jornalista Anabela Fino, que representa o Sindicato dos Jornalistas na conferência internacional "Jornalismo, guerra e direitos civis", organizado pela Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) e a decorrer hoje e amanhã, em Bilbau. A ameaça aos direitos civis e à liberdade de imprensa que a FIJ considera estar em curso consta de um relatório sobre os "desafios do jornalismo e as liberdades civis" que a organização tem em fase de recolha de contributos até Maio próximo.

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"Courrier International" em português LeCourier.pt O Expresso distribui com a edição de amanhã o número zero do Courrier Internacional, que inicia autonomamente a sua edição em português na próxima semana (à sexta-feira), sob a direcção de Fernando Madrinha ("journaliste chevronné et polyglotte", segundo um editorial da edição francesa). Sobre a nova publicação, escreve o director, em nota de apresentação: "É um jornal concebido para se ler devagar. Um jornal para leitores exigentes, que não querem apenas saber o que se passa, mas também compreender o que se passa - e, em especial, o que não passa na rede da informação massificada". Novos títulos Nos últimos dias, apareceram nas bancas três novos títulos de imprensa: a revista de crítica de debate "Atlântico" (Fórum para a Competitividade, directora Helena Matos); a revista "Corpo de Mulher", de estética, beleza e saúde (Represse, directora: Sara Cunha Ferreira); e a revista "Rotas do Mundo" (Grupo Impresa, director: Vasco Tavares Guedes). Todas mensais e todas de Lisboa.

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"Compreensão multilingue do jornalismo" Miguel Gaspar defende hoje no DN que a Internet se afirma como espaço jornalístico autónomo: «Devido à Internet, as pessoas vão mudar o modo como se relacionam com a informação. No sentido em que se habituam a organizá-la por si próprios e a procurar a informação associando palavras e conceitos, na lógica do hipertexto.»

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Blogosfera: espaço das vozes silenciadas Num artigo publicado na Foreign Policy Edición Espanhola, Juan Varela defende que os meios de comunicação de massas «procuram o mínimo denominador comum» para alcançar o máximo de audiência. Não deixam espaço para a imaginação, a rebeldia e a visão radical. É por isso que «En la blogosfera están las voces silenciadas por la corriente principal, tanto las de periodistas hastiados como las de ciudadanos hambrientos. Y ganan poder a través de la confianza personal, de la participación para producir información desde el margen.»

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» Felisbela Lopes e Sara pereira (orgs) A TV do Futebol; Porto: Campo das Letras

» Televisão e cidadania. Contributos para o debate sobre o serviço público. Manuel Pinto (coord.), Helena Sousa, Joaquim Fidalgo, Helena Gonçalves, Felisbela Lopes, Helena Pires, Luis António Santos. 2ª edição, aumentada, Maio de 2005. Colecção Comunicação e Sociedade. Campo das Letras Editores.

» Weblogs - Diário de Bordo. António Granado, Elisabete Barbosa. Porto Editora. Colecção: Comunicação. Última Edição: Fevereiro de 2004.

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